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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Você usa esse esteróide anabolizante em seu negócio?

A Alavancagem é uma estratégia para crescer mais rápido, mas pode te liquidar mais rápido também

Quando usar e quando não usar esta estratégia? Você sabe quais negócios devem ter um crescimento natural e quais podem usar essas injeções?

Há alguns meses atrás eu deixava um negócio que não deu certo devido a alavancagem pra trás e iniciava um novinho, ainda com algumas dívidas do antigo para serem renegociadas, mas começando do zero, sem alavancagem.
A estratégia era utilizar o mesmo modelo de negócios base do antigo negócio, com alguns upgrades que dariam uma força à lucratividade e ser absolutamente adepto do bootstrapping.

Infelizmente, por motivos pessoais, abandonei o negócio e consequentemente os projetos.
Como foi um afastamento com motivações pessoais e passionais, não fiz questão de deixar meus projetos para usufruto de meus inquisidores. Enfim, coisas pessoais...

Dinheirologia
Não é a justiça e nem Deus. Só o tempo mostra a verdade.

Porém, pelo negócio, rezo para os responsáveis leiam este post, pois estão fazendo tudo errado novamente...

Quando alavancar?
A alavancagem realmente é um acelerador de crescimento.
Se seu negócio transforma 100 reais em 150 mensalmente e tem certeza de que consegue controlar este índice, imagina quanto ele cresceria se tivesse 10 mil reais, para serem transformados em 15 mil...
Essa é a mágica da alavancagem!
Porém a mágica não se baseia na multiplicação do lucro ou na potencialização do crescimento e sim, no controle da lucratividade.

Pense bem...
Se seu negócio tem um custo variável alto, ou seja, o custo que sobe juntamente com as vendas, ele crescerá na proporção dos 10 mil, sendo que seu custo fixo também aumentará, pois terá uma dívida pra pagar sobre estes 10 mil. E claro, um negócio tão maior precisará de investimentos em marketing, vendas, logística, produção e administração, o que reduz sua lucratividade. Quanto maior o negócio, maior a estrutura necessária para mantê-lo.

Quando NÃO alavancar?
Você não deve alavancar quando seu negócio tiver uma lucratividade baixa, o que dificultaria a gestão entre os dois fatores, o tamanho da alavancagem e o pequeno lucro.
NÀO CONFUNDA LUCRATIVIDADE OU LUCRO, COM MARGEM.
O negócio que citei acima, trabalhava com margens de 30 a 40% sobre a receita e mesmo assim tinha uma lucratividade que variava entre 4 e 7%.

Mesmo que você seja um excelente gestor, não se consegue trabalhar por muito tempo ali no fio da navalha! Quem já administrou qualquer tipo de negócio sabe... SHIT HAPPENS!

Portanto, se seu negócio tem uma lucratividade baixa, NÃO ALAVANQUE! Mesmo que isso atrase seu crescimento.
Agora, se é bom o bastante para revolucionar o negócio e transformar essa lucratividade, bora caçar sua alavanca!

Dinheirologia
Atenção!
Repitam comigo em voz alta:
PRIMEIRO FAZER A LUCRATIVIDADE CRESCER, PRA DEPOIS PENSAR EM FAZER O NEGÓCIO CRESCER POR VIA DE ALAVANCAGEM.

Bom trabalho e façam o dever de casa!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

A FR Promotora é uma empresa correta?

Vale a pena investir tempo e dinheiro na FR Promotora

Enfim escreverei aqui sobre minha conclusão sobre a empresa FR Promotora

Primeiramente quero lembrar a todos, que meu interesse aqui não é divulgar a empresa e muito menos os spamers modafocas que enchem os comentários de anúncios.
Como descrevi no primeiro post sobre minha investigação da empresa FR Promotora, me cadastrei como divulgador ativo da empresa e queria que outras pessoas se cadastrassem comigo, para ajudarem na experiência, pois se ninguém se cadastrasse, eu não teria dinheiro a receber e não saberia se a empresa honraria seus compromissos comigo.

Ao todo, cadastraram-se 4 divulgadores ativos em minha rede e outros inativos, que em nada contribuem para a pesquisa.

Dinheirologia
Pau!
O escritório virtual fornecido pela empresa é bem singelo, mas contem as informações necessárias para cuidar de sua rede e verificar a parte financeira de seu negócio.

