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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Venting...
Era uma vez, num lugar nada distante...
Uma princesa, de berço, começou seu sonho de construir seu próprio reino. Idealizou o que haveria neste reino, pois teria que ser perfeito, diferente de qualquer reino comum. E assim ela começou a sonhar e planejar.

A princezinha foi crescendo e lutando para que seu reino emergisse de seus sonhos para a vida real.
Dentro dos detalhes necessários a qualquer reino, havia um que não dependia apenas de seus esforços, o Príncipe.
A princesa então começou a buscar seu príncipe, mas não sabia o quanto era difícil achar um príncipe diferenciado, a altura de seus sonhos.

Certo dia, por uma coincidência absurda de timmings, aquela princesa BELíssima, de rosto angelical, pele branquinha e delicada como uma boneca de porcelana se sentiu protegida por um príncipe, este totalmente de acordo com seus sonhos, BRAVO, destemido e protetor.
O que a princesa não sabia, era que aquele ser não era um príncipe, tratava-se de um monstro tão mal e egoísta que por onde passava só deixava tristeza e desilusão.

A princesa só o confundiu com um príncipe, porque de tão encantado pela jovem, o monstro se disfarçou-se em um belo príncipe.

Então foram se conhecendo, Princesa e Monstro, planejando um futuro maravilhoso e diferente no Reino da Princesa.

O Monstro, que até então não conhecia o amor verdadeiro, tentava se comportar como príncipe a qualquer custo, apenas para merecer o amor da Princesa. Porém vez ou outra, alguma monstruosidade era feita e acabava machucando a Princesa. O Monstro também jamais havia conhecido dor tão grande como a da culpa. Quando sentia essa dor, esforçava-se mais para se transformar num príncipe de verdade.

A essa altura a Princesa já havia descoberto sobre o monstro, mas acreditava no amor diferente que surgiu e se via tão próxima de seu sonhado Reino, que não compensava procurar um novo príncipe.
Cega devido ao foco na construção de seu reino, não via que mesmo com esforço mútuo, o monstro ainda era um monstro e sendo assim, jamais seria um príncipe.

Eis que o Reino ficou pronto!
A princesa cuidou de todos os detalhes, o monstro estragou alguns, mas de qualquer forma, aquele era o dia mais feliz da vida da Princesa, pois seu Reino estava pronto. Era também o dia mais feliz da vida do Monstro, pois jamais imaginou sequer poder entrar num Reino tão perfeito, com uma princesa e ainda ouvir a Princesa dizer olhando em seus olhos que era o dia mais feliz de sua vida.

O Monstro, absorto de emoção, não reparou que o motivo de ser este o dia mais feliz da vida da princesa, era devido à oficialização do Reino e não porque ele estava ali, como imaginou.

A Princesa trabalhou tanto por aquele reino, que os detalhes não importavam mais. Só queria repousar e viver toda a plenitude de seu reino, como sempre sonhou.

O Reino estava lá, estampado para qualquer um ver, a maior conquista da Princesa. O que muitos achavam impossível, aconteceu. A Princesa venceu.
Este poderia ter sido o final da história. O triunfo de uma princesa determinada e forte.
Mas não foi o fim...

Continua...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Sim, eles ainda existem!
Vivi um tempo na Era Industrial, na fase de transição para a próxima era e atualmente tento me estabelecer na Era da Informação.
É incrível ver como tudo é mais rápido hoje em dia, mais prático, mais acessível e mais meritocrático. Antigamente conhecíamos apenas nosso mundinho, já hoje em dia temos acesso a qualquer informação a respeito do sul da Malásia em questão de poucos segundos. Incrível!

Na Era Industrial recompensava-se o trabalho árduo e quem dava as recompensas eram os poucos agraciados com acesso à informação e ao conhecimento na época. Geralmente essa graça vinha de berço e quem quisesse ter acesso a isso um dia, precisava trabalhar arduamente durante quase toda a vida, afim de um dia conseguir ser considerado um bem sucedido homem de negócios.

O problema é que não bastava trabalhar, tinha que guardar alguma sobra também. A minoria que fazia isso, conseguia deixar alguma herança para as próximas gerações, o resto passava dificuldades na velhice.

Já atualmente, na Era da Informação, vemos cada vez mais emergirem homens de negócios bem sucedidos na forma de garotos universitários. Empresas de bilhões são criadas a partir de ideias mirabolantes de jovens que sequer seriam ouvidos na Era Industrial.

Meus pais são dois exemplos fiéis dos trabalhadores da Era Industrial. Acreditam piamente que quanto mais trabalharem, mais perto de serem bem sucedidos estarão. Estão enganados.

Mas mesmo estando enganados e estarem engajados numa batalha perdida, me enchem de orgulho pois parecem os mestres da espada, os samurais, na batalha contra a pólvora, outra batalha perdida.

A força de trabalho dos dois é finita, pois tende a diminuir com o passar do tempo e muito provavelmente não trará o sucesso e estabilidade financeira, mas garante-lhes a sobrevivência enquanto tiverem força.

Da mesma forma que em algumas situações de nossas vidas, ressuscitamos os instintos mais primitivos de sobrevivência, para permanecermos vivos, creio que tenhamos muito o que aprender com estes Samurais da Era Industrial.

Se tudo der errado, eles sobrevivem de um jeito ou de outro. Será que estes garotos da Era da Informação saberiam o que fazer se tudo desse errado? Será que eu saberia?!?
Pra mim essa comparação é bem similar à de se comparar um triatleta e um soldado com experiência em sobrevivência.
O atleta é melhor em quase tudo, mas não sabe como sobreviver.

Meus pais são verdadeiros Samurais da Era Industrial e têm raça o bastante para sobreviverem na Era da Informação. Embora eu tente influenciá-los um pouco com a cultura da Nova Era, tenho que parar e aprender um pouco também.

Como me orgulho deles...
Creio que eles jamais poderão parar seus frenéticos trabalhos para ler o que escrevi aqui, mas o mesmo orgulho que sinto por ter verdadeiros samurais dentro de casa, eles também sentem ao se deitarem e cerrarem os olhos ao fim de mais uma jornada dura de luta... aliás, trabalho.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Bom... meu primeiro Dia dos Namorados sozinho em 10 anos. Não poderia deixar de registrar aqui.
Está aí a música que embala meu 12 de junho: