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sexta-feira, 30 de maio de 2008


Recebi este texto por email e decidi colocar aqui no blog!

"Não é preciso ser extraordinário ou nascer com um Q.I. acima da média para se tornar um líder. Três dos mais bem-sucedidos executivos do mundo construíram suas fortunas suando a camisa: Bill Gates na informática, Walt Disney no entretenimento e Ted Turner na comunicação.

Eles não nasceram líderes nem demonstraram nada de extraordinário durante a infância ou em seus estudos. Gates abandonou a universidade após cursar dois anos, Disney jamais freqüentou uma escola superior e Turner foi expulso da Universidade de Brown seis meses antes de sua formatura.

Ao analisar a trajetória dessas personalidades, Ômar Souki identificou alguns pontos em comum. E são justamente esses segredos que ele revela em seu livro Liderança & Genialidade Empresarial, mostrando que simples ações são capazes de mudar não apenas pessoas, mas o mundo.

Assim como os líderes geniais, você também pode usar certas chaves para abrir as portas do sucesso ilimitado. As sete chaves do extraordinário sucesso de Bill Gates, Walt Disney e Ted Turner são:

1. Proatividade acompanhada de senso de perspectiva – Tenha iniciativa e
faça acontecer. Assuma responsabilidades e veja as coisas sob várias perspectivas.
2. Missão praticamente impossível – Abra as portas de sua missão, que
pode até parecer impossível, mas que lhe dará tremendo ímpeto e vontade de seguir em frente.
3. Diálogo interno criativo – Aprenda a transformar seus sonhos em
realidade.
4. Extraordinária capacidade de comunicação – Comunique-se com rapidez e
elegância. A essência da comunicação está na modelagem, esse é o processo mais rápido que existe para produzir um clima de confiança nos seus relacionamentos.
5. Estratégia de ação eficaz – Concentre suas energias nas coisas
essenciais. Descubra o que é mais importante para sua vida e se motive para agir.
6. Abundância de energia pessoal – Descubra o segredo da energia e do
rejuvenescimento. Aprenda a respirar corretamente, comer de forma equilibrada, se exercitar com freqüência e relaxar regularmente.
7. Absoluta congruência – Aprenda a despertar sua espiritualidade e
permita que ela guie todas as outras dimensões de sua vida.

Desperte o líder que há em você. Seja dono de seu próprio destino. Agora que você já conhece as sete chaves da liderança, abra as portas para sua realização pessoal e profissional de forma definitiva."

Estou enrolado com um despachante há muito tempo! Sei o que vão dizer:
- Mas não é você que fala tanto sobre a importância da equipe!?
Sim, sou eu mesmo! Mas de vez em quando a gente erra na escolha!

Mas enfim, o cara vem me enrolando já tem um tempo e às vezes me lembro do quanto era boa a época em que resolvia tudo na porrada!
A dica que quero dar, pelo menos pra quem mora em Minas Gerais, é que o Detran possui um departamento chamado SADE, o Setor de Assuntos de Despachantes. Este setor serve para ouvir suas reclamações sobre despachantes enrolados e puni-los da melhor, ou pior, forma possível. Funciona dentro do próprio Detran e é temido pelos despachantes, pois o meu tratou de resolver meus problemas num instante, assim que falei que o denunciaria a este setor.

Portanto, não deixem os caras te enrolarem!

quinta-feira, 29 de maio de 2008


Já tem um tempo que eu não escrevo algum artigo com o marcador "História" e sei que muitos leitores curtem ler esses posts, pois trazem uma sensação mais real do "campo de batalha".
Portanto decidi descrever hoje, um pouco do que está acontecendo deste lado do computador.
Minha empresa, está prestes a completar seu primeiro ano de vida. Embora tenha conseguido todo aquele sucesso inicial, hoje em dia devo dizer que "o trem tá feio e cabeludo"! Os últimos 6 meses foram no maior estilo "trancos e barrancos" que vocês possam imaginar. Fechei alguns deles, abaixo do Ponto de Equilíbrio, minhas despesas aumentaram, juntamente com juros de terceiros e hoje me encontro num ponto chave.

Daí você pensa: - Vixe, agora ele tá ferrado!
Mas não! Adoro chegar a esses pontos chave, pois são neles que tomamos as grandes decisões, que mudam nossas vidas de forma absurda.

O maior motivo desta quebra no ritmo do "sucesso alucinante", se deve ao fator surpresa, que apareceu logo no início, quando eu tive que escolher entre passar por cima da empresa de minha família, ou tentar desviar dela no mercado.
- Burro! Burro! Burro!
Escolhi procurar pelos desvios e me perdi! Fiquei bem em minha consciência, mas a reação deles, até hoje, é como se eu tivesse escolhido a outra opção, ou seja, fiz tudo isso quase que à toa!

Mas conversando com a pessoa que mais me ajudou e me suportou nessa caminhada até agora, ela me lembrou: - Você tem que dar certo! Eles não!
E é a mais pura verdade! Eu estou sozinho na batalha, tipo um Rambo, entende!?! Se eu não der certo, tô ferrado! Eles não, já têm toda uma retaguarda.

Então filho, é chegada a hora de outra grande decisão! Deus dá uma segunda chance!
Minha decisão já está tomada, baseada em tudo que passei durante esse 1 ano, tanto como Pessoa Jurídica ou como Pessoa Física.
Decidi que vou danar a gritar e atirar, igual ao Rambo mesmo! Hehehe Não quero passar por cima de ninguém e não farei isso. Mas também não serei tão cauteloso.
Se esbarrar no ombro a ombro, não é falta!

Quanto a segunda empresa, essa está travada na burocracia assombrosa de nosso país. Em breve terei mais notícias dela!

quarta-feira, 28 de maio de 2008

O que é Brand Equity?

(Ctrl+c/Ctrl+v ON)
Brand Equity pode ser definido como “um conjunto de ativos (ou passivos) ligados a uma marca, seu nome e seu símbolo, que se soma (ou se subtrai) do valor proporcionado por um produto ou serviço para uma empresa ou para os consumidores dela. Se o nome da marca for mudado, alguns ou todos os ativos (ou passivos) podem ser afetados, e mesmo perdidos”.
É importante registrar que conjunto de ativos e passivos, no qual o conceito de Brand Equity se baseia, é diferente de ambiente para ambiente (mercado, tipo de empresa, perfil de consumo, etc.).
Esses ativos podem ser agrupados em 5 dimensões, que servem para canalizar o esforço da organização no sentido de desenvolver, administrar e medir, periodicamente, a evolução do valor da marca.
- Conscientização da marca;
- Qualidade percebida;
- Fidelidade de marca;
- Conjunto de associações;
- Demais ativos da empresa.
(Ctrl+c/Ctrl+v OFF)

Segundo Kotler, uma marca forte é importante, mas o que ela de fato representa é um conjunto lucrativo de clientes fiéis.
"As empresas precisam ser vistas como portfólios de clientes, e não de produtos."

Enfim vi algo que prestasse no programa "O Aprendiz"! Ontem antes de ir dormir,estava passando os canais, quando parei no maldito programa do Roberto Justus. Já assisti a alguns episódios, mas sinceramente, acho o programa muito comercial e pouco real.
Mas dei um voto de confiança e assisti tudo, como entretenimento (Pra ver quem sairia).
Foi aí que seu conselheiro, Walter Longo, disse algo interessante sobre comunicação. Não sei as palavras certas, que ele empregou na ocasião, mas foi mais ou menos isso:

"Há muita diferença entre conceito central, idéia criativa e slogan. O conceito central seria o "o que passar". A idéia criativa, o "como passar". Já o slogan é o
final, o que estará fixado para o receptor da comunicação."