Mas qual negócio?!
Eis então o que me fez reprovar a FR Promotora...

Pensei que após me cadastrar como divulgador ativo, receberia ferramentas e demais incentivos para divulgar os serviços da empresa, ganhando assim boas comissões e motivando os demais divulgadores da minha rede a fazerem o mesmo.
Porém o verdadeiro negócio da empresa é mesmo a divulgação do MMN, ou seja, divulgação de cadastros. É nisso que eles focam e quem entende um pouquinho de MMN sabe que o caminho deve ser focar primeiro na divulgação de produtos/serviços da empresa e depois pensar em ampliar a rede de divulgadores.

Sistema de Marketing Multinível que não foca em vender produtos e/ou serviços não presta! Pode vir um monte de spamers aqui defender a empresa, que minha reprovação continuará!
Pensei que após me cadastrar como divulgador ativo, pagando minha mensalidade, a empresa me daria o suporte necessário para vender seus serviços, mas invés disso, você tem que explorar por todo o site da empresa até achar um pequeno espaço destinado aos serviços oferecidos pela mesma.
Com certeza, por melhor vendedor que eu seja, raríssimas pessoas comprarão um serviço desses, olhando um site daqueles.
EU NÃO COMPRARIA! JAMAIS!

Dinheirologia

Portanto se é quase impossível vender seus serviços, não é um sistema de MMN que se preze, pois ele é sustentado apenas pela encheção de saco que é a indicação de novos divulgadores. Por isso existem tantos spamers!
E sinceramente, se você tem coragem pra atuar como esses chatos que insistem em empurrar algo em você, que você não quer, vá vender Herbalife, pois é até (um pouco) menos chato, auxilia a saúde das pessoas e ainda consegue apurar uma grana maior e mais perene que na FR promotora.

Se a empresa paga? Parece que sim!

Enfim, é isso!
Vejo muitos spamers falando da Polishop né?!... Dei pau também! O motivo, conto no próximo post...

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

A Arte do Começo, livro de Guy Kawasaki

Um livro que ensina a parar de ficar só aprendendo e a fazer alguma coisa!

Apontado como um dos responsáveis pelo sucesso do Macintosh, Guy Kawasaki escreve a teoria da prática.

A Arte do Começo, foi indicado por um grande amigo e logo em minhas primeiras pesquisas, pensei que fosse um livro de negócios, mas muito voltado aos negócios no ramo da tecnologia. Daí comecei a ler e comprovei isso! kkkk
Mas não era exatamente como eu pensava.

O cara só mexeu com tecnologia, em toda a sua vida, portanto nada mais justo que aplicar estes exemplos no livro, já que a ideia do livro é falar sobre prática.
Mesmo com exemplos cheios de tecnologia, o livro faria um bem enorme e poderia funcionar como um manual sobre Como Iniciar Negócios, até mesmo para aquele vendedor de hotdogs da esquina.

A forma pessoal e bem humorada como o autor escreve, faz a leitura ficar bem mais fácil e sua didática nos dá a impressão de não estarmos lendo um livro e sim de estarmos em meio a um treinamento para empreendedores.

Claro que o livro não compreende toda a complexidade do início de uma startup, mas são 227 páginas práticas e isso muito me atrai. Gosto que o autor vá direto ao ponto. Se quisesse suspense e frufrus, leria um romance. E nisso, Guy Kawasaki é muito bom! Seu livro é objetivo e prático, como todos os livros da área deveriam ser.

Se você é um empreendedor, este livro não pode faltar em sua biblioteca.

Dinheirologia

Livro: A Arte do Começo
Autor: Guy Kawasaki
Nota Dinheirologia: 9


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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Quando falamos de frota, lá vem a terrível dúvida...

Qual é o fator decisivo para escolher entre frota própria ou frota terceirizada? Qual a hora de saber se estamos gastando mais entre um modelo e outro?

Perguntas que dificilmente podem ser respondida com exatidão; os números pesquisados de acordo com a ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores dizem que metade dos atacados a nível Brasil está optando por um modelo de frota própria enquanto a outra metade fica com a utilização da frota terceirizada.

