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terça-feira, 30 de março de 2010

Temos muitos materiais disponíveis sobre Valuation e outras possíveis formas de se avaliar um negócio. O problema é que essas regras, apesar de corretíssimas, não se aplicam a realidade da avaliação de pequenos negócios.

Daí como um pequeno empreendedor/investidor pode avaliar e comprar um negócio?

O que mais se usa no mercado, são fórmulas mirabolantes de avaliação, dentre elas destaco duas que surpreendem pelo amadorismo, mas que estão presentes em avaliações de negócios até muito bem estruturados. São elas:
- Valor do faturamento mensal multiplicado por 3, 4, 5 ou 6;
- Valor investido pelo dono, segundo uma estimativa do próprio.

Bem, creio que vocês já imaginem que são formas absurdamente erradas de se avaliar, mas temos que levar em conta que talvez jamais seria possível avaliar um pequeno negócio onde o próprio dono avalia das formas descritas acima, de acordo com os fundamentos da Valuation.

Só para apontar alguns erros nesses tipos de avaliações, devo dizer que multiplicar o faturamento por qualquer número, não produz nenhum resultado cabível para uma avaliação, já que o faturamento demonstra apenas o potencial de vendas atingido pelo negócio e mais nada além disso. É melhor um negócio que fatura 50k com lucro de 10% em constante criação de riqueza (EVA), do que um negócio que fatura 100k com lucro de 5% que destrói riqueza.
Já os negócios que são avaliados pelo valor investido pelo dono, são verdadeiras facas de dois gumes, pois se o dono conseguiu gerar riqueza com o negócio, ele está subavaliando o negócio e neste caso você pagará um valor bem baixo. Em contrapartida, se sua gestão apenas destruiu riqueza, o negócio poderá estar superavaliado e aí pra enfiar isso na cabeça do dono é tarefa hercúlea.

Deste modo, uso uma metodologia bem próxima do que é correto, mas também bem mais simples e fácil de enfiar na cabeça do dono do negócio.

Aplico e explico uma avaliação baseada no patrimônio do negócio e fluxo de caixa. Simples Assim!
Além disso, costumo medir apenas para mim o EVA do negócio, pra ter uma idéia real de lucro econômico do negócio.

Depois de chegar a uma avaliação mais próxima da realidade, chega a parte da compra.

Daí usa-se a velha estratégia de fazer uma contraproposta bem inferior ao valor, esperar, cozinhar, criar expectativas, cozinhar de novo, se precisar, aumentar um pouco mais a oferta, deixando uma boa Margem de Segurança para o valor definido por você.
Depois de seguir toda essa receita, seguem duas dicas fatais:
- Proponha uma sociedade para o atual dono, deixando claro que o controle será seu;
- Depois divida o valor a ser investido em parcelas de seu lucro, revertidas para o negócio, em possíveis "patrocínios" e em caixa gerado apenas medidas que você toma assim que entra no negócio.

Sei que essa última parte ficou meio complicada, mas darei um exemplo:
Suponha que você esteja comprando uma participação societária em minha empresa de biscoitos. Daí você sugere pagar uma parte dessa participação com o caixa gerado no primeiro mês de um cliente potencial que você trouxe para a empresa com sua entrada.

Enfim... há várias formas de se avaliar e comprar um pequeno negócio, mas creio que minhas dicas possam ser adicionadas a qualquer repertório de dicas sobre o tema.
Se mudar de ideia e optar por negócios que exigem menor investimento e esforço, pode comprar mercadorias da China e revender aqui ou ainda, comprar produtos pelo Ebay e revender aqui. kkkk Negócios que já testei!

Boas compras!

segunda-feira, 29 de março de 2010

A fase que estou passando em minha vida não pode ser classificada como ruim, boa ou resignada à sorte. Essa fase que estou passando é adjetivada como EXTRAORDINÁRIA.