É algo próximo disso! Deu pra entender né!?! Eu achei bem legal essa diferenciação que ele fez e também o que o Roberto Justus disse no final, a respeito do que o levou a decisão final do episódio sobre seu futuro sócio:
"Prefiro que esteja comigo, alguém que eu tenha que puxar, do que alguém que eu tenha que empurrar"
Ou seja, como sócio, ele prefere os pró-ativos do que os reativos!

terça-feira, 27 de maio de 2008

O Princípio 80/20 ou o Princípio de Pareto

Todo gestor, empreendedor, investidor e recém nascido deveria ler este livro.

Geralmente, 20% dos produtos de uma empresa, respondem por 80% das vendas e dos lucros; o mesmo acontece com 20% dos clientes; 20% dos criminosos respondem por 80% dos ganhos ilícitos; 20% dos motoristas causam 80% dos acidentes; 20% dos tapetes recebem 80% do desgaste; 20% das roupas são usadas 80% do tempo.
A maior parte do que fazemos tem resultados insignificantes. Um pouco do que fazemos é realmente importante.
- Richard Koch

Esse princípio nos ensina a não desperdiçarmos esforços! Simples assim!
O livro realmente ensina toda essa teoria e como aplicá-la. É muito bem fundamentado, mas em compensação é bem chato de ler, aquele tipo de livro que o faz lutar uma batalha épica contra o sono.


Livro: O Princípio 80/20
Autor: Richard Koch
Nota Dinheirologia: 6

segunda-feira, 26 de maio de 2008


01 - "Atira se for homem!"
02 - "Atravessa correndo que dá."
03 - "Ah, não se preocupe, o que não mata, engorda"
04 - "Fica tranqüilo que este alicate é isolado"
05 - "Sabe qual a chance de isso acontecer? Uma em um milhão"
06 - "Essa camisa do Palmeiras não é minha não....eu sou corinthiano como vocês"
07 - "Adoro essas ruas pois são super tranqüilas"
08 - "Tem certeza que não tem perigo?"
09 - "Pode pular sossegado. Eu mesmo dobrei o seu para-quedas"
10 - "Aqui é o PT-965 decolando em seu primeiro vôo solo"
11 - "Confie em mim"
12 - "Aqui é o piloto. Vamos passar por uma ligeira turbulência"
13 - "Capacete? Imagina, tá calor"
14 - "Eu sempre mudei a temperatura do chuveiro com ele ligado. Não ia ser hoje que alguma coisa iria acontecer"
15 - "Deixa comigo"
16 - "Desce desse ônibus e me encara de frente, sua barbie!"
17 - "Você é grande mas não é dois!"
18 - "Kung-Fu nada. Eu vou acabar com você"
19 - "Vamos lá que não tem erro"
20 - "Seja o que Deus quiser"
21 - "Pode mexer. É Pitbull, mas é mansinho"
22 - "JERONIMOOOOOOOOOOOOOOOOooooooooooo........... .."

Que tenhamos, com muito bom humor, uma ótima semana!

sexta-feira, 23 de maio de 2008


Sou totalmente contra quem tenta "dar um jeitinho" na hora de pagar seus impostos. Se você deseja ser rico e ter entre seus ativos, grandes empresas de sua propriedade, tem que pagar seus impostos corretamente, porque senão, um dia a casa cai!

Já parta então do ponto "Caixa 2 nem pensar!" e como um próximo passo, aprenda como pagar menos impostos, sem transgredir as leis. Ou melhor ainda, aprenda como pagar a você primeiro, para depois pagar os impostos.
Esse conceito é muito utilizado por Robert Kiyosaki em seus livros (Série Pai Rico), mas muitos pensam que os mesmos só podem ser usados na realidade americana em que o autor vive. O negócio é que como o próprio RK diz, temos que saber adaptar as estratégias de acordo com a legislação tributária de nosso país.

Então como usar essa estratégia no Brasil? - Está aí a pergunta de 1 milhão de reais!

Primeiro passo - Este passo, é o mesmo usado pelos americanos. Temos que constituir uma Pessoa Jurídica, não necessariamente uma S/A, como eles dizem, mas uma sociedade.
Isso porque tudo fica mais acessível para uma empresa, como créditos, investimentos e etc. Além de que também, temos mais opções de tributação sobre a Pessoa Jurídica.

Segundo passo - Não sou advogado tributarista, nem conselheiro fiscal e muito menos contador! Portanto, contrate um desses especialistas para lhe auxiliar no próximo passo. Tome o cuidado de contratar alguém que tenha a cabeça aberta para enxergar novos caminhos, pois a maioria já vem com uma espécie de molde na cabeça em que está fixado, que se a empresa for assim, o regime tributário será assado. Você tem que passar exatamente o que você quer, ou seja, o caminho tributário para que sua empresa se pague primeiro, para depois pagar os impostos.

Terceiro passo - Pague o especialista e implemente o sistema tributário!
Simples Assim! Hahahahaha!

Opinião de um espartano: Em minha humilde opinião, o único regime tributário brasileiro, onde se é capaz de usar essa estratégia, é a tributação sobre o Lucro Real. Isso porque qualquer outro tipo de tributação, será baseada no faturamento da empresa, deixando a mesma, de mãos amarradas, sem poder usar de qualquer estratégia.
Temos ainda o Lucro Presumido, mas entre ele e o Real, fico com o segundo.

Gostaria muito que algum bambambam em legislação tributária lesse esse blog e discutisse esse assunto comigo, pois é bem polêmico e dá pano pra manga!
Assumo que algumas empresas em estágio inicial, podem optar por outro regime, numa decisão de curto prazo, mas no longo prazo, continuo acreditando na tributação sobre o Lucro Real!

Um abraço a todos os leitores (Muitas visitas após a renovação do layout) e um ótimo final de semana! Esqueçam "o jogo" e curtam suas famílias!

quinta-feira, 22 de maio de 2008


Como um bom espartano, vou mudar um pouquinho o rumo do Blog, para contar um historinha...

"No sudoeste do Peloponeso estende-se um vale por onde rola suas águas o antigo rio Eurotas. A região, que é quase toda cercada de montanhas chamou-se noutros tempos, de Lacônia. Inicialmente foi habitada pelos pelasgos, depois foi invadida pelos aqueus e, por fim, conquistada pelos dórios.
Esses últimos fixaram o centro de sua atividade na cidade de Esparta.
A hostilidade dos aqueus, vencidos mas não conformados, a influência do solo áspero, do clima e da própria situação geográfica, tornaram os espartanos, no decorrer dos séculos um povo guerreiro.

Três motivos principais levaram os espartanos a guerras de conquista:
1- A preocupação de abater qualquer outro Estado que, por seu poderio, constituísse ameaça ao país;
2- A necessidade de outras terras para a população crescente;
3- O desejo de aumentar o poderio militar que lhes era próprio, absorvendo novas tropas auxiliares ou aliadas.

A organização política e social de Esparta é atribuída a Licurgo, personagem lendária, que teria vivido no século IX a.C.
A população se compunha de três classes sociais: espaciatas, periecos e ilotas.
Os espaciatas também chamados espartanos eram descendentes dos antigos dórios e formavam a classe dos iguais, espécie de aristrocacia dominante. Os periecos integravam a classe formada pelos antigos aqueus que não foram despojados de suas pequenas propriedades; não tinham direitos políticos, mas gozavam de completa liberdade social e econômica. Os ilotas eram também aqueus, pertencentes, porém, aquela grande maioria que fora privada de seus haveres e reduzida a condições de trabalho humilde.

