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sexta-feira, 27 de junho de 2008



Essa é uma dica para os empreendedores.
Apesar de ser uma coisa que muitos empreendedores já sabem fazer e de ser também uma ação condenada por alguns bom samaritanos, essa ação estratégica costuma me ajudar bastante.

É a estratégia do "Blefe Inflacionário" (Eu mesmo nomeei!).
Desenhando:

- Tenho um concorrente direto, que vende produtos muito semelhantes aos meus, porém o mesmo vem ganhando espaço no Mercado por causa de uma linha de produtos desenvolvida por um fornecedor que não conhecíamos. O produto é melhor que o nosso e o fornecedor não tem produção para nos atender, já que somos bem maiores que o concorrente.
O que fazer? Apesar dessa linha abocanhar uma fatia pequena do Mercado, se a ignorarmos, poderemos nos dar mal no futuro.

O que eu faço?
- Faço um contato com o fornecedor, o mais formal e direto possível. Demonstro o potencial da empresa, enfeitando os detalhes e depois de encantá-lo, lanço a proposta:
"- Compro toda sua produção e pago mais caro!"
Depois disso, basta elaborar um contrato e pronto!

Se não conseguir trazer o fornecedor para minha empresa, pelo menos inflacionarei o produto para meu concorrente!
Só é um blefe se ele não aceitar a proposta, pois se ele aceitar, cumpro o que prometi.

quinta-feira, 26 de junho de 2008



O bicho está pegando!
Me sinto como se estivesse no centro de um furacão, apesar de nunca ter passado por isso (Um Furacão de verdade)!

O negócio na nova empresa funciona de uma forma tão louca, que um matemático poderia facilmente elaborar um complexo trabalho sobre a Teoria do Caos "aplicada".

Estou colhendo dados que não acabam mais. Vejo muitas pessoas insatisfeitas com o sistema atual e tudo o que posso fazer é colher informações e pensar. Não adianta remediar! As soluções de curto prazo já foram implementadas, agora só resta observar, colher dados e pensar.

Parece um touro bravo e eu estou dentro da arena com ele! Graças a Deus, me tornei um bom "Peão Domador de Touros"!
Vou controlar tudo isso e quando chegar lá, desfrutarei dos sabores da vitória.

Já tenho um faturamento mensal aproximado, assim como custos e despesas. Estou cadastrando todos os clientes, dividindo a Grande BH em regiões e salvando tudo no Google Maps. O objetivo é traçar rotas tanto para vendedores, como para entregadores e assim diminuir os gastos com combustível, tempo e inadimplência, pois muitos clientes só pagam em determinados dias e horários.

Tá difícil, mas é assim que eu gosto!
Como diria meu amigo Roupinol (Copiando o filme Tróia):
"Quanto maior o desafio, maior a glória!"

Ah! Aos que me conhecem, sabem que sou um defensor da tributação sobre o Lucro Real, pois é a única forma de se usar os métodos descritos por Robert Kiyosaki em seus livros, aqui no Brasil. Por isso estou afundado nos estudos (Também), para me especializar (Ou tentar) nesse tipo de tributação e depois postar minhas conclusões aqui!