É realmente incrível tudo que está acontecendo.
Ainda estou atolado nas dívidas provenientes daquele negócio mal sucedido, mas venho criando inúmeras oportunidades. Meu conhecimento, minhas palavras ou até mesmo minha sorte, me levou para um mar lotado de tubarões, os quais eu pensava em nadar junto daqui uns anos, daí o que pode parecer ser uma oportunidade, pode também ser uma armadilha.

Tenho me encontrado com verdadeiros imperadores e constantemente sou ouvido e elogiado por eles, que sequer imaginam onde estão meus pés.
Quando vou a estes encontros, tento não repetir meu estoque de 2 ternos e fico elaborando novas combinações de calças e camisões, pois não tenho grana pra comprar roupas decentes atualmente. Paro meu super-carro bem longe do local do encontro para não ser julgado por meus Passivos. Tudo isso, aliado ao que eu tenho na cachola, para tentar nadar com meus "amigos" tubarões.

O bom é que a cada encontro, aprendo um estilo diferente de nado, ficando mais rápido e mais mortal. Mas como "nossas" caças são grandes é mais difícil abocanhar alguma parte em meio a todos os "amigos". Mas o importante é que estou sobrevivendo entre eles, até mesmo me destacando e quando finalmente conseguir abocanhar um pedaço, minha vida mudará da água para o vinho.

Mas adotando uma estratégia de Hedge, como se estivesse na Bolsa de Mercadorias e Futuros, me divido entre estes grandes negócios e meus pequenos negócios, sem deixar que se perca o foco no crescimento destes últimos.
Caso o nado com meus amigos tubarões acabem por me cansar de tanto tentar, ainda tenho meus pequenos negócios a todo vapor.

Posso ser várias coisas, dentre todas oportunidades que estão me rodeando, mas ainda sou apenas um pequeno empreendedor/investidor.

Mantenha seus pés no chão e a cabeça entre os grandes!

quinta-feira, 25 de março de 2010





Aiai... Mais um post na guia Sonhos de Consumo. São 599cc, 155,6kg e 135cv de um verdadeiro puro-sangue. A Yamaha R6 é meu sonho de consumo atual em duas rodas.

Já tive algumas motos esportivas, já fui o terceiro mais rápido na Serra da Moeda, já pilotei em autódromos e já fiz muita loucura com essas motos. Hoje em dia tenho uma Honda Biz! Hehehe
Optei por criar um bom patrimônio para depois voltar a pilotar essas máquinas, mas já começo a escutar o som de seu motor, a 16.000 giros ecoar em meus ouvidos.
Quem sabe eu volte a pilotar antes do previsto...

Mas por quê comprar uma 600cc e não uma 1.000cc?
Quem conhece sabe ser praticamente impossível sugar tudo que uma 1.000cc pode dar, fora das pistas. A 600cc é mais controlável, mais ágil e nem por isso menos emocionante. Aliás, a R6 é uma das motos mais radicais do planeta com as configurações de fábrica.

Estou louco para mandar dar um trato no meu macacão, comprar um novo capacete e ouvir/sentir aquele estalo característico quando se engata a primeira marcha.
Será a volta do "Cane Arrabbiato"!

Enfim, por enquanto é apenas mais um sonho de consumo...
Se curtiu a Yamaha R6, curtirá meu novo Blog sobre minha paixão pelas motos e pilotagem.
Acesse Teste Motos Magazine agora! Tenho certeza que vai curtir!

Link: www.motorcycle-usa.com/549/Motorcycle-Video/2009-Yamaha-R6-Video

quarta-feira, 24 de março de 2010


Que tal juntarmos o máximo de quadrantes possíveis enquanto podemos?!
Como escrevi no post "Robert Kiyosaki - O Quadrante Esquerdo", a maior parte dos leitores da Série Pai Rico no Brasil, menosprezam o lado esquerdo do quadrante de Robert Kiyosaki.

Com este post eu sugiro que façamos uma combinação de quadrantes para enriquecermos mais rápido!