Esparta era governada por dois reis ao mesmo tempo. Era época de guerra, somente um deles marchava para o combate.
O poder dos monarcas sofria, porém, limitações impostas pelos seguintes outros órgãos de governo:
I - A Gerúsia, câmara formada de cidadãos maiores de 60 anos, que redigia as leis a serem por todos obedecidas;
II - A Ápela, assembléia em que tomavam parte os maiores de 30 anos, com poderes para aceitar ou rejeitar as propostas da Gerúsia;
III - Os Éforos, conselheiros ou magistrados, em números de cinco, eleitos por um ano e com atribuições de convocarem as duas câmaras, de darem ordem a militares, de administrar justiça e de vigiar a vida particular dos adultos.

A educação dos espartanos visava a fazer de cada indivíduo um soldado. O recém-nascido que apresentasse defeito para a vida militar era morto por ordem do Estado. Quando os meninos alcançavam os setes anos de idade, tornavam-se recrutas e passavam a fazer parte de uma pequena tropa que, sob as ordens de um monitor, praticavam diariamente exercícios atléticos e ginástica. Aos vinte anos, o jovem ingressava no exército, aos trinta, podia casar-se e participar da Ápela. A vida militar só findava quando o homem espartano chegava aos 60 anos de idade. Todos, mesmo os monarcas, antes dessa idade, eram obrigados a tomar parte nos exércitos militares, que, periodicamente, se levavam a efeito em tempos de paz.
A cultura intelectual foi quase nula em Esparta limitando-se ao ensino de poesias sagradas, a cantos de guerra e a uma eloqüência particular que devia expressar muitas coisas em poucas palavras. Chama-se lacônica a linguagem breve, concisa, sentenciosas, igual a que e falava na Lacônia.

Esparta manteve um exército adestrado de 30 mil homens de infantaria e 500 de cavalaria. Proporcionalmente ao total da população , o número de soldados era excessivo, podendo se dizer que a lacônia era um quartel general e o povo espartano um exército. Vivendo exclusivamente para as glórias da guerra, foram os espartanos no dizer do historiador Xenofonte: "artistas da arte militar".

A história em que o filme "300" é baseada, se deu por ocasião da invasão da Grécia pelos persas, em 481 a.C. Defendendo o desfiladeiro das Termópilas que une a Tessália à Beócia, Leônidas e uma tropa de apenas 7.000 homens, sendo que apenas 300 eram espartanos, conseguiram repelir os ataques iniciais.

Mas Xerxes, rei da Pérsia, foi auxiliado por um pastor local (Efialtes) que lhe conduziu por um caminho que contornava o desfiladeiro e cercou o exército de Leônidas. Restavam apenas 300 espartanos e voluntários tespienses e tebanos, que decidiram resistir até a morte.

Segundo Pausânias, Xerxes ameaçou a insignificante defesa grega dizendo: “Minhas flechas serão tão numerosas que obscurecerão a luz do Sol”. Leónidas respondeu: “Tanto melhor, combateremos à sombra!” (Heródoto, que narra o desastre das Termópilas no seu Livro VII, reporta esta afirmação, não a Leónidas, mas a um tal Dieneces).

Leônidas sabia da traição de Efialtes. Manteve os espartanos, que durante três dias mataram 20 mil persas, e dispensou o restante do exercito. Para aqueles que ficaram, ele disse: “Almocem comigo aqui, e jantem no inferno”.
Leônidas sabia que sua morte era certa, mas resolveu ficar e morrer lutando. Por dois motivos:
O primeiro, é que nenhum espartano volta fugido para sua cidade. Conforme sua própria filosofia, ou voltam vitoriosos, ou mortos em cima de seus escudos.
E em segundo lugar, se ele fugisse, o restante da Grécia também fugiria.

No final, já cercado por seus inimigos, o rei Xerxes dá uma ordem a Leônidas: “Deponham suas armas e se entreguem”, Leônidas responde apenas: “Venham pegá-las”. São as últimas palavras do rei espartano. Atacados por todos os lados, foram massacrados sem piedade. A cabeça de Leônidas foi cortada e empalada e o seu corpo crucificado.

Os persas esperam durante dois meses, o inverno passar, para continuar a guerra. Quando resolvem voltar, os espartanos restantes formam o corpo principal do exercito grego. Havia três persas para cada grego, e no final da guerra os persas são derrotados e expulsos da Grécia."

Moral: Seja um artista no que você faz! Condicione-se!



quarta-feira, 21 de maio de 2008


O Fluxo de Caixa está no primeiro degrau interno do Triângulo D-I.
Desenhando: Fluxo de caixa é apenas a demonstração do que você recebe e o que gasta, durante um período de tempo. Lembre-se daqueles antigos, mas eficientes, Livros-Caixa.
Como diria o Pai Rico: "- Os números contam a história da empresa."

And... "Lucro e Fluxo de Caixa não é a mesma coisa!"
O fluxo de caixa está para a empresa assim como o sangue está para o corpo humano.
Entendeu o trocadilho hein!? Fluxo... Sangue... Fluxo de Caixa, hein!??

Essa parte do triângulo é simples se olhar o fundamento básico, que é o de seu caixa ficar sempre positivo, tendo mais receita do que gastos.
Maaaaaaaas, se levar em conta a complexidade envolvida nos processos para se conseguir esse tal fundamento básico... vai ver que necessitará de precisão cirúrgica em seus controles.

Vamos para o próximo degrau... a Comunicação!

Assistindo ao filme quebrando a Banca", vi um probleminha de matemática muito legal para usar em rodinhas de amigos. Vejam se entendem:

Você é um participante de um programa de auditório, e o apresentador mostra a você três portas fechadas. Ele diz que atrás de uma das portas está um carro, e atrás das outras duas há apenas cabras. Se você escolher a porta certa, ganha o carro – caso contrário levará apenas uma cabra.


Você escolhe uma das portas. O apresentador, então, sem abrir a porta que você escolheu, dirige-se para uma das outras duas portas que sobraram. Como ele sabe em qual das três portas está o carro, ele então abre uma das duas portas que você não tinha escolhido – exatamente uma porta que escondia uma cabra. Restaram então apenas duas portas fechadas: aquela que você tinha escolhido, e uma outra que não foi aberta pelo apresentador. Atrás de uma delas está o carro.

O apresentador então pergunta se você quer manter a escolha original ou se quer, agora, trocar de porta, escolhendo a outra que ele não abriu e que pode conter o carro.

O que você deve fazer:
1 – Manter a escolha original, ou
2 – Trocar de porta ?

(...)

Você deve, sim, trocar de porta. Abandone sua escolha original e fique com a outra porta que sobrou. Se fizer isso, sua chance de ganhar o carro será de 67%. Se mantiver a escolha original, sua chance será de apenas 33%.

Se você não trocar de porta, sua chance de ganhar o carro é de 33% (1/3). Isto é facilmente compreensível, uma vez que há três portas a escolher no início da brincadeira, e a chance é a mesma do carro estar atrás de qualquer uma delas. Como você é teimoso e não trocou de porta, só vai ganhar o carro se ele estiver atrás da porta que escolheu no inicio.
Ou seja, se não trocar de porta terá 1 chance em 3 (1/3 = 33%) de ganhar o carro.

