BREAKING NEWS

sexta-feira, 27 de agosto de 2010


Que falta de carinho e atenção! Coitadinho do Blog Dinheirologia! Uma semana sem um post sequer.
Por isso essa semana ficará marcada por aqui, como a Semana Sem Blog. Nunca antes na história deste Blog (vide molusco) isso veio a acontecer... Pior que acho que já!
Enfim, essa semana foi de muito trabalho físico e intelectual, mas que gerará muita grana e bons posts no futuro.

Falando em molusco, não me lembro de eleições mais xoxas que essas. Parece um jogo de futebol entre os reservas, no Maracanã lotado, numa tarde de domingo, transmitido pela Globo.

Viajei para Pompeu nessa semana a trabalho e achei a cidade feia, quente e totalmente desprovida de umidade. Acho que comecei a delirar de calor por lá, tanto que tenho certeza de ter escrito Pompeu errado (Pompeo) no Twitter por diversas vezes. Lembro também de ter visto 5 pessoas na mesma bicicleta... Será que foi real?!

E o mercado financeiro? Tô totalmente por fora e ainda sei que os Estados Unidos estão quebrados, caçando culpados, a União se mostra em um conflito de interesses com a Petrobrás, mas nada disso importa pra mim o momento.
E de acordo como agi no mercado até hoje, se tivesse algum dinheirinho para investir por lá, não investiria. Pra mim, não seria hora.
Mas pretendo mudar isso. Quero estudar mais sobre análise técnica, pois por este método não terei que ficar esperando 'a hora'.
Estou pesquisando sobre o curso do Didi Aguiar, da Doji Star...

Estou pensando em tentar um crédito pelo BNDES pela primeira vez. Vamos ver se consigo. De qualquer forma, renderá um bom post.

Creio que pela primeira vez conseguirei um benefício palpável de um município para a instalação das empresas por lá. Se rolar, colocarei tudo aqui.

Tenho trabalhado em cima da aquisição de uma fábrica de biscoitos de um fornecedor nosso, mas como sempre nos pequenos negócios, esbarro na falta de informações concretas.

Quanto ao novo segmento, o café, relatado na série "Como Empreender", mostra sinais de convergência e enfraquecimento. Estou numa situação onde não tenho informações, não posso ter uma pessoa para me informar e não posso mudar nada que não seja as vendas. Assim é bem difícil criar algo que não seja apenas receita...
Ah! E a receita é benéfica no curto prazo, mas mortal no longo prazo, se não houver as mudanças pretendidas no negócio. O problema é que sou o único a enxergar isso.

Este é um post de atualização e "enchimento" de linguiça, pois devido às minhas últimas duas noites mal dormidas, não estaria em condições de escrever algo mais elaborado.

Ah é! Estou trabalhando em um piloto de programa de TV, com cunho totalmente social. A idéia é muito boa e o projeto está ficando maravilhoso! Vai ser muito legal ajudar mais pessoas, com mais recursos.

Futebol:
O Galo, meu time do coração, está com um ataque mortal! Mata qualquer torcedor.

Economia:
O portal G1 disponibilizou o vídeo: Saiba como evitar 'micos' na hora de comprar a casa própria...
Poxa! O mico é você comprar uma casa própria atualmente!

Bem, vou ficando por aqui, pois tenho muitas coisas pra fazer...
Mas antes deixarei um pedacinho da minha vida pessoal:

No mercado as emoções devem ser anuladas, mas em nossas vidas devemos anular apenas as ruins. Quem não consegue, fica sempre na defensiva, preso a sua cegueira mental e refém dos ataques de sua imaginação.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010


Como diria meu amigo Rodolfo Araújo, a percepção diz respeito à forma como percebemos o mundo à nossa volta. O cérebro associa o estímulo a alguma experiência anterior, dessa forma interpretando o estímulo de acordo com suas inúmeras experiências anteriores.
Ainda segundo o Rodolfo se esse processo nos permite perceber e avaliar as coisas com mais rapidez e eficiência, por outro ela pode limitar nossas possibilidades de enxergar a realidade.

O estudo da percepção é de extrema importância porque o comportamento das pessoas é baseado na interpretação que fazem da realidade e não na realidade em si. A parte mais intrigante (pra mim) sobre a percepção, diz respeito àquela história sobre os primeiros relatos dos colonizadores da América sobre os índios da América Central, que não viram a frota naval dos colonizadores que se aproximavam em sua primeira chegada.
Adivinha por quê eles não enxergaram...
Se o objeto percebido (frota naval) não tem embasamento na realidade de uma pessoa (Experiências anteriores), ela pode, literalmente, não percebê-lo.