No referido Quadrante de Fluxo de Caixa de Robert Kiyosaki são citados 4 subquadrantes:
a) Lado Esquerdo:
1- Empregado
2- Autônomo
b) Lado Direito:
1- Dono
2- Investidor

Desde quando li o primeiro livro de Kiyosaki que venho tentando ficar do lado direito, sendo Dono ou Investidor.
Consegui ser um pequenino Investidor por um tempo, investindo no Mercado de Ações, já Dono, eu jamais consegui ser.

Ter uma empresa não faz de você um Dono, segundo Kiyosaki. Se a empresa depende de você para funcionar, seu lugar no Quadrante é no lado esquerdo, como Autônomo.

Ser Investidor é mole, ao menos no começo. Basta investir em empresas listadas na Bolsa de Valores. Pronto! O problema é que dessa forma os dividendos são muito menores do que se fosse um "Investidor de Verdade". Tudo bem, você pode conseguir uma ótima rentabilidade com as oscilações, mas essa já é outra história.

Desde 2007 venho tentando ser Dono. Começar algo quase que do nada, sem grana e querer ser um Dono em 3 anos não é tarefa fácil. Mas não defino um prazo. A empresa tem potencial e precisa de mim, portanto trabalho nela até que minha competência traga retornos suficientes para colocar alguém melhor em minha cadeira.

O grande lance é que sou jovem, forte, saudável e um pouquinho inteligente, portanto...
Por quê não tentar agir em todo o Quadrante?

Sim, posso agir como Autônomo (de várias formas), como Investidor, como Dono e quem sabe, até como Empregado.

Aí alguns dirão que meu tempo não deixará isso acontecer e se acontecer, gastando meu tempo que poderia ser direcionado para a construção/aumento de Ativos, para simplesmente "ganhar dinheiro".

Daí eu digo que se for pra ganhar muito dinheiro não há mal algum, mesmo porque para quem sabe administrar seu tempo e se baseia no Princípio de Pareto, misturar o Quadrante pode e tornar a melhor alternativa para o enriquecimento mais rápido.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Charlie Munger, sócio de Warren Buffet, já falou muito sobre isso. Muitos livros abordam assunto. Porém poucos conseguem fazer isso!
É preciso treinar bastante sua mente para quando vier o problema, você já pensar do jeito certo automaticamente.

Primeiramente, peço desculpas pelo meu afastamento do Blog e do Twitter nessa semana, mas foi porque eu peguei uma bendita gripe assassina, que quase me levou a partilhar minha herança (Minha "bicicreta", minha Bizinha e meu Twingo) antecipadamente.
Ainda tô ruim pra caramba, mas vim escrever esse post, pois já queria ter feito isso na terça-feira.

Voltando ao assunto...

Sempre quando temos um problema, ou como diz meu amigo Alex Prado, uma "nova situação" em nossas mãos, a maioria escolhe entre duas alternativas:
- Se desespera, chinga, coloca a culpa em algo ou alguém e fica correndo de um lado a outro batendo a cabeça, pra mostrar que ao menos está tentando fazer algo;
- Mantém a calma e tenta pensar friamente como resolver aquele problema.

Sem dúvida alguma a segunda opção é a melhor, mas muitas vezes demanda muito tempo.
Daí vem a máxima: "Não foque o problema, foque a solução!"

Em outras palavras:
Esqueça o problema e crie uma nova situação para conseguir o que deseja.

Darei um exemplo meu, quando fui contra todos até achar uma solução bem básica, mas que não era enxergada por todos, pelo motivo de se concentrarem no problema.

Eis o exemplo (e dica):

Minha empresa era optante pelo SIMPLES (regime tributário) e precisávamos mudar para o LUCRO REAL com certa urgência. Porém estávamos em Julho e essa mudança só pode ser feita no início do ano.
Conversei com os contadores, com os sócios e ninguém me deu uma solução.
Todos pensavam:
- Como entrar no LUCRO REAL?
O problema era:
Não se pode mudar no meio do ano.