O apresentador abriu uma porta onde tinha uma cabra, logo o carro só pode estar ou na porta que você escolheu no início ou na outra porta que ainda está fechada. Portanto, se você trocar de porta, só vai perder se, por azar, o carro estiver exatamente na porta que escolheu no início, certo? Isto quer dizer que terá uma chance de 1/3 (33%) de perder. Mas então a chance de ganhar é de 67% (uma vez que a chance de ganhar somada com a chance de perder deve dar 100%).
Se trocar de porta, terá duas chances em 3 (2/3 = 67%) de ganhar o carro.

Se pudesse escolher duas portas ao invés de uma só, sua chance de ganhar o carro seria, obviamente, de 2/3 (67%).
E foi exatamente essa oportunidade que o apresentador lhe deu, quando abriu uma das duas portas que restaram!

Se pudesse optar entre escolher apenas a porta A ou ficar com ambas as portas B e C, é claro que ficando com B e C você teria 2/3 de chances de ganhar. Mas, trocando de porta, é exatamente isso que acontece, uma vez que o apresentador, gentilmente, abriu uma das duas portas e você viu que lá só tinha uma cabra. Trocar de porta é o mesmo que poder escolher duas portas de uma só vez, e, como não sabe onde o carro está, isso vai te dar uma chance de 2/3 de ganhar!

O carro foi colocado atrás de uma das três portas antes que o apresentador mostrasse uma cabra atrás de uma delas. Portanto, a posição do carro estava definida desde o início. O apresentador, num vacilo, ao contar para você que tinha uma cabra exatamente ali, te deu a chance de ficar com duas portas de uma vez ao invés de uma porta só – o que aumenta sua chance para 2/3 se mudar a sua escolha original.

Probleminha fácil, mas nossa cabecinha sempre dificulta as coisas!

Fonte: Aqui!

terça-feira, 20 de maio de 2008


Li num livro de Garret Sutton, que devemos comemorar cada pequena vitória.

Esse início de ano foi pra mim, repleto de batalhas, todas duríssimas e saí com algumas derrotas frustrantes. Por várias vezes perdi a esperança no sucesso e a confiança em mim, mas como um bom espartano, me mantive de pé, com o escudo e a espada em riste.
O maior problema é que além de ter que me manter firme em batalha, tenho ainda, que encher minha alma de sentimentos vitoriosos e para conseguir isso, necessito encher minha mente de pensamentos vitoriosos!

Como fazer isso, quando vê que a derrota está mais perto de você, que a sua própria sombra???
- Lembrando de cada pequena vitória que já teve e assim, enchendo sua alma com todos os sentimentos percebidos em suas comemorações.

Não estou aqui para defender, ou questionar a (agora) famosa Lei da Atração, mas garanto com 100% de aproveitamento (até hoje), que se você acreditar e mantiver seus sentimentos bons sobre o que quer ardendo em sua alma, coisas impressionantes começam a acontecer!

Pode parecer bem piegas, mas com toda a certeza, depois da tempestade, o sol volta a brilhar!
Hora de colher e começar a comemorar!


"Quando melhoramos um pouquinho a cada dia, com o tempo acontecem grandes coisas. Quando melhoramos o condicionamento um pouquinho a cada dia, com o tempo teremos grandes resultados quanto ao condicionamento. Não amanhã, nem depois de amanhã, mas, com o tempo, obtemos um lucro enorme.
Não procure melhorar muito da noite para o dia. Atenha-se ao pequeno desenvolvimento diário. É a única maneira de dar certo e, quando isso acontece, é duradouro."

- John Wooden


Segue abaixo, um trecho do livro "Toyota - Matthew E. May", onde é contada uma historia muito interessante para um bom empreendedor...
"(...) Quando paro para pensar no que o Sr. Ohno nos ensinou, uma coisa é muito clara para mim: ele nos ensinou como pensar, nos ensinou a pensar profundamente. Qando penso nisso, acho que o "T" em STP (Sistema Toyota de Produção) não é só de Toyota, mas de "Thinking". O "Thinking Production System".
Agora eu gostaria de contar uma história dos ensinamentos do Sr. Ohno sobre pensamento. O Sr. Ohno sempre desenhava um círculo no chão, no meio de uma área congestionada, e nos fazia ficar naquele círculo o dia inteiro, observando o processo. Ele queria que observássemos e nos perguntássemos o tempo todo: "Por quê?" Você já deve ter ouvido falar dos 5 Porquês no STP. O Sr. Ohno sentia que, se ficássemos nesse círculo, observando e nos perguntando "Por quê?", idéias melhores surgiriam. Ele percebeu qu os novos pensamentos e as novas tecnologias não aparecem assim do nada. Surgem sim, de um entendimento real do processo.
No meu caso, achei estranho quando ele me pediu para entrar no círculo. Mas o que eu podia dizer? Eu era um iniciante, e ele era o chefão e membro do Conselho de Administração. Então, entrei no círculo e comecei a observar o processo. Na primeira hora, comecei a entender o processo. Depois de duas horas, comecei a enxergar os problemas. Depois de três, quatro horas, comecei a me perguntar "Por quê?". Finamente, descobri a causa básica e comecei a pensar em contramedidas.
Com as contramedidas em ordem, contei ao Sr. Ohno o que eu havia pensado, os problemas que tinha visto e as contramedidas que havia encontrado, assim como os motivos dessas contramedidas. O Sr. Ohno só me respondeu: "Sério?" e foi embora. Ele nunca nos dava respostas. Na maioria das vezes, ele nem no dizia se o que fazíamos era bom ou mau.
Ele estava tentando nos fazer pensar profundamente, e pensar sozinhos. (...)"


segunda-feira, 19 de maio de 2008


"A complexidade mata - redimensione, simplifique e deixe fluir."


O "B-I Triangle", ou Triângulo D-I e N-I em português, significa a estrutura de qualquer negócio bem-sucedido, na visão de Robert Kiyosaki.
Segundo Robert, esse triângulo é o guia que permite transformar uma idéia em um ativo.

Os 3 elementos externos são Missão, Equipe e Liderança. Segundo Sharon L. Lechter:
O líder é um visionário, um chefe de torcida e um capataz.
Como viionário, o líder deve se manter focado na missão da empresa. Como chefe de torcida deve inspirar a equipe enquanto esta procura cumprir sua missão e anunciar os sucessos obtidos. Como capataz o líder deve ser capaz de tomar decisões duras em relação às questões que desviam a equipe de sua missão. Com missão, equipe e líder certos, você estará a caminho de criar um negócio sólido. O dinheiro segue a gestão.

O Pai Rico desenhou e disse certa vez:
MISSÃO => PROCESSO => OBJETIVO
"- Se vocês pretenderem estabelecer um grande objetivo, irão precisar de uma sólida missão que os ajude a atravessar o processo. Havendo uma missão que seja sólida, qualquer coisa será viável."

Continuaremos com os elementos internos do triângulo em outro tópico...


Primeiro vamos decifrar esse palavrão:
Bootstrapping nada mais é, que a auto-suficiência de uma empresa.

Embora na minha opinião essa não seja a melhor forma de gestão em uma empresa já estabelecida, nos momentos iniciais de seu negócio, essa pode ser a melhor opção, ou a única!
Digo isso porque vejo muitas pessoas querendo começar seu negócio com pouco, ou nenhum capital.

