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sexta-feira, 22 de abril de 2016

A ética da especulação financeira

Inúmeras são as atividades que uma pessoa pode exercer para delas extrair seu sustento, garantindo assim sua sobrevivência. Algumas são mais primitivas, como o ribeirinho que planta e pesca com o objetivo de alimentar a si mesmo e sua família, comercializando o excedente de sua produção para garantir a aquisição de outros bens que necessite. E na ponta mais extrema, a universalmente ilícita prática do roubo com o uso da violência. Entre esses dois extremos, a humanidade inventou milhares de formas de transformar esforço – físico, intelectual ou ambos – em meio de sobrevivência remunerado.

O exemplo anterior permite concluirmos que podem existir meios lícitos, e meios ilícitos, meios honestos e meios desonestos, meios éticos e meios cuja ética é objeto de questionamento por algumas pessoas ligadas a determinada cultura.

O assunto da ética é, por sua própria natureza, controverso, dado que ética é um conceito flexível, que se ajusta conforme tempo, lugar e meio social.

Em nosso país, temos historicamente alimentado a visão de que o lucro é algo de moral questionável, feio, até mesmo pecaminoso conforme a atividade que se exerce para obtê-lo. Nos Estados Unidos da América, ao contrário, o lucro e a obtenção de riqueza são considerados uma demonstração inequívoca de que o criador do universo se agrada daquele que prospera, baseado no conceito subjacente de abundância natural do planeta. Este conceito, gerador da cultura Americana, foi desenvolvido pelo Filósofo Max Weber em seu livro A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo (Alemanha, 1904).

A operação no mercado bursátil, seja ele de ações, commodities ou futuros, é vista, por muita gente, como uma atividade eticamente questionável, visão esta que está baseada nos conceitos de remuneração por esforço de produção e no de utilitarismo. A partir disso, toda e qualquer atividade, digamos, inútil, seria ética e moralmente questionável. Dentro dessa visão nós, os traders, chamados de especuladores, seríamos objeto de questionamento da sociedade leiga.

Tomado em seu sentido mais restrito, a palavra especulação descreve as operações que são feitas com o único propósito de obter um lucro a partir de mudanças no preço de um ativo qualquer. Desse modo, quando você compra um carro barato com o propósito de vendê-lo mais caro, você está especulando.

Nesta linha de pensamento, poderíamos estender este raciocínio para qualquer tipo de atividade comercial existente no planeta, da barraca de camelô às grandes redes de supermercado.

Portanto, visto desta forma bastante crua, toda atividade que vise a obtenção de lucro sem agregação de valor, deveria ser considerada uma especulação sendo, portanto, objeto de questionamento daqueles que criticam a atividade especulativa no mercado bursátil.

Se nas atividades comerciais, busca-se moralmente justificar a obtenção do lucro a partir de uma série de benefícios trazidos ao mercado por aquela atividade como por exemplo, capilaridade, distribuição, geração de emprego e etc., na atividade de trading não poderia ser diferente. Nós, os traders, exercemos um papel fundamental no mercado financeiro mundial.

Sendo a maior parte do mundo capitalista, as finanças desempenham um papel fundamental na manutenção de toda a cadeia produtiva. É o dinheiro, afinal que, em última análise, sustenta toda a roda de produção e consumo.

O mundo financeiro é composto basicamente por quatro grandes agentes: o hedger, que tem por função primordial proteger o capital que será de algum modo utilizado produtivamente, o arbitrador que obtém lucro a partir de diferenças de preços momentâneas entre ativos, o investidor que, pensando a longo prazo, financia a atividade produtiva e viabiliza o crédito e, finalmente, o especulador.

Aqui cabe uma conversa à parte, já que o especulador é o agente que promove e que, em última análise, viabiliza a liquidez dos mercados, sem a qual nenhum mercado existiria. Este agente é o grande responsável pelo giro do dinheiro pelas bolsas de todo o mundo.

O especulador, ao arriscar seu próprio capital na esperança de obter lucro com a volatilidade dos preços, gera liquidez ao mercado, contribuindo para diminuir o risco de todos os outros agentes que, se não houvesse tal liquidez, não colocariam seu dinheiro ali.