Daí eu inverti a situação e me perguntei:
- Como sair do SIMPLES?

Com essa pergunta na cabeça, dei uma estudada de meia horinha e achei a solução que me assustou por ser tão simples.

Quando se inverte a situação, tudo fica mais claro e você foca em conseguir o que quer, após aquela inversão que virá em forma de pergunta.

Realmente é bem simples, mas é necessário que se treine em seu dia a dia, pois no momento em que o problema vier, você estará sob pressão e dificilmente conseguirá a inversão se sua mente não estiver condicionada.

Um abraço a todos! ... Agora vou pra minha casa me curar dessa gripe!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Hummm... como começar? Esperei 4 dias para escrever este post. Para quem leu e comemorou comigo o post "A Primeira Vitória de 2010", esse post cujo título caiu como luvas, será um balde de água congelada, pois não só resfriará como também dará uma porrada!
A Volta dos Que Não Foram - Estrelando: João Homem

Primeiramente meu erro: Comemorar antes da hora!
Sempre digo aos meus agentes de vendas que só comemoro um novo cliente após a emissão da primeira Nota Fiscal.
... Dessa vez comemorei após ver o contrato batido.

Enfim, havíamos combinado tudo com o cliente potencial, ele bateu o contrato e nós nos preparamos (logística) para começar a atendê-los. Eis que na última quinta-feira nosso contato sequer no atendeu e pediu que um subordinado nos desse a notícia do motivo pelo qual ele havia voltado atrás.

Tá bom. Até aí quase tudo bem!
O que pegou foi o motivo!
Não tinha fundamento algum! Uma desculpa esfarrapada!
Daí concluímos que alguém lá dentro, com mais influência que nosso contato (o que eu achava impossível) não nos quer lá!

Quero deixar claro que essas coisas acontecem no Mercado. Mesmo que o contrato já estivesse assinado, eu jamais brigaria ou agiria de forma mais agressiva, afinal de contas é um cliente potencial e (ainda) é maior que você.
O que me deixou "putho" mesmo foi a desculpa esfarrapada! Bem que eu queria especificá-la aqui no Blog, mas não seria ético e também poderia me avacalhar numa futura negociação.

Ficamos baqueados por dois dias e depois disso eu já estava com a nova estratégia montada e animado para levantar meus guerreiros novamente.
Liguei para uns e conversei pessoalmente com outros, motivando cada um, usando como alicerce a raiva pela desculpa esfarrapada.

Lembrem-se: Na crise, a oportunidade.

A crise foi gerada pela desculpa esfarrapada e isso desmotivou toda a equipe, que se sentiu derrotada por um argumento sem fundamento algum e pelo qual não podíamos fazer nada. Eu peguei o ponto chave, ou seja, a desculpa e gerei o sentimento de raiva em cada um, para que se levantassem e continuassem lutando.

Perdemos uma rede com 20 lojas?! Então "abriremos" 40 clientes agora!

A derrota serviu de motivação e a segunda-feira já começou avassaladora!

Ficam as duas dicas para os leitores:
- Não comemorem antes.
- É bonito dizer a máxima: Na Crise, a oportunidade. Usá-la quando a crise chega, é outra história...

quarta-feira, 10 de março de 2010

Pois bem, detalhei um feedback que recebi no final de semana passado em meu post "Feedback: Prepotência em 140 Caracteres".
Pensei bastante sobre o assunto, com medo de cometer o mesmo erro que me levou à derrocada em 2009, nesse caso a soberba. Quanto à prepotência, descrita no post, creio ter sido apenas uma palavra mal usada no contexto pelo emissor do feedback.

Eis que hoje recebi um novo feedback!
Este agora não é proveniente de 140 caracteres mal compreendidos no Twitter e sim fundamentado em regras éticas, comunicação e normas de segurança.