A pessoa tem uma excelente idéia de negócio e pensa: - Vou ficar rico! - Daí se depara com a falta de capital inicial para colocar sua idéia em prática.
E aí, o que fazer?
Muitos "bambambans" por aí dizem: - Simples! Faça um bom Plano de Negócios e busque investidores.
Ah se fosse fácil assim!
A realidade é que quando você não tem nome, bens e/ou dinheiro, ninguém quer lhe emprestar dinheiro, nem BNDES, nem bancos em geral, nem investidores, nem seu pai!
Daí, ou você desiste, ou você apela para aquele parente ou colega que tem uma reserva em caixa para ser seu sócio, ou desiste da idéia.

Temos ainda as empresas de Venture Capital, que são empresas de capital de risco que investem em novos "bons negócios". Você pode saber mais e até se cadastrar para ser financiado por eles AQUI.

Se assim como eu, você ainda não conseguir a grana necessária para sua incrível idéia (Que mudará o mundo), tente outra coisa... VENDA!
Isso mesmo! Venda sua idéia!
Explicando...
Sua idéia revolucionária diz respeito a uma indústria de pães de queijo. Você primeiro calcula um provável fluxo de caixa para seu negócio, como se você já tivesse tudo na indústria, ou seja, matéria prima, equipamentos, funcionários (Mínimo possível) e etc. Depois de calculado essa estimativa de fluxo de caixa, você faz contato com todos os fornecedores dos itens essenciais a sua indústria descritos acima. Nesse contato você colhe informações sobre valores e divisões nos pagamentos.
Depois disso, é só juntar tudo e incluir na sua estimativa de fluxo de caixa. Se você souber vender bem sua idéia, além de conseguir dividir diversos itens em muitas vezes sem juros, conseguirá carência para o primeiro pagamento e talvez ainda, itens em consignação.

Essa é uma ótima forma de se conseguir capital de terceiros, com ausência de juros e "Apertar o Botão" do seu negócio.
Precisaria apenas de um nome limpo! Se não tiver nem isso, vá fazer algum serviço autônomo até conseguir limpar seu nome.

O grande guru da administração Guy Kawasaki em seu livro "A Arte do Começo", diz o seguinte:
- Despache, depois teste!
Onde você na tentativa de positivar seu fluxo de caixa, já insere seu produto no mercado sem levar tempo planejando-o, pois o Mercado lhe dará o feedback necessário para fazer as melhorias necessárias no produto.
Eu discordo! Pelo menos nos setores que atuo, se você arriscar "queimar" um produto dessa forma, dificilmente terá êxito no futuro, caso o produto tenha um feedback muito negativo.

Isso tudo está envolvido no Bootstrapping. Mas nesse mesmo conceito tem muitas técnicas funcionais para uns e "fodidais" para outros.
O importante é saber que você não precisa, necessariamente, ter dinheiro para colocar sua idéia em prática!

Espero ter ajudado!

sexta-feira, 16 de maio de 2008


A gente somos profissionals!!!!!!!
O negócio está começando a melhorar. Olhem o banner novo que consegui fazer.
Baixei um editor de imagens muito legal e gratuito. Trata-se do PhotoFiltre 9.2.0.
Para analisarem o software, basta clicar aqui.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Como quem vem por aqui já deve ter percebido, mudei a template do Blog e na minha opinião, ficou fera!
Estou aprendendo mais sobre blogs, pois curto muito escrever e me sinto melhor, retribuindo o que Deus e a educação financeira vem me dando.
Com o tempo vou melhorando a área para conseguir ajudar mais pessoas, com minhas experiências.
Como já disse, não sou especialista em nada, portanto meu blog não é nada técnico, ou super conceituado. Apenas tento fazer com que outras pessoas aprendam com meus erros e acertos, rumo à riqueza financeira. Tudo isso, com uma linguagem acessível a todas as pessoas, em todos os níveis da sociedade.



Tentei criar um banner para o Blog e até que por ser o primeiro, ainda em fase beta, eu fui bem!
O problema é que meu computador estava dando pau e daí tive que usar o Paint!
Mas depois faço alguns upgrades!

Quem quiser fazer também, é só clicar AQUI!

Achei o texto do último post bem interessante, já que me encontro numa situação dessas.
A primeira vez que coloquei meu dinheiro nas mãos dos outros, comprando Fundos de uma banco (Meu primeiro investimento), fiquei com muito medo, mas fiz!
Pouco mais tarde, quando comprei minhas primeiras ações, estava em frente meu notebook, no Homebroker da corretora e sem coragem de apertar o botão de compra! Fiquei parado na tela de compra por cerca de uns 20 minutos, só pra clicar naquele bendito botão.

Agora imaginem para abrir uma nova empresa!!! É apavorante! Parece um filme do Stephen King (É assim que escreve?). Mas já faz quase um ano que abri minha empresa.
Agora é hora de abrir uma nova empresa e nem preciso dizer o quanto estou com medo. Mas vamos lá! É apenas mais um desafio! O tempo não para!
O texto abaixo foi postado por um amigo de Fórum e é voltado para a pilotagem de motocicletas, mas achei por bem colocá-lo aqui, pois muita coisa descrita nele, serve para a vida do investidor que por muitas vezes se vê em situações de pânico ou travado por medo.
O texto é longo, mas é bom!

"O MEDO é dentre todos o maior obstáculo que nós motociclistas podemos encontrar na tentativa de melhorar nossas habilidades, e ainda assim poucos o confrontam decisivamente.
Pra piorar, pouco se fala do assunto em revistas e livros, e este assunto também é negligenciado nas escolas de pilotagem mais difundidas.

Se há uma coisa que aprendi nos cinco anos em que ministrei minhas Clínicas de Pilotagem Avançada é que, ao se remover o medo da equação, as barreiras de aprendizado desaparecem. Afinal, qualquer um é capaz de seguir instruções passo-a-passo. É o medo o que impede o progresso dos alunos em seu propósito de aprimorar a forma como conduzem suas motos.

A Drª. Susan Jeffers, autora de “Sinta Medo e Faça Mesmo Assim”, afirma que todos os medos são alimentados pela sensação de que “não vou conseguir”. Se você tem medo de não conseguir lidar com algo, como entrar naquela curva 15km/h mais rápido do que de costume, seus “mecanismos de sobrevivência” lhe tornarão incapaz de ultrapassar essa barreira psicológica. Embora sua mente consciente queira girar o acelerador, sua mente inconsciente não permitirá que seu punho cumpra a tarefa. É uma situação frustrante para os condutores que querem melhorar suas habilidades com seriedade, mas que não têm consciência do que os está impedindo de progredir.

Inicialmente, deve-se ressaltar que o medo é de fato uma variável positiva. Devemos, contudo, aprender a trabalhar em conjunto com o medo em vez de contra ele, para que tenha boa influência em nossa condução. O medo é por certo necessário à sobrevivência. Se não sentíssemos medo de nada (como o de cair), acabaríamos morrendo ao fazer coisas estupidamente perigosas. Por exemplo, se eu tentasse obter o mesmo tempo de volta de Valentino Rossi eventualmente acabaria caindo, uma vez que não possuo seus necessários conhecimentos de pilotagem, nem tampouco a força e os reflexos equivalentes para desafiá-lo.

O medo pode aumentar o fluxo de adrenalina, o que causa aumento de força em situações de emergência. Você certamente já terá ouvido falar da história da senhora de idade que levantou um carro que prendia seu filho – ainda que ela tecnicamente não tivesse força suficiente para tanto. Mas o medo também pode ser o pior inimigo caso não se aprenda a controlá-lo. O excesso de medo tem o efeito de travar mesmo o mais experiente dos condutores.