Caraca! Isso pode significar que em algumas situações poderemos agir como cegos!!!

Como um empreendedor é também humano, isso acontece com ele!
Temos que ficar atentos na hora de tomar uma decisão, pois embora erraremos muitas devido a nossa percepção, devemos manter nosso "índice de acerto" o mais alto possível.

Para isso o empreendedor deverá trabalhar sua percepção, vivendo novas situações, que automaticamente amplia o número de experiências, assim dando ao cérebro mais opções de julgamento.

Ok, bacana! Eu faço isso!
Faz p0##@ nenhuma!

A grande maioria de empreendedores e empresários (sim, há diferença) que se encontram em uma zona de conforto chamada muitas vezes de ESTABILIDADE, morrem de medo de qualquer situação nova que arrisque trocar o 'E' por um 'IN' em sua zona de conforto.



Já que a grande maioria destes homens pode não estar preparadas para o novo, por puro medo, significa que a concorrência aberta a novas experiências têm mais mercado do que parece e seus concorrentes estáveis são as presas mais fáceis de serem ultrapassadas.

O maior perigo para os "cegos" é que como a percepção leva-os às decisões erradas, parecendo para eles terem sido decisões repletas de razão, os mesmos não conseguirão enxergar o erro nem mesmo após caírem. Isso seria ridículo, não fosse tão trágico.

Não se limite! Sempre digo isso por aqui. Então vai uma nova... Não tema o novo!
Você poderá até passar por um período de instabilidade, mas ampliará sua percepção e não será apenas a próxima peça a cair.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Esse filme é foda pra quem quer aprender um pouco sobre vendas. O vídeo abaixo é um resumão do filme, com algumas partes que podem ensinar-lhe muitos detalhes sobre vendas.

Não entraremos aqui no campo ético, pois no filme os caras vendem coisas que não existem ou não são o que dizem, mas as técnicas de vendas demonstradas funcionam! Isso eu posso garantir.

Lógico dizer que não devem levar ao pé da letra, pois cada situação de venda é uma nova situação. Por exemplo, no filme eles "fecham tudo" por telefone e sinceramente, creio que jamais você conseguirá fechar uma boa, substanciosa e rentável venda por telefone.
Ontem mesmo tive que tentar fechar uma venda de 12kk por telefone...
Já sabia que a tarefa era impossível, por isso meu objetivo mudou de fechar uma venda, para marcar uma reunião. Infelizmente não consegui nenhuma das duas coisas!
O cara já começou com um 'Não', daí eu consegui mudar para um 'Talvez', mas então ele consultou terceiros que me descartaram sem sequer me darem uma oportunidade de me comunicar com eles.

A venda deve ser feita entre duas partes e se por um acaso envolver uma terceira parte, esta deverá estar diante e acessível às outras duas. Se você não tiver acesso à terceira parte, como costuma acontecer nas vendas por telefone, sua técnica abrirá campo para a sorte.

Enfim, veja o vídeo e aprenda um pouco:

sexta-feira, 13 de agosto de 2010


Continuando a série de posts "Como Empreender", que conta em tempo real sobre a minha experiência, "entrando" numa empresa tradicional de BH, com o objetivo de multiplicar seu tamanho em 'n' vezes.
Nesse post descreverei o que aconteceu até então.

Fizemos mais algumas reuniões para conhecer o negócio, ao mesmo tempo que seus sócios atuais nos conhecessem. Pedi uma série de informações aos responsáveis, mas já concluí que como se tratam em sua maioria de informações "por alto", não são confiáveis. O jeito é "entrar" e ter a visão interna do que rola.

Em todas as reuniões até agora, os sócios fizeram questão de afirmar que a empresa precisa de um aporte de capital por via de um investidor, para que assim consiga alavancar seu crescimento. Dessa forma sei que eles realmente queriam um sócio-investidor-financeiro e isso eu não sou. Sou um sócio-investidor-intelectual e fiz valer meu título durante as reuniões, escutando, avaliando e solucionando todas as questões feitas pelos sócios.

A taxa de lucratividade do negócio (lucro líquido) é de 30%, o que para mim é mais que atrativo, além disso, a empresa possui um produto pouco explorado, mas com um mercado enorme, que oferece uma margem de 78% sobre a Receita Bruta!
Com estes dois primeiros dados, já concluí que valia a pena investir meu tempo na análise de como fazer o negócio bombar e não mais na análise do "se vale a pena entrar".