A especulação nos mercados ajuda até mesmo a mitigar os riscos da atividade produtiva. Imagine um produtor de soja que empenha seu capital na certeza de que poderá vender sua produção a um preço justo, valendo-se para isso dos mercados futuros.

Se o mercado agrícola não pudesse contar com o trabalho dos especuladores, só os produtores e consumidores participariam das transações comerciais, o que traria o poder de negociação para poucas mãos, abrindo portas à formação de cartéis em prejuízo da massa de consumidores. Além disso, sem a atividade especulativa, não haveriam garantias de liquidez nos títulos, limitando a confiança do produtor agrícola.

Percebe-se assim o importante papel que o trader desempenha na manutenção do mundo capitalista, não havendo absolutamente nada questionável do ponto de vista ético na profissão, já que sua atividade agrega imenso valor à toda cadeira financeira do planeta.

Alguém poderia então apelar para o senso comum dos não participantes do mercado financeiro e afirmar que a atividade é um jogo de soma zero, ou seja, que para alguém ganhar, outro terá necessariamente que perder.

Embora isso possa parecer verdade aos olhos daqueles que desconhecem a profundidade do mrcado financeiro, não se pode afirmar necessariamente que alguém perderá, visto que muito do capital que gira nas bolsas provêm da atividade produtiva, alimentando-a, financiando-a e, finalmente, fazendo crescer e gerar mais dinheiro. O capital entra e sai dos mercados financeiros a cada minuto, financiando a atividade industrial e de serviços, que o fará crescer, trazendo-o de volta, num ciclo virtuoso de geração de valor. A constatação disso é que a soma de capital aplicado em bolsa não é a mesma de há um século.

Entre os traders, poderá eventualmente ocorrer que o lucro de um signifique o prejuízo temporário de outro

Ora, se o mercado é aberto a qualquer pessoa, com igualdade de acesso e de condições, se não há regras para favorecer ou punir um grupo pré-determinado de participantes, e ninguém é forçado a participar, como pode o ato de especulação ser antiético ou imoral? Todos os que participam da atividade, conhecem exatamente os riscos e as implicações da profissão.

É uma atividade voluntária onde as regras são bem definidas e geralmente bem aplicadas, sendo até reguladas e policiadas pelos agentes financeiros. A tentativa de quebrar, dobrar ou manipular as regras ou outros participantes de maneira fraudulenta, pode ser imoral e antiético, mas isso é escolha do especulador, e não da atividade mesma da própria especulação. Para esses casos existem normas regras e punições.

Compare isso com, digamos, um cassino ou qualquer modalidade de jogos chamados de azar, onde a transferência de risco se dá em apenas uma direção, onde tampouco existe atividade produtiva, e cujo objetivo maior é o de facilitar a transferência de riqueza dos clientes/jogadores para o casino. Não é à toa que tais estabelecimentos oferecem mordomias como bebidas, refeições e transporte grátis. para poder seduzir clientes, coisa que não se vê nas bolsas de valores. Na bolsa, jamais alguém mandará você parar de atuar porque está ganhando muito dinheiro a partir de uma atividade lícita, ao contrário do que ocorre nos cassinos.

Percebemos então que não há nenhuma razão para considerar a atividade especulativa como descolada da ética. O que há é a ignorância – no sentido de ignorar, de desconhecer – das pessoas que não atuam no mercado, que criam fantasias mentais a partir de concepções morais criadas muito tempo antes da existência da própria atividade em bolsa de valores.

Não permita que julguem sua profissão de modo negativo. O trading é uma atividade tão nobre e útil como qualquer atividade lícita que se escolha para dedicar sua vida e dali extrair seu sustento. Você ganha, o mundo ganha. A roda do capital e do consumo depende de nós, traders.


Eduardo Becker
Trader e Professor

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

The Clutcher - O Cara que Decide!

Mr. Clutch ou Clutcher.

Sempre quis ser isso! Mesmo antes de saber o significado.

Ainda na infância, queria ser o cara que decidiria a partida de futebol, queria ser o cara que após apanhar bastante durante a luta, soltava aquele soco salvador que levaria o oponente ao chão (em câmera lenta, por favor).