Seu Limite de Medo

Todo motociclista possui o que alcunhei de “limite de medo”, o ponto a partir do qual o nível de medo impede que a mente do condutor consiga rocessar informações adicionais. Não é muito diferente de se tentar rodar um software de cálculos intensos em um computador obsoleto. Este conseguirá processar uma determinada quantia de cálculos por segundo; se lhe aplicarmos informações demais, rápido demais, é provável que acabe travando. Da mesma forma, se tentarmos conduzir uma motocicleta mais rápido do que nosso cérebro pode lidar com os dados sensoriais, podemos “travar”. E cair.

Certa vez, ao praticar motocross na pista particular de um amigo, fiquei face a face com essa realidade. Eis que ultrapassei de tal modo a margem do meu limite de medo que minha mente ativou seu “botão de reset” para que eu não tivesse que assistir ao que estava por acontecer.

Meu amigo Dave foi um daqueles afortunados garotos cujo pai lhe deixou construir sua própria pista de cross na fazenda da família. Uma vez, praticando nela com minha RM80, contornei uma curva rápido demais e senti que não conseguiria completar o salto seguinte com esta moto, devido à precariedade de sua suspensão; decidi então fazer um desvio pela lateral da rampa.
Infelizmente, percebi tarde demais que nesta “rota alternativa” havia uma vala profunda...

Conforme viria a descobrir mais tarde, em vez de providenciar carregamentos de terra para constuir as rampas da pista Dave obteve esse material simplesmente cavando valas ao lado de cada rampa.

Assim que percebi o que estava por vir, desmaiei em plena condução da moto. Minha mente literalmente se “desligou”, de modo a evitar que eu estivesse consciente durante a carnificina que chegava. Aparentemente, percebi que os próximos dois segundos seriam de grandes apuros, então entrei em “modo de espera” para me impedir de conscientemente experimentar o horror da cena.

Quando acordei, estava de cabeça para baixo dentro da vala, com uma forte dor-de-cabeça e com a moto tombada sobre mim. Não tinha absolutamente qualquer lembrança da queda.
Olhando para trás, vejo que foi melhor assim.

Freqüentemente, logo antes de cair ou bater os condutores dizem a si próprios: “–Acho que vou cair!”.
Sem dúvida, é exatamente o que acaba acontecendo. A regra aqui é: “quer você ache que vai, quer ache que não vai, você estará certo”. Em outras palavras, sua atitude diante da situação provoca o resultado.
O motivo? O poder da fé.

(Parênteses na tradução: alguém viu, na última volta desta última prova das 250cc (MotoGP da Turquia), o choque entre o De Angelis e o Barberá? Aquela recuperação do De Angelis ao evitar a queda, com as duas rodas no ar, corpo fora da moto e ainda por cima aterrissando de lado, foi uma demonstração de confiança, controle de medo e reflexos sobre-humanos!
Vi mas não acreditei. Nem os locutores!)

Continuando...

O Poder da Fé

O oposto de medo é confiança.
Confiança é um estado mental, uma atitude baseada em seu conhecimento e em sua fé. Conhecimento vem com a análise de suas experiências físicas e mentais.
Fé, neste contexto, não se refere a fervor religioso.
Fé é confiança em seu conhecimento.

Mike Baldwin, tetracampeão de Fórmula 1 da Associação Motociclística Americana (AMA), previu que Wayne Rainey seria um grande sucesso mesmo antes de Rainey partir para a Europa – onde acabou vencendo três campeonados mundiais. “–Eu nunca consegui me forçar a acreditar plenamente na adesão do pneu dianteiro”, diz Baldwin. “–Mas Wayne tinha o poder de, uma vez iniciada a corrida, simplesmente decidir acreditar, e pilotar como se o pneu jamais pudesse desgarrar.”
Tal nível de capacidade em acreditar vem da confiança. Falando de modo claro, Rainey tinha fé absoluta na adesão do pneu dianteiro.
E a fé é uma força poderosa no universo.

A melhor definição de fé que já ouvi me foi dita por uma de minhas recepcionistas. Ela disse que fé era “um poder da imaginação”. Se pensarmos sobre o assunto, faz perfeito sentido. Por meio da fé, milhões de pessoas em todo o mundo atingiram grandes propósitos (positivos ou negativos), ainda que tenham crenças diferentes e muitas vezes até opostas. Isso porque aquilo em que se acredita não é tão importante quanto o fato de que se acredita naquilo. O real poder de criação é a capacidade de sua mente em imaginar possibilidades.

Ao trabalhar com aceleradores de partículas em laboratórios de alta energia, físicos de mecânica quântica descobriram que é impossível observarmos fenômenos sub-atômicos sem de fato alterarmos o que está ocorrendo. Por incrível que pareça, não se pode observar algo – incluindo a si próprio e seu ambiente – sem que se crie uma nova realidade. E é por isso que os mais respeitados psicólogos desportivos enfatizam o uso de técnicas de visualização. Ao imaginarmos um evento em particular, estamos de fato criando a possibilidade de sua ocorrência.

Quanto mais forte sua crença, mais intensamente você afetará seu ambiente. Uma fé suficientemente forte na adesão de seu pneu certamente se manifestará na forma de adesão adicional. Isto não é coisa de contos-de-fadas. Por muitas vezes já verifiquei tal efeito na prática, e sei que isso me ajudou a vencer um Campeonato Nacional de Corrida em Estradas.
Inversamente, o medo intenso de perda de adesão pode provocar uma escapada de pneu. É por isso que todos os campeões de corridas tem tamanha confiança em suas habilidades. Não é questão de ego: é questão de sobrevivência!

Quantas vezes você já observou dois corredores em equipamentos e veículos idênticos contornarem a mesma curva na mesma velocidade, e no entanto só um deles sair da curva ou escorregar? (Rubinho? )
Algumas vezes isso é fruto de erro de um dos pilotos. Em outras, porém, tudo se resume na diferença entre seus níveis de confiança. Quanto mais fé se tem, mais confiante se será. Esta é uma das razões por que o motociclismo foi tantas vezes descrito como uma “experiência religiosa”.

Embora algumas pessoas tentem nos levar a crer que apenas um certo sistema de crenças realmente funciona, a história demonstra claramente que qualquer pessoa com fé suficiente em suas crenças pode ter enorme poder. Não importa se você atribui sua fé – ou seus resultados – a algo além de você. O resultado é o mesmo. Em outras palavras, não há boa fé, nem má fé: apenas mais fé e menos fé.
Mais é melhor.

Sem Problemas

Na obra “Tao Te Ching”, Lao Tzu diz que “aquele que não teme sempre estará seguro”. Há diversas interpretações para esta citação. Entretanto, no que diz respeito ao motociclismo, percebi que uma das interpretações possui significado bastante profundo. Podemos analisá-la por meio do que acontece quando uma moto começa a desgarrar.

Muitos motociclistas, vez ou outra, já desgarraram uma ou ambas as rodas. Isso geralmente ocorre nas acelerações de saída de curva, muitas vezes com piso molhado. Quando isso ocorre, qual é sua reação?
Um piloto de habilidades superiores simplesmente deixará o escorregão agir, como uma coisa que necessite mesmo estar acontecendo. Se você for capaz de manter a compostura, em geral a moto corrigirá seu curso como se nada fosse. É esta a função do cáster em um chassis – fazer com que a moto queira alinhar-se sempre que esteja desalinhada.