Pensando nas vantagens e desvantagens de cada modelo, depende muito da operação a ser realizada, alguns atacados preferem ter sua frota 100% própria, enquanto outros terceirizam algumas regiões ou zonas de entrega, depende da necessidade e também do nível de serviço que podemos oferecer até o consumidor final.

Dinheirologia
Minha frota é motivo de orgulho pra empresa, desde 197...
Caminhando na ideia de obter uma frota própria, atacados distribuidores pressupõe que a operação pode ficar mais barata podendo se enganar quando analisarmos os custos efetivos dessa frota.
Na verdade o que estamos vendo é que não existe uma frota 100% própria explica a revista distribuição. A empresa pode ter a maior parte de carros próprios, mas sempre completará a operação com frota de terceiros, dependendo do volume de entregas que ela tenha a realizar no período.

Pensando por esse ponto, é a pura verdade, mas existem aqueles que preferem adquirir mais caminhões, contratar mais motoristas, para realizar as entregas, sendo fiel ao modelo próprio na tentativa de manter seu nível de serviço e garantindo a pontualidade na entrega. Na contramão dessa situação encontramos diversas saídas como a terceirização total ou parcial ou até mesmo contratando agregados ou autônomos de qualidade.

Tudo tem que ser bem analisado pelo o gerente de logística da empresa, folha de pagamento do transporte, custo da frota, tempo de entrega, quantos caminhões e pessoas envolvidos na operação de transporte, KM rodado no mês, tudo isso pode ser uma informação vital para a escolha entre frota própria ou terceira.

Veja algumas diferenças

FROTA PRÓPRIA
• Manutenção dos veículos
• Salário dos Motoristas e Encargos
• Seguros
• Licenças/impostos
• Maior agilidade nas tomadas de decisão

FROTA TERCEIRIZADA
• Enxugamento da estrutura
• Equipe e ativos agregados
• Custos preestabelecidos
• Negociação e contratação de fretes
• Menor autonomia

Algumas empresas enxergam a terceirização como redução nos custos logísticos ou até mesmo se julgam não serem competentes para administrar esta parte logística, mas vale lembrar que 25% dos custos logísticos estão ligados diretamente a área de transporte.

Definir a estrategia melhor para o transporte, pode representar muito na hora de atender o cliente final, um exemplo disso é o caso do frete retorno, que por muitas vezes quando temos uma frota própria, pode significar e muito no custo da entrega, caminhão que vai cheio e volta vazio encarece lá no final, no cliente contratante e isso é péssimo quando falamos de repassar esses custos. Empresas de atacado estão buscando incessantemente o frete retorno, onde podem (quem sabe) gerar uma receita significativa para a operação.
Analisando mais um pouco sobre a frota terceirizada, podemos dizer que a dor de cabeça pode ser menor, quanto a questões administrativas e burocráticas, mas será que estou atendendo realmente com o nível de serviço que a empresa merece?

Muito importante saber o que você vai entregar e pra quem.
Por isso, logisticamente falando não tem melhor ou pior. Já cara ou barata, existe sim!
Planejamento nessas horas vale muito na hora de saber quando, como e onde vou terceirizar meu transporte, saber quais tipos de veículos próprios posso trabalhar ou terceiro, são decisões que vão afetar diretamente o processo logistico e devem ser analisadas no médio ao longo prazo.

Tudo depende do QUE (produtos e serviços chegando lá de qual forma) quer entregar ao cliente.

Guest Post de Setas Logística.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Você acredita que é o melhor em alguma coisa?

Você acredita que existe alguém que seja O Melhor em algo?

Só é aceitável responder com um "Sim", uma das duas perguntas acima. Para qual delas você respondeu "sim"?

No último sábado rolou o UFC 156 e apesar de assistir a todos os UFC's desde 199..., neste eu aguardava uma luta em especial. A luta entre o todo poderoso Alistair Overeem e o humilde paraibano, Antônio Pezão.

Dinheirologia
Mr. Todo Poderoso! Sou foda!
Poxa, mas o que diabos isso tem haver com o Blog Dinheirologia?!?
Calma. Ainda chego lá!

Alistair Overeem é um atleta que já conseguiu alguns títulos expressivos (A maioria em eventos sem controle antidoping) no mundo do MMA. Porém, a cada vitória, mais sua soberba foi tomando conta de sua mente. O Ego, um de nossos maiores inimigos, suprimiu qualquer restinho de humildade que existia ali.