A receita total do negócio hoje gira em torno de 70 a 80k's e metade disso vem do varejo. Faltam muitas NF's (se é que me entendem) e não há nenhum sistema de controle. O sócio majoritário é um dos caras mais fantásticos que já conheci, mas fica dividido entre tudo que tem de ser feito no negócio, como processo industrial, venda, entregas, administração e etc.

O bom é que os sócios atuais, embora insistam em clamar pelo investimento financeiro, não desejam este investimento para encherem seus bolsos e sim por que desejam realmente que o negócio cresça.

Outra coisa que me chamou a atenção é a Missão do negócio. Esse lance de missão é foda! Os gurus insistem que tem de ser algo do tipo "Eu erradicarei a fome no planeta se vocês comprarem meus biscoitos", mas pô cara, o que a gente quer mesmo é ganhar dinheiro!
Mas quando perguntei a este empresário qual era o motivo deste seu desejo de fazer a empresa crescer, uma luz incidiu sobre ele e suas palavras me deram um "tapa na cara", mostrando que alguns empreendedores realmente têm uma missão e que a pronunciam om o coração.
O que ele falou fez tudo isso comigo, mas na verdade foi bem simples:


- Os concorrentes atualmente abriram mão da qualidade para aumentarem os lucros. Eu sou um apreciador do produto e o faço com a máxima qualidade para manter nossa tradição. Hoje em dia meu produto é saboreado por poucos afortunados e meu desejo é de que mais pessoas experimentem-o e voltem a saborear um produto de qualidade.



O cara quer defender as origens e tradição mineira, mostrando aos consumidores que o lixo que consomem hoje, não é o CAFÉ que revolucionou a economia brasileira desde 1825.

Bem pra este post está bom, pois quero que fiquem com uma Missão de Verdade na cabeça.
No próximo post falarei de meu principal desafio na sociedade, o Ciclo Financeiro, do faturamento atual, de um cliente potencial já contactado e da possibilidade de conseguirmos um parque industrial.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Assédio sexual e moral, existem tanto nas pequenas empresas, como nas grandes corporações. Além de injusto, criminoso e covarde, é um ato no mínimo nojento. Sim, tenho nojo de quem faz algo do tipo, o mesmo nojo que teria de um estuprador, que tenta conseguir prazer a força. Essa espécie nojenta que empodrece o mundo corporativo tenta conseguir prazer com poder.

A parte bonita da história é a de que algumas pessoas têm muito mais profissionalismo, dignidade e amor próprio, do que o poder de seus superiores que se marginalizam praticando tais atos.

Já a parte prática e injusta da coisa, é que essas mesmas pessoas profissionais, dignas e com o orgulho bem balanceado, ficam às margens do sucesso, nas corporações, por terem negado o prazer a seus superiores.

Tirando minha redundância nas palavras dos dois últimos parágrafos, no restante estou sendo correto e muito, mas muito crível.

Segundo o site Jus Navegandi, podemos conceituar assédio sexual como toda tentativa, por parte do empregador ou de quem detenha poder hierárquico sobre o empregado, de obter dele favores sexuais, através de condutas reprováveis, indesejadas e rejeitadas, com o uso do poder que detém como forma de ameaça e condição de continuidade no emprego, ou quaisquer outras manifestações agressivas de índole sexual com o intuito de prejudicar a atividade laboral da vítima, por parte de qualquer pessoa que faça parte do quadro funcional, independentemente do uso do poder hierárquico.

Já o assédio moral é qualquer conduta abusiva, configurada através de gestos, palavras, comportamentos inadequados e atitudes que fogem do que é comumente é aceito pela sociedade. Essa conduta abusiva, em razão de sua repetição ou sistematização, atenta contra a personalidade, dignidade ou integridade psíquica ou física de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o ambiente de trabalho.

Entrar na Justiça? Depende. A vítima deverá estar muito bem embasada em provas, sob pena dela responder uma ação de indenização por danos morais pela falsa acusação de calúnia, já que o assédio sexual e moral é crime.

Sem analisarmos bem, vemos que assédio sexual é também um assédio moral. E a vítima destes crimes geralmente não conseguem manter a frieza necessária para colher provas que só podem ser adquiridas no exato momento em que o crime está andamento.
Podemos então concluir que a grande maioria destes crimes devem ficar impunes.

A vítima deve pensar na proxíma vítima!
Dessa forma, ela deve espalhar o acontecimento (se não quiser denunciar formalmente o acontecido) no maior estilo fofoca, pois com certeza o criminoso cometerá o mesmo crime com outra pessoa e se cada uma das vítimas fizer isso, um dia a casa cai.