Contudo, nosso maior problema surge quando pensamos que o que está acontecendo não deveria estar acontecendo; ao encararmos isso como um problema, nos assustamos. E uma vez assustados, nosso corpo enrijece e nossa mente se sobrecarrega. Nessa situação, nos comportamos da mesma forma que um condutor iniciante, tornando-nos incapazes de processar todos os nossos sentidos. Perdemos a conexão com o ambiente externo e estamos focando nosso medo interior. A esta altura as chances de queda aumentam significativamente. Aprender a lidar com este cenário requer algumas práticas especiais.

Somente praticando pequenos deslizamentos laterais nos tornamos suficientemente confortáveis com esta situação de modo a não entrarmos em pânico quando isso acontecer. Como é perigoso praticar tal coisa nas ruas, especialmente em pesadas motos touring, a melhor proposta é praticar em uma moto on-off. Se puder se inscrever em um curso de enduro, on-off ou trilhas, tanto melhor.

Ao pilotar na terra você aprenderá que não há problema em a moto escorregar, e que pode-se deixar acontecer sem lutar contra isso. No fim das contas, uma vez escorregando não há o que fazer exceto “deixar rolar”. Assim, quando isso lhe ocorrer nas ruas, você estará capacitado a lidar com a questão sem ultrapassar seu limite de medo.

O Músculo de ação

Outra habilidade importante na guerra contra o medo é o que Tony Robbins chama de “o músculo de ação”. Pode-se explicá-lo como o momento em que a hesitação mental se transforma em ação física em face do medo. Por exemplo, durante toda a minha vida sempre fui cantor, e no entanto ainda tenho muito “pânico de palco” toda vez que tenho de cantar em público. Durante as Corridas Nacionais de Estradas de 1994, em Atlanta, fui solicitado a cantar o hino nacional diante de 24.000 pessoas. Ainda que já o tenha executado centenas de vezes para pequenas platéias, a grandeza do evento me deixou tão nervoso que minhas mãos trêmulas mal podiam segurar o microfone. E, embora quase paralisado pelo medo, fui capaz de fechar meus olhos, respirar profundamente, subir e concluir a apresentação assim mesmo. Minha experiência prévia assim permitiu.
Não foramo meus ensaios de canto que me prepararam, note-se bem, mas minha experiência de agir-sob-efeito-do-medo.

Ao longo de anos, condicionei-me a interpretar meu medo como um sinal de que era hora de agir. De fato, sou grato à adrenalina daquele momento, que foi o que me permitiu atingir as notas vocais mais profundas. Se não tivesse prática em agir sob efeito do medo, jamais teria tido a capacidade de controlar tamanho nervosismo.
Não há como enfatizar suficientemente a importância da prática.

A melhor maneira de assegurar que será capaz de agir certo em momentos de crise é ter consigo anos de prática. Sempre que você atinge seu limite de medo, seu corpo agirá da forma como está acostumado a agir nessas circunstâncias.
Em outras palavras: nos momentos difíceis, fazemos aquilo que sabemos fazer.

Ao interpretar o medo como um sinal para aumentar sua atenção, você poderá usar isso em proveito próprio. E ao aprender novas habilidades, o melhor é manter-se dentro de um nível sutil de medo, e se habituar a ele durante a condução. Dessa forma, quando o inesperado lhe tomar de surpresa, estará capacitado a lidar com isso sem que sua mente se desligue, em pânico.

A Coragem

Pessoas corajosas não são simplesmente aquelas que superam grandes quantias de medo. Em vez disso, corajosos são aqueles que elevam o nível a partir do qual o medo toma conta de suas mentes.
Por exemplo, Mick Doohan não poderia pilotar mais rápido que você caso experimentasse os mesmos medos que você ao pilotar no passo a que você está acostumado.
Além da destreza advinda da prática, a principal diferença da sua habilidade para a dele é simplesmente que os níveis em que ele sente tais medos são muito mais altos que os seus.
Assim que atingir seu próprio limite, ele não conseguirá superá-lo tanto quanto você não superaria os seus. A diferença é a disparidade entre seus níveis de medo."

quarta-feira, 14 de maio de 2008


Vídeo legendado sobre Robert Kiyosaki, Pai Rico e etc.
Vale a pena clicar:


Segue abaixo um link para o vídeo de uma palestra do autor do livro "A Arte do Começo", Guy Kawasaki.
A palestra, além de ter uma boa dose de conhecimento, é muito divertida.
Sobre seu livro, estou terminando de ler e depois relato minhas opiniões aqui.
Ps.: A palestra está legendada em português.
Clica aí:

terça-feira, 13 de maio de 2008





Sobre o último post, primeiramente devo dizer que esse não é um Blog Financeiro e sim um Blog sobre estilo de vida.

Já notaram que a maioria dos ricos têm uma aparência de pouco saudáveis? Não digo aqueles que já nasceram ricos e sim, os que construiram suas riquezas ao longo da vida.

Pois é, está na hora de dar baixa nesse estereótipo e fazer com que a nova geração de ricos seja uma porção de marombeiros! huahuahuahuahua


Como bom espartano, eu aconselho a vocês cuidarem de suas terras (patrimônios) e também de seus músculos (saúde)!