Ctrl+c no email e Ctrl+v no Blog:

Uma vez, na aula de português o professor disse que o escritor deve fazer os leitores entenderem o que ele quer. Talvez, possa valer a pena você fazer uma reflexão no blog não em questão de conteúdo, mas na parte de português mesmo, lingüística e comunicação. Eu também já entendi algumas coisas de forma diferente do que você queria dizer no blog. Por isto que não animo muito com estas coisas de blog e twitter, é algo muito complicado lidar com pessoas, principalmente comunicação, por isto é que várias pessoas importantes têm assessor de comunicação, porque o negócio pode dar problema mesmo! Além disto, foi como te falei e este é um feedback meu: você tem que tomar muito cuidado com o que escreve. A cada dia sua responsabilidade em relação a isto só está crescendo!! Você não precisa nomear para as pessoas descobrirem de quem você está falando. Além disto, não é ético e seguro falar de números (você cita que está lidando com milhões). Você está lidando com coisas grandes...


Belo feedback!
Me fez pensar um bocado, assim como o primeiro. No entanto, como já disse, talvez tenha sido um defeito da ferramenta de comunicação, no caso o Twitter, que me limita a passar algo em apenas 140 caracteres. Isso foi o que me gerou o primeiro feedback.

Já este segundo feedback, diz respeito ao Blog e às coisas que escrevo por aqui. Dá a entender que quanto mais o Blog Dinheirologia crescer, mais eu tenho que mudar a identidade do Blog. Não que isso seja algo ruim, mas se for pra escrever posts cheios de formalidades e teorias, prefiro não escrever, pois já existem zilhões de blogs assim.
Então estou num dilema, pois as considerações deste feedback são reais e substanciais.

O que fazer?!
Encerrar o Dinheirologia? Parar de escrever sobre minha vida e minhas opiniões aqui? Mudar a linguagem de Happy Hour cheio de gírias e palavrões, para algo mais formal como um site profissional de investimentos? Postar apenas teorias e deixar de escrever sobre minhas experiências práticas para que outros aprendam com meus erros e acertos?

Sinceramente eu não sei.
Gosto muito de escrever aqui, mas se digo que não curto ver dois homens se beijando, sou taxado de preconceituoso. Se escrevo que estou envolvido em um negócio de milhões, sou prepotente, soberbo, esnobe e ainda corro o risco de ser sequestrado, mesmo sem ter levado 1 centavo destes milhões. Escrever sobre minha opinião sobre algum assunto então... vixe! És um ditador!

Bem complicada a questão... (Deixo em aberto)

terça-feira, 9 de março de 2010

Hoje em dia quando falamos de educação financeira, já vem logo à cabeça o livro "Pai Rico Pai Pobre" do famoso autor Robert Kiyosaki. Já li quase toda a coleção "Pai Rico", mas foi logo no começo da caminhada. Kiyosak realmente "teve a manha" de plantar sementes com seus livros.

A melhor coisa em seus livros não diz respeito às estratégias, à didática ou à historinha. O que seus livros fazem de melhor é dar-lhe a seguinte opção:
"Compreenda este livro (pílula vermelha) e eu posso te mostrar até onde vai a toca do coelho."

Durante a leitura das obras do "Pai Rico" nos deparamos com o famoso Quadrante de Fluxo de Caixa, que é dividido em quatro partes. As duas partes do lado esquerdo diz respeito aos Empregados e Autônomos, já as duas do lado direito representam os Donos e os Investidores.
Segundo o autor, somente o lado direito do quadrante atua de forma correta para atingirem a Independência Financeira e/ou enriquecerem. Já o lado esquerdo do quadrante é menosprezado pela teoria de Kiyosaki, sendo que de certa forma ele tem razão, já que o objetivo é conseguir renda passiva.
Sendo assim, o autor sugere que os empregados e autônomos procurem formas de passar para o lado direito do quadrante.