Muita gente pode passar por aqui e sentar o cacete em mim por escrever isso, mas eu sei muito bem que muitas vezes as vítimas temem um "barraco", que arriscaria seus empregos e por isso precisam saber como sobreviverem na selva que é o mundo corporativo.
Apenas joguem o jogo!

O primeiro pré-requisito para sobreviverem na selva, ou no jogo, é serem frias. Seja uma verdadeira pedra de gelo. Suas emoções e sentimentos devem ser reservados para sua vida pessoal.

Depois basta esperar o momento certo e agir da forma certa. Neste crime, embora o criminoso tenha o poder hierárquico (na maior parte das vezes) na instituição, a vítima tem o poder maior. Ela tem o que o criminoso tanto quer, e deve ser fria o bastante para usar isso em seu poder.

Depois disso, basta ter um gravador de voz, que todo celular tem e adquirir sua prova. Claro que pode também contratar um detetive particular e um lutador de vale tudo, mas não é necessário.

Sei o quanto isso, que em minhas palavras parecem simples, pode ser difícil para a vítima, mas o mundo corporativo é assim, baixo e impiedoso. Resta às pessoas serem frias e calculistas o bastante para jogarem com suas regras.

Escrevo este post hoje, com uma imensa vontade de matar alguém que cometeu este crime com uma mulher muito próxima a mim. Quando digo matar, pensem no melhor estilo Jogos Mortais...
Deixa pra lá! Não posso sair do meu Direito.

O máximo que posso fazer, para também não prejudicar a vítima, é ensiná-la como jogar o jogo.





... mas se tiver a oportunidade de meter a porrada...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Uma ótima surpresa! Assim posso considerar sobre a compra deste livro. Comprei este livro como se comprasse aquela balinha de maçã verde no caixa do self-service. Vi um livro com um touro e notas de dólares na capa por 9,90, nem pensei duas vezes e juntei aos outros 3 bem mais caros que já estavam em minhas mãos.

Apesar de ser uma obra de ficção, o autor utiliza de diversos acontecimentos históricos e detalha a estratégia utilizada pelos personagens, para ganharem ou perderem com a situação. Trata muito bem dos aspectos psicológicos do Mercado e tem seu enredo totalmente fiel à lei e lógica deste.

O autor conta a história de Julius Clarence, um cara que começou no campo, cuidando do armazém de seu pai e em pouco tempo se tornou um dos maiores especuladores de Wall Street. Mas em meio a essa saga, adicionam-se romances, batalhas corporativas, poderosos chefões, política, investigação e ação de dar inveja em qualquer filme policial.

Fiquei muito satisfeito!

Se ainda não leu, leia! Vale muuuuuuito a pena e não gastará mais que 4 cervejas.


Livro: Os Mercadores da Noite
Autor: Ivan Sant´anna
Nota Dinheirologia: 9


Clique na Imagem e compre este livro na Saraiva! Tá barato!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010



Navegando pela web, buscando informações sobre características do Agente Autônomo de Investimentos, caí num Blog que partiu dali para meus favoritos em questão de poucos segundos. Trata-se do Senhor Mercado.

O Blog em questão, aliás hoje em dia está parecendo mais um portal, tem uma escrita totalmente informal e muito bem humorada, se assemelhando com meu tipo de escrita e caindo em meu gosto automaticamente.

Além da escrita, a qualidade das informações, a quantidade de conhecimento (prático) sobre os temas e a falta de "fru-frus", deixa o Blog ainda mais bem rankeado em meus conceitos.

E não estou ganhando nada pra escrever isso aqui. O lance é que realmente vale a pena perder (na verdade não perderá) um tempinho (ou um tempão) ali.


Fica a dica:
http://www.senhormercado.com.br/ - O Lado Divertido da Bolsa de Valores, desde 1929

quinta-feira, 5 de agosto de 2010



O "Efeito Putha Crise" nada mais é que o "Efeito Puxadinho Corporativo de Emergência" e acontece tanto nas pequenas, como nas grandes empresas familiares. Sendo este efeito, na maioria das vezes, altamente nocivo às organizações.

Acontece que em um belo dia, os sócios se veem em meio a uma putha crise, ou então simplesmente observam que a empresa parou no tempo, ou seja, em breve virá uma putha crise.
Daí, alguém com uma boa visão e amor pelo negócio, decide contratar profissionais para fazerem a gestão da empresa. Ou então, decide buscar um investidor para dar sustentação financeira a seu "incrível projeto". Lógico concluir que com este investidor e com o sustento financeiro, virão os profissionais.