Colhi isso em um Forum e decidi passar pra vocês. Depois explico o por quê.
1) Claras de Ovos
Mostre-me um culturista que não utilize claras de ovos na dieta e teremos alguém que está perdendo a melhor fonte de proteína que o dinheiro pode comprar.Combinado com o mingau de aveia, uma omelete de claras de ovos compõe um super café da manhã que fornecerá o combustível necessário para o resto do dia.
Compra: Quando estiver comprando ovos, verifique a data de validade e abra a caixa para certificar-se que todos estão intactos. A melhor forma de manter os ovos é sob refrigeração, assim, ao chegar em casa coloque todos na geladeira. Apesar de ovos conservados fora da geladeira não sofrerem necessariamente um processo de degradação, mantendo-os refrigerados este processo será desacelerado ao máximo.
Preparo: Para preparar uma omelete, utilize seis claras de ovos, misture com um garfo e tempere com sal, pimenta e seus temperos favoritos, misturando até formarem bolhas. Unte uma frigideira com o mínimo possível de margarina e, utilizando o fogo médio-alto, adicione as claras. Após 15 segundos, reduza o fogo para médio e, com uma espátula, mova a omelete de tal forma que todas as faces estejam devidamente cozidas. Retire do fogo e aguarde alguns minutos antes de consumir.
2) Alcatra
O peito de frango pode ser a preferência e a mais famosa fonte de proteína magra, mas a carne vermelha magra possui proteínas de qualidade um pouco superior ao frango que irão dar o empurrãozinho extra para ganhar um pouco mais de massa muscular.
Compra: Busque os cortes que apresentam uma tonalidade vermelha que não seja muito marcante. Se existirem mínimos pontos amarronzados significa que a carne está iniciando seu processo de deterioração, apesar de não apresentar nenhum odor nesta fase. Peça para a peça ser cortada em bifes de pelo menos dois a três centímetros de espessura, com o mínimo possível de gorduras aparentes e em bifes de aproximadamente 100 gramas.
Preparo: Aqueça uma grelha na máxima temperatura. Tempere os bifes com sal, pimenta e seus temperos favoritos. Coloque na grelha e cozinhe cada lado por pelo menos 3 a 6 minutos ou até o ponto de sua preferência.
3) Salmão
O filé de salmão tem, além da proteína necessária, a quantidade adequada de gorduras insaturadas, conhecidas como as “boas” gorduras. Os praticantes de musculação mais radicais geralmente têm uma dieta pobre em gorduras, pois buscam manter a máxima definição possível. Incluir peixes na dieta é uma excelente forma de ter a quantidade adequada de gorduras que serão essenciais ao processo de hipertrofia.
Compra: O filé de salmão, quando fresco, não possui odores e apresenta coloração alaranjada, não apresentando nenhum tipo de viscosidade sobre o filé. Procure escolher filés da parte traseira do salmão, pois esta é responsável pelo movimento do nado e, por isso, possui menos gordura que outras partes.
Preparo: Aqueça o forno em 200ºC e coloque os filés de 100g para cozinhar por aproximadamente 10 a 14 minutos ou até o ponto em que a porção central do filé possa ser penetrada por um garfo.Utilize os temperos de sua preferência.
4) Peito de Frango
Por que o frango sempre tenta atravessar a rua? Para fugir da horda de culturistas que o está perseguindo. É uma piada boba, mas representa uma realidade: a maior parte dos ratos de academia consume peito de frango regularmente. E por que não?Rico em proteína e com quantidades mínimas de gordura, além de um paladar suave, o peito de frango é bem aceito pela maioria das pessoas.
Compra: Economize comprando grandes quantidades de peito de frango congelado. Certifique-se que ele possua uma coloração rosa claro e não branca, que denota que o mesmo pode ter sido refrigerado inadequadamente. Descongele durante a noite dentro da geladeira e o frango descongelado irá ter uma camada externa um pouco pegajosa.
Preparo: Aqueça uma grelha, lave primeiramente os filés e os tempere com sal, pimenta e seus temperos favoritos. Coloque a grelha na intensidade máxima e após alguns segundos diminua a intensidade para a mínima. Cozinhe cada lado por pelo menos 4 a 6 minutos ou até o ponto de sua preferência.
5) Batata Doce
Um físico musculoso não é construído apenas com proteína. Os carboidratos fornecem a energia que você necessita para treinar pesado e ter uma rápida recuperação.A batata doce fornece o “turbo” necessário, sem sobrecarregar seu organismo com carboidratos simples, que são de rápida digestão.Elas são, geralmente, utilizadas pelos culturistas nos períodos anteriores às competições para recarregar a energia que foi desgastada na musculatura durante a fase de dieta para definição. Mesmo que você não seja um culturista, a batata doce irá ajudar a turbinar seus resultados dentro de um programa de hipertrofia.
Compra: A batata doce possui duas variedades: a com aparência mais esbranquiçada, que é semelhante as tradicionais batatas, e as com aparência mais escura, que possuem uma casca escura e polpa levemente alaranjada. A variedade mais escura possui maior quantidade de nutrientes e, por isso, deve ser preferencialmente escolhida.
Preparo: Aqueça o forno em aproximadamente 180ºC, lave primeiramente as batatas com escova e água gelada para remover toda a sujeira. Asse por aproximadamente 1 hora ou até que elas estejam macias ao ponto de serem penetradas facilmente por um garfo.
6) Bisteca de Porco
A carne de porco é, normalmente, condenada por alguns pseudo-especialistas em dieta por ser considerada gordurosa demais. Porém, algumas partes do porco têm aproximadamente a mesma quantidade de gordura que o peito de frango ou a alcatra, além de ser sempre mais saborosa e possuir grande quantidade de proteínas.Neste caso, a bisteca de porco pode ser considerada o filé mignon do porco. É a parte mais macia e menos gordurosa de todos os cortes suínos.
Compra: Verifique sempre a origem da carne e se a mesma provêm de fontes inspecionadas, para evitar o risco desnecessário de contaminações. Escolha sempre a parte magra da bisteca, descartando qualquer gordura aparente. A carne deve ser firme e com uma leve tonalidade rosa. Caso esteja seca ou um pouco acizentada, não compre.
Preparo: Tempere as bistecas, de preferência, na noite anterior ao consumo para que absorvam o tempero. Aqueça o forno em aproximadamente 180ºC, enquanto isso unte uma frigideira e coloque-a no fogo alto. Cozinhe a bisteca na frigideira por aproximadamente 1 minuto cada lado e, depois, coloque no forno. Asse por aproximadamente 15 a 25 minutos.
7) Aspargos
Aspargos? Sinceramente, se você quer hipertrofiar, sua mãe estava com toda a razão, você necessita de vegetais em sua dieta. E em relação aos vegetais, você tem várias e excelentes opções, como brócolis e espinafre. Mas escolhemos o aspargo por sua capacidade de auxiliar a remoção do excesso de água corporal. Os culturistas profissionais utilizam sempre os aspargos nos dias que antecedem um campeonato para conseguirem manter o mínimo de retenção hídrica possível.
Compra: Escolha sempre aqueles que apresentam uma forte tonalidade esverdeada. Consuma-os no máximo em três dias após a aquisição.
Preparo: Corte a base de cada aspargo e, caso deseje, pode remover a pele de cada um. Escolha uma frigideira que permita que toda a extensão do aspargo esteja em contato com a superfície da frigideira. Adicione uma camada de água e tempere com sal. Mantenha no fogo alto até a água começar a borbulhar. Adicione, então, os aspargos e deixe cozinhar por 3 a 5 minutos.

terça-feira, 6 de maio de 2008



Como o Excel pode ajudar o empreendedor?

É comum ver pequenos empreendedores fazerem todo o controle de suas empresas em montes de papéis. Isso quando eles tentam controlar, pois a maioria só quer saber de vender, aumentar o faturamento, mas controlar...

Eu passei pelo mesmo problema! Controle só nos papéis não dá, daí pensei: - Preciso de um sistema integrado.

Me assustei quando vi que os preços desses sistemas variavam de 3 mil a 30 mil reais, para uma empresa como a minha. Mesmo assim, a maioria oferece um sistema padrão adaptado às suas necessidades.

Pensei: - Tô fodido!!!

Corri em lojas de informática, atrás de softwares de gestão para pequenas empresas. Encontrei uma infinidade de produtos, porém, todos com suas limitações particulares, as quais não se encaixavam em minha empresa.

Eu tenho que concordar que criei uma empresa com um sistema bem complexo, mas pensar nisso, é focar no problema e eu precisava pensar numa solução.
Até que num surto "nerdiano", eu me enfiei de cabeça no Excel (Office 2007) e montei meu sistema totalmente eficiente e personalizado para minha empresa. Ele gerencia o estoque, as vendas por canal de venda, o caixa, a área financeira, gera índices e gráficos. Não é bonito, nem pomposo, mas serve perfeitamente!

Como consegui?
Sou formado em pilotagem esportiva de moto!

Hehehe!!! Essa é minha única formação! Simplesmente fiz um mapa do sistema no papel, abri meu Excel e comecei a fuçar!

Depois que descobri que "*" multiplica, "/" divide e "=" pode direcionar para qualquer lugar, minha vida mudou!

Sem contar que tem aquela ferramenta que caça uma palavra em qualquer planilha ou seleção e a substitui por outra palavra que você queira.
Depois de 4 semanas de trabalho duro e mais uma semana de testes (Tinha um monte de erros), meu sistema integrado de gestão ficou pronto e já está funcionando!

Por quê vocês acham que não dava tempo de postar! Odeio ser "HandsOn", mas às vezes, é só o que você pode ser!

Enfim, usem e abusem do Excel! Se como eu, não souberem nada, sugiro que leiam algum material sobre o programa, pra que não fiquem batendo a cabeça como eu!