Mas a grande questão é:
Quem tem a maior probabilidade de acumular patrimônio, um empregado/autônomo que ganha 20k mensais ou um dono/investidor que ganha 5k?!?

Sim, tudo depende de dois fatores: Tempo e conhecimento, que por consequência trazem os K's.
Dessa forma, se objetivarmos ganhos no longo prazo e supondo que o conhecimento entre os dois lados seja o mesmo, o lado direito do quadrante realmente é mais vantajoso. Mas isso não quer dizer que estar do lado esquerdo seja ruim!

Minha nova abordagem sobre o assunto é fundamentada na seguinte teoria:
Se você pode fazer mais no lado esquerdo do quadrante, faça!

Isso porque se você é empregado ou autônomo e consegue ganhar bem, mesmo tendo que trabalhar por isso, pode construir um bom patrimônio em Ativos para que lhe gerem renda passiva.

Na realidade da maioria no Brasil, não dá para entrar direto no lado direito do quadrante, portanto você trabalhará pelo dinheiro de qualquer forma. Pode até trabalhar pouco, mas trabalhará.
Daí terá que pesar duas coisas na balança:
  1. Quanto ganhará com um novo negócio e quanto ganhará sendo empregado ou autônomo?
  2. Qual o crescimento de seus Ativos tendo seu negócio próprio e sendo empregado ou autônomo?
Veja: Se ganho 10 mil por mês sendo empregado/autônomo e 5 mil trabalhando em meu próprio negócio, segundo a primeira pergunta, é mais vantajoso ser empregado.
Mas aí vem a segunda pergunta e vemos que o novo negócio, sendo bem trabalhado, poderá chegar a um patrimônio de 100 mil reais em 1 ano, mais os rendimentos de 60 mil, enquanto a opção empregado/autônomo renderia 120 mil e talvez um pouco mais se investir os rendimentos.

Esse foi apenas um exemplo, pois existem inúmeras variáveis que podem alterar os resultados.
Só quero chamar a atenção para o quadrante esquerdo de Kiyosaki, pois muitos leem seus livros e já ficam loucos para terem seus próprios negócios, mas o que o autor chama de ideal, ou seja, o lado direito, não diz respeito àquele pequeno ou médio empresário que trabalha arduamente para que seu negócio dê certo. Dono é quem pode viajar o mundo, enquanto seu negócio funciona perfeitamente e lhe renda dinheiro o bastante para que continue viajando.

Portanto amigos, pensem bem antes de largarem seus empregos ou profissões de autônomos e se jogarem no mundo corporativo, onde o buraco é muito, mas muuuuuito mais embaixo mesmo!

segunda-feira, 8 de março de 2010


Quase não tive tempo de postar minha homenagem no Blog, mas já havia postado no Twitter. Daí meu amigo Raphael (peça raríssima) da agência Eu Gosto Comunicação, me enviou uma imagem bem legal para homenagear as mulheres nesse dia 08 de março.

Em especial quero homenagear as mulheres de verdade, guerreiras, determinadas e resistente, embora continuem mantendo a delicadeza em cada movimento e a necessidade de aquentarem seus próprios corações.

Adoro todas as mulheres, amo três e espero que um dia a minoria delas não ceda às facilidades de se encaixarem no deturpado estereótipo machista relacionados a elas.


Parabéns mulher de verdade!
Neste fim de semana recebi um feedback de um amigo-irmão meu a respeito de postagens minhas no Twitter. Ele me contou que me indicou para que alguns amigos me seguissem e um desses disse a ele que parou de me seguir devido a minha prepotência.

Adoro receber feedbacks, "fodebacks" e opiniões diferentes para reflexão e discussão, portanto...
Pensei, pensei novamente, pesquisei meus tweets, pensei mais uma vez e cheguei a uma conclusão:
Com os 140 caracteres permitidos pelo Twitter, fica fácil ser mal compreendido.