Dinheirologia
Prefiro o MJ, mas essa foto do Kobe é foda!

Ah... o significado!
Ser um Clutch ou um Clutcher, é ser a pessoa que decide. Aquele que sobre pressão, invés de tremer ou se desesperar, AGE, DECIDE. E na maior parte das vezes, conquista!
A expressão surgiu no basquete norte americano como referência aos atletas que decidiam as partidas nos últimos segundos. De acordo com nossa cultura, seria algo parecido com os atletas que não “pipocam” na hora de fazer um gol numa decisão da Libertadores.

Em minha primeira chance de ser um Clutch, eu falhei. Decisão nos pênaltis no colégio, cravei que seria o último batedor, sonhei com todos gritando meu nome quando fizesse o gol decisivo...
Ouvi todos gritarem meu nome sim, mas porque chutei a bola de uma forma tão exótica que a mesma sequer chegou ao gol...

Então percebi que pra ser um clutch não bastava sonhar, pensar que tinha superpoderes ou que as façanhas extraordinárias simplesmente aconteceriam.
Eu precisava me esforçar mais que os outros!

E assim eu fiz!
Assistia aos filmes do Rocky Balboa, via Michael Jordan jogar e me encantava ao ver os feitos de Ayrton Sena.

Não importava em que me dedicava, o que importava era o quanto me dedicava àquilo. Assim eu consegui ser um Clutch por muitas vezes, no basquete, no vôlei, no boxe, no jiu jitsu, no trabalho e na vida.

Mas aprendi também que ninguém É um clutch, isso é um estado temporal. Você pode estar assim por um tempo e depois não estar mais.

Tudo depende do quanto você se dedica.
Uma das frases que tenho como lema é essa:
Be the hardest worker in the room.
Abrasileirando, seria algo como “Seja o cara que mais trabalha duro onde estiver”.

Se você quiser muito e se esforçar, você conseguirá esse título também, mas se não continuar se esforçando, será apenas mais um.

Você é um clutch nas vendas de sua empresa? É um mestre em fechar resultados surpreendentes? É a pessoa que encontra soluções enquanto os outros se debruçam frente aos problemas.

Esforce-se mais! Seja um CLUTCHER!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Engajamento – A palavra da vez!

A mais nova modinha no mundo corporativo.

Chique agora é ter uma equipe e clientes engajados.

O Engajamento é a Nova Ordem nas empresas que buscam valores aspiracionais para suas marcas.

En•ga•ja•men•to (engajar + -mento)
Substantivo masculino
1. Ato ou efeito de engajar ou de se engajar.
2. Envolvimento ao serviço de uma ideia ou uma CAUSA.

Bora que a moda é engajar!
A segunda definição nos leva ao princípio básico do engajamento, A CAUSA.
As empresas querem ter seus colaboradores e seus clientes engajados, o que gera valor à marca, fidelização de clientes e uma história própria contada e defendida por seus engajados.
O problema, na maior parte das vezes, é que começam o processo pela consequência e não pela causa.

Como a definição nos explicou, nos engajamos em algo, de acordo com o nosso envolvimento com a CAUSA. Dessa forma, devemos criar e contar a história antes de conquistarmos o engajamento. A Apple e o Google são marcas aspiracionais, com colaboradores e clientes totalmente engajados (no nível Fuckin Hard), mas não conseguiram este engajamento lançando campanhas pró-engajamento ou algo do tipo. Primeiro construíram uma história e depois contaram essa história transformando a mesma em algo lendário, inovador (como de fato são) e com uma baita CAUSA.
Como consequência, veio o engajamento.

Quem não gostaria de trabalhar numa delas?
O engajamento precisa de uma CAUSA, isso é fato! Porém, para seguir o processo alinhado, devemos engajar os colaboradores e posteriormente os clientes, sendo este quase consequência do primeiro.
E para engajarmos os colaboradores, precisamos de líderes capacitados, processos flexíveis e principalmente, empresas engajadas em investir no colaborador.
Como investir em um colaborador?
"A força motriz básica do comportamento humano é o desejo de ser aceito, compreendido, apreciado e reconhecido." – Carter e Underwood

Concluindo...
Não adianta apenas querer engajamento, pois este é uma consequência, assim como o lucro. Ou seja, o engajamento deve ser conquistado e não solicitado (ou forçado).