Isso acontece com muitas pessoas, após algumas vitórias sucessivas. Você tem a ilusão de ser um "fora de série", de ser o melhor em algo, ou ainda, de ser insuperável. Sua autoestima extrapola os linites e você se transforma em um Megalomaníaco. Acha que o universo se move ao seu comando e se acha importante neste mesmo universo, sendo que na verdade é apenas mais um grãozinho insignificante que passará por aqui.

Claro, alguns conseguem a glória de terem seus nomes lembrados pela história. Mas estes, não deixam que o ego sobreponha seu desenvolvimento. Sempre pensam em como melhorarem.
"O megalomaníaco difere do narcisista pelo facto de que pretende ser poderoso ao invés de charmoso; temido ao invés de amado. A este tipo de pessoas pertencem muitos lunáticos mas também grandes homens da História." - Bertrand Russell

O ego é como o nosso lado negro. Precisamos dele, mas não podemos alimentá-lo demais.
E quando estamos no Megalomaniac Mode, nós mesmos fechamos as portas para aprender ou ouvir qualquer outra coisa.

A vida exige um controle apurado de nosso ego, embora várias publicações atribuem características megalomaníacas a grandes nomes da história, sei por experiência própria que a soberba gerada por este transtorno, pode te levar à lona!

Dinheirologia
Mr. Onquieutô! Vovô, é você?!...
A dica é dosar. Mantenha sua autoestima sempre elevada, pois a humildade também não pode ser absoluta dentro de você, mas tome cuidado com seu ego, essa voz aí em sua cabeça fingindo ser você. Tome cuidado com o que ele diz.
Deseje ser grande, mas não se considere grande.

No mais, adorei ver essa montanha de músculos de laboratório, marra e soberba (Alistair Overeem), cair! E caiu como cai qualquer um que segue por esse caminho, pois em algum lugar nesse universo, tem alguém do seu nível, treinando mais, pois acha que ainda falta muito pra ser grande.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O Guia de Investimentos - Livro de Robert T. Kiyosaki

Em minha opinião, o livro mais completo do famoso guru dos investimentos.

Este livro veio continuar o sucesso de seus antecessores "Pai Rico, Pai Pobre" e "Independência Financeira". Faz isso com primor!

Li esse livro em 2007. Lá se vão curtos e intensos 6 anos...
Numa releitura rápida pra escrever este post, me peguei tendo os mesmos sentimentos daquela época, numa escala menor, pois o que está escrito ali já não é novidade pra mim e talvez algumas coisas também não sejam novidades para quem já leu "Pai Rico, Pai Pobre" e "Independência Financeira", mas o autor consegue sempre agregar mais e de maneira tão sutil, que vai te empolgando a cada página.

O autor volta com sua didática magnífica, responsável por seu sucesso. Faz tudo parecer possível, aplicando conceitos de investimentos, boas referências e de quebra, contando uma historinha.
Robert Kyiosaki é foda em ensinar e motivar mesmo e com certeza, este é seu livro mais completo.

Pra você que está começando a trilhar o tortuoso e enigmático caminho dos investimentos, este livro é como uma Bíblia, é um Guia mesmo, vai dizendo o que há atrás da curva e entre as árvores, passo-a-passo.

Quero expor duas passagens marcantes para mim neste livro:
- Pense mais em termos de comprar tempo do que poupar tempo.
No momento em que você começar a pensar que o tempo é valioso e que tem um preço, mais rico você ficará.
Em outra passagem faz referência às pessoas que não acreditam nos conceitos, princípios e regras que a vida como investidor traz. No caso do autor, faz referência ao seu pai e no meu caso também...
Finalmente, resolvi deixá-lo viver sua vida e tentar me concentrar em viver a minha. Se ele quisesse falar de dinheiro, tudo bem, mas não procuraria ajudá-lo se ele não pedisse ajuda.
Triste isso, mas devemos ser frios, cortar as amarras e seguir nosso caminho.

Enfim, se você tá começando, COMPRE! Já se você já começou, COMPRE também, pra voltar a ter aquele fogo inicial que te move na velocidade de um jato rumo à riqueza.

Dinheirologia

Livro: O Guia dos Investimentos
Autor: Robert T. Kiyosaki e Sharon L. Lechter
Nota Dinheirologia: 10


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