Para postar no Blog, eu reflito sobre algum tema, ou relato algum acontecimento, já no Twitter posto qualquer coisa que estou vivenciando ou sentindo no exato momento da ação. Isso faz com que os posts tenham um teor maior de emoção e em alguns posts, devido ao meu espírito super-competitivo e a alguma pequena vitória que tenha conquistado, posso parecer prepotente sim... em 140 caracteres.

Quem lê o Blog sabe que conto aqui minhas experiências reais e quando relato um crescimento de XYZ% ou um super-negócio sendo fechado, não tenho a intenção de massagear meu ego e sim contar minha história. Da mesma forma como conto quando me arrebento em tropeços.

Mas admito que tenho uma autoestima muito alta e meu "Placar Interno" é inabalável, mesmo porque "quem muito abaixa, mostra a bunda".
Não tenho a intenção de ficar famoso e nem de ter meu ego acariciado por terceiros. Tenho a cabeça sempre aberta e receptiva à novas idéias e pontos de vista, sei que não sou poderoso e por estes motivos creio que fico longe de adjetivos como prepotente ou arrogante.

Em meu Twitter você pode ler coisas como:
"Estou negociando tanto os kk's que quando recebo meus micro-k's, sinto como se fosse um salário mínimo." - Hoje em dia eu ealmente acho que recebo muito pouco perto do "PIB" produzido por mim!
"Poxa, estou me ambientando com verdadeiros dinossauros. E eles gostam de me ouvir! Me sinto um moleque superdotado." - Era como eu me sentia na hora, pois os fodões estão interessados no que eu falo.
"Acabei de detonar em uma teoria de proteção de patrimônio em holding's. #FalaPraMimQueEuSouFoda" - Escrevi isso logo após de criar um caminho para que os interessados economizassem milhões, mas é claro que eu mesmo me chamando de "Foda" é uma piada.
"Poxa o cara da TIM veio aqui pra me oferecer um IPhone 3GS e eu recusei! Tá popular demais. Pena que a TIM não traz os tops da HTC pra cá!" - Eu realmente vejo, que devido a pirataria, o IPhone ficou tipo o Nike Shox (lembram?). Prefiro um top da HTC, mas isso não quer dizer que o IPhone não é foda!
"30 Milhões!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!????????????????? Tô infartando!!! Não é meu, mas nunca vi tanta grana, tão perto, em toda a minha vida!" - Hummm... eu realmente achei que estivesse infartando.
"Agora além de investidor, empresário, empreendedor, Diretor Presidente, blogueiro, twitteiro, sou também CORRETOR!" - Prepotência? Não, é a verdade!

Meu amigo até me deu a idéia de criar um Twitter pessoal e outro só para o Dinheirologia. Com certeza seria mais direcionado, mas primeiramente eu não teria tempo o bastante pra cuidar de tudo e depois, o Blog Dinheirologia é composto em 90%por minhas experiências práticas, numa linguagem que qualquer pessoa possa entender, sendo assim uma extensão de mim, ou seja, minhas experiências.
Portanto acho que como a maioria dos julgamentos feitos pelo ser humano, falta espantar a preguiça e detalhar mais os fatos.

Enfim, realmente posso ser mal compreendido em 140 caracteres, mas fica da pessoa fazer uma visita ao Blog e ler um pouco mais que os 140 carcteres.
Mais humilde que andar de Honda Biz por mais de 1 ano, sendo presidente de uma empresa que fatura mais de 2 milhões por ano, isso eu não serei.

quinta-feira, 4 de março de 2010


Este post é para aqueles leitores que além de lerem o Blog, também torcem por mim nessa guerra épica... ok, exagerei! Mas é épica pelo menos pra mim!

Como eu já vinha prevendo, neste ano colherei alguns frutos de meu trabalho e estudo.
Eis que hoje já veio a primeira vitória!