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Eu Voto Nulo!

Não, este não é um post de um eleitor revoltado!


Também não quero mudar sua opinião política.

Quero apenas mostrar meus argumentos pra quem se enfurece ao saber sobre meu voto.

Chegada a época das eleições e começa uma guerra nas ruas, em casa, no trabalho e hoje em dia nas redes sociais. Cada um defendendo seu político predileto ou seu partido, ou sua coligação.
É engraçado como citam Marx, Maquiavel e colocam Lula, Aécio e Dilma no mesmo contexto.

Verdady...
Não entro nessas discussões. Apenas escuto e crio um StandUp em minha mente. Mas daí me perguntam: João, de quem é seu voto?
Digo: - Meu uai!
Tá, mas vai votar em quem?
Resposta automática: - Nulo!

Mais automática ainda são as acusações sobre minha personalidade e caráter, mediante minha resposta...

Resumidamente, voto nulo porque pra mim, ninguém (Brasileiros) presta, ou pelo menos não presta o bastante para mudar o Brasil.
Somos bons e corretos até que a oportunidade de grana e poder bata à nossa porta.

Ok, você vai se considerar a pessoa mais correta do planeta agora e me apontar seu dedo. Mas exceto que você seja uma um desvio em minha regra e faça parte de uma micro-minoria, você já usou ou quis usar do jeitinho brasileiro pra levar vantagem em alguma coisa. Isso está enraizado em nossa cultura! 

Jeitinho brasileiro...
Como diria o categórico Ricardo Amorim, "No Brasil, lucro é roubo; corrupção, esperteza".
Adoramos levar vantagem em tudo. Claro que cada um tem seus próprios limites, portanto existem os pouco-corruptos, os corruptos e os super-corruptos.
Medimos economicamente quais trapaças podemos usar e quais não usar, analisando o custo x benefício de cada uma.

Por que os políticos fariam diferente?
Até hoje, todos os políticos ou quase-políticos que conheci, pensavam em primeiramente em quanto ganhariam em dinheiro e benefícios, quando fossem eleitos. Mesmo aqueles com discursos dramáticos fundamentados em causas realmente dramáticas.
Um político deveria desejar ser eleito para conseguir mudar o país, ou ao menos a cidade/estado que representa. Seria a profissão mais gloriosa do universo! Você morrer sabendo que mudou a história de um povo!
Um político para ser eleito, mesmo como vereador pé de chinelo, deveria ser alfabetizado, graduado e atestado como bom administrador. Mas isso não acontece! Enquanto vejo a população gargalhando com as propagandas eleitorais ridículas, me entristeço e perco cada vez mais a fé em nossa nação.

Ah mas você conhece um político que tem exatamente este perfil!
Concordo que ele possa existir, mas como diria o ícone da economia comportamental Dan Ariely, "Se alguém do nosso grupo faz a trapaça e nós vemos ele trapaceando, sentimos que é mais apropriado, como um grupo, fazer o mesmo." Sendo assim, quanto mais ele fizesse parte do grupo, mais ele estaria exposto à corrupção e mais ele "teria" que agir como o grupo.

Caso nosso bom samaritano não se comportasse como seu grupo, todos nós sabemos o que acontece quando se faz parte de um grupo e infringe as "regras" desse grupo. Somos excluídos!

Se você é um visionário e ainda tem esperança, vote mesmo! Mas não acuse os eleitores do Nulo de ignorantes, antipatriotas ou seja lá o que pense!

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Ler para Escrever Sua História

Se quer escrever bem, leia mais!


Ah! Ler é chato! Me dá sono! Não consigo.

Tente! Force! Até que vire um hábito!

Há 3 anos convivo com alguns bloqueios, dentre eles a leitura, algo para o qual sempre fui um verdadeiro psicopata. 
Tentava ler e não conseguia me concentrar, ficava com sono, não sentia prazer e nem vontade de devorar meus livros. Eu que lia 3 livros por mês (no mínimo), agora estou há 3 anos sem concluir um livro sequer.