Então temos o cenário em que a empresa precisa de uma gestão profissional para não ser destruída na putha crise.

Então, por um caminho ou por outro, os profissionais chegam à empresa e então dá-se início ao "Efeito Puxadinho Corporativo de Emergência".

Os sócios que ali estão tranquilos e acomodados, observam aqueles homens cheios de perguntas, olhares e números se aproximando e concluem prontamente:
- Trata-se de uma ameaça!

Os mais limitados já começam a elaborar suas acusações contra os profissionais, para que não corram o perigo de perderem seus preciosos cargos frente à organização. E de tão limitados que são, não conseguem enxergar o perigo que a empresa e consequentemente, seus cargos, estão correndo e nem mesmo identificam no trabalho destes profissionais um caminho para além de impedirem a iminente putha crise, darem uma "estilingada" nos lucros e no tamanho do negócio.

Já os mais espertinhos, mas ainda limitados, começam a se mexer nas cadeiras, algo que não faziam a tempos, pois enxergam ali a oportunidade de "ganharem algum" e ainda talvez, galgarem mais alguns degraus no organograma. Se dão ao direito então de projetarem seus puxadinhos, que nada mais são do que alternativas "mais viáveis" para escaparem da putha crise.

Isso acontece muito quando alguém quer aumentar sua casa, mas não tem recursos financeiros para bancar um profissional e nem recursos técnicos para fazer um trabalho profissional. Daí cria-se o puxadinho, uma perfeita porcaria feita sem conhecimento, com poucos recursos financeiros e que pode desabar a qualquer momento. Uma bela porcaria!

O grande problema é que o único que se preocupou com a empresa até então, foi o sócio responsável pela decisão de pedir ajuda e como a família tem um alto poder de persuasão, suas decisões anteriores passam a ser contestadas por si mesmo.

Será que estou certo?
Será que estou entregando minha amada empresa na mão de mercadores inescrupulosos?
Será que meus familares estão certos e aqueles desconhecidos (Profissionais) estão tentando me passar a perna?

É bem simples para este sócio resolver essa crise existencial. Basta ver onde se apoiam os familiares e os profissionais.
Os familiares provavelmente enaltecerão o que fizeram até então, supervalorizarão seus ativos e seus feitos.
Já os profissionais se basearão em números, índices e fundamentos econômicos.

Todo ser sensato sabe que a matemática é uma ciência exata. Agora se preferem escutar historinhas que canonizam seus feitos, que por sinal demonstram apenas cenários passados (se forem reais), tudo bem. Mas saibam:
Lá vem uma putha crise!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010


Thoreau foi magnífico em uma de suas citações particularmente.
Para cada mil talhos nas folhas do mal, há apenas um na raiz. – Thoreau

Não entendo por que a grande maioria das pessoas gasta toda sua energia em remediar algo que está errado e não dão sequer um passo a trás para darem “um talho na raiz”.

Vemos pessoas dispostas a fazer o que for preciso, com raça, paixão e boa vontade, mas focando tudo isso no lugar errado. Ficam todos numa posição tão “inside”, que não conseguem enxergar de onde está vindo o fuzilamento e cegos por causa de seus pontos de vistas, acabam por se aproximarem mais do que pode ser chamado de uma hecatombe empresarial (PQP! Falei difícil bagarai agora!).

Isso acontece muito com o empresário que segue à risca a filosofia de que “O Dono do Boi É Quem Pega no Chifre”. O cara quer estar no meio do tiroteio, por honra ou por achar que pode acertar mais “talhos nas folhas” e não se dá conta que a melhor alternativa seria sacrificar alguns soldados do pelotão de frente e dar uma subidinha na planície, para enxergar todo o campo e adotar a melhor estratégia para aniquilar a fonte da artilharia inimiga.


Por isso muitas vezes o cara que é muito estratégico é visto como covarde, preguiçoso, procrastinador e etc. E não adianta que ele discuta com os “insiders”, pois eles não enxergarão as coisas como ele, enquanto forem “insiders”.
Mas não se deve desconsiderar as informações fornecidas por seus “insiders”. Deve interpretá-las e incluí-las na definição de sua estratégia.

Lembre-se sempre de pensar:
“O que faria Jesus?”
Ops... Melhor, no caso corporativo pense:
“O que faria Warren Buffett?”

Obs.: Prezados radicais religiosos, por favor, não pensem que comparei Warren Buffett com Jesus. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.