Minha empresa de biscoitos artesanais já é líder no segmento na Grande BH, mas como sabemos que ainda existe mais fatias do bolo espalhadas por aqui, não paramos. Com isso hoje fechamos uma parceria com mais uma grande rede do varejo de BH. A primeira grande vitória do ano!
Somente essa parceria daria para sustentar um concorrente nosso, por exemplo. Estimamos que aumentaremos nosso faturamento em mais de 23% e tão importante quanto isso, ganharemos um maior reconhecimento e fortalecimento da marca.

Hoje em Belo Horizonte, muitos consumidores já sabem que os melhores biscoitos artesanais do estado, são os Biscoitos Caipirão e talvez sejam os melhores do Brasil, pois pra onde eu mando algumas amostras, retornam avalanches de elogios de pessoas extasiadas com os produtos.

Outra coisa tão importante quanto o produto é a empresa por trás dele.

Nossa qualidade já é reconhecida, mas isso é apenas um pré-requisito para uma empresa se credenciar para o "Jogo".

Além dessa qualidade, procuramos ser cada vez mais transparentes, confiáveis e sustentavelmente fortes. O mais legal é ver que os próprios consumidores enxergam isso, mesmo sem conhecer a história da empresa.
Antigamente os consumidores viam nossos produtos nas gôndolas e sentiam até dó por acharem que éramos uns coitados da roça e que embora fizéssemos um produto de alto valor agregado, este valor não era reconhecido. Hoje em dia o mesmo consumidor já conclui que essa é uma grande empresa, com produtos fiéis às suas raízes no interior de Minas Gerais e que os donos devem estar "podres de ricos" por terem produtos que todos desejam.
Claro que em nenhum dos dois conceitos eles estão 100% corretos e nem 100% errados (Hehehe), mas é muito legal assistir à mudança de conceitos que o próprio consumidor define.

Estou muito feliz e comemorarei muito essa primeira grande vitória do ano!
Se você mora em outro estado e ainda não pôde experimentar os Biscoitos Caipirão, aguarde, pois daqui a pouco chegaremos aí!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Peço desculpas aos leitores do Blog por minha ausência nesse dias. Muitos me mandam email por aqui com perguntas, histórias pessoais, cases e elogios. Felizmente estou experimentando mais coisas do universo financeiro, o que com certeza se transformará em posts no momento certo.

Esse é o motivo de meu afastamento! Tenho dois posts no gatilho, faltando apenas dar uma finalizada, sobre as teorias de Robert Kiyosaki e uma nova visão sobre o lado esquerdo de seu quadrante de Fluxo de Caixa.
Mas mesmo assim, preferi escrever este aqui para que os leitores mais assíduos saibam um pouco mais sobre o que está acontecendo.

Criei uma nova empresa, a "JAM Empresas". Escolhi a dedo dois ótimos... não, dois excelentes profissionais do mercado e eles me escolheram para prestarmos um serviço no estilo de uma consultoria, na empresa de um Deputado Federal aqui de BH. Em 3 meses fizemos o que o tal deputado considerava impossível e então veio uma onda de demanda pelos mais variados serviços em outras empresas.
Tudo bem que não é um negócio que poderá me gerar renda passiva, mas enche meus bolsos, aumenta meu network e ainda constrói um Ativo que eu não tinha antes, meu nome!
Em breve detalharei mais sobre a empresa e sobre nossos serviços, mas adianto que o que fazemos é fazer de seu negócio, uma empresa potencial e sustentável.

Só para terem uma idéia, ontem esse humilde autor que vos escreve... sim esse ex-moleque que usava kichute falsificado e levava pão com manteiga pra escola... , estava em uma mesa com empresários e advogados, negociando milhões.
E o mais legal... recusei fazer a corretagem de 2 milhões, dizendo que só pegaria se fosse acima de 10. Kkkkkkkkk É mole!?! Tô metido!

Claro que essa dinheirada toda não é minha, sou apenas um intermediário, mas que é bem legal tá no meio dos milhões, isso é!

Enfim, só queria dar uma satisfação aos leitores. Tentarei encontrar mais tempo...