Ler é viajar sem sair do lugar.
Porém este é um dos bloqueios que me incomodam muito. Me sinto burro, preguiçoso e incapaz.
Por isso, resolvi dar um basta!
20 páginas por dia! Essa é a meta!
Tudo do pouco que consegui até hoje em minha vida, veio da leitura. Minha mãe se assustou quando me viu lendo pela primeira vez, por ser tão novo. Minhas professoras sempre elogiaram minha leitura. Sempre era escolhido como orador. Minha formação profissional veio de minhas leituras independentes. Isso não pode parar.

A leitura amplia nossos conhecimentos, nosso vocabulário e nossa percepção. Sendo assim, ler nos deixa mais inteligente.
Queria ter mais tempo pra ler como antigamente, queria ter companhia pra ler e discutir sobre a leitura, queria ter tempo pra escrever sobre o que leio, mas nada disso me impede de ler.

Este post é justamente pra mostrar que entendo hoje em dia, as objeções que muitos colocam sobre o que desmotiva a leitura, mas sabendo também da importância deste hábito, rogo para que façam como eu, LEIAM, forcem e continuem até que vire um hábito e sinta prazer na leitura e em ampliar sua mente.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

A Filosofia do EU MEREÇO

Quem nunca disse pra si a expressão "Ah mas eu mereço!"?


Merecer: v.t. Ser digno ou passível de alguma coisa.

...Apresentar as condições requeridas para alcançar uma coisa.

Você tem dinheiro pra comprar um Celtinha 2002, chega na agência de veículos e vê o Celtinha entre um Fox 2012 e um Focus 2010. O vendedor sente isso e com um pouco de papo e influência, lá está você fazendo contas e mais contas. No fundo você sabe que arcar com uma prestação que não estava nos planos te deixará financeiramente apertado, mas então você entra num estágio irracional e um grito ecoa em sua mente:
AH MAS EU MEREÇO! Trabalho muito, estudo, faço tudo direitinho!

Ah mas vai... Anram!
Foi assim quando comprei meu primeiro carro. Juntei dinheiro durante minha adolescência pra comprar um Fusca ou no máximo um Gol. Acabei comprando um Omega, o carro mais fodástico da época. 

Pessoas se "autoenganam" todos os dias adotando essa filosofia, que tem como base a necessidade humana de demonstrar status. 
Conheço muitas pessoas que realmente merecem o que de melhor a vida pode oferecer, mas infelizmente não é assim que a banda toca. Fosse assim, eu seria herdeiro da mulher mais rica do planeta!

Um bom exemplo é imaginar um gordinho que começa a frequentar a academia e como se esforça de uma forma a qual não estava acostumado, mas que é normal para quem tem o objetivo de perder peso, se acha digno de merecer um hamburger hoje, uma barra de chocolate amanhã, duas Cocas na quinta...
Ele não conquistará seu objetivo.


A filosofia do Eu Mereço, satisfará seu ego por algum tempo, te trará momentos felizes, mas te deixará cada vez mais longe de realmente merecer segundo as leis da economia, da vida e do universo.

Portanto meus amigos, sempre que ouvir aquela voz lá de dentro dizer a frase-chave, respire, dê meia-volta e vá pra casa analisar friamente o que realmente precisa e o que realmente pode fazer. Se for possível, envolva um terceiro na análise, de preferência mais conservador e frio que você.

Sendo curto e grosso, se você não tem ou não pode ter, não é porque você não é digno de merecer, mas porque você ainda não fez por merecer (do jeito certo).
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Essa é pra você que tem dúvidas e costuma me perguntar de forma privada nas redes sociais. São as mesmas questões de outros companheiros de batalha. Respondendo publicamente, ajudamos mais suicidas! Pergunte o que quiser, mas com carinho...

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Envie e-mail para modafoca@dinheirologia.com com o assunto "Pergunta Modafoca".

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Após o pregão de sexta, João "Modafoca" Homem publicará um vídeo respondendo todas as perguntas que chegaram na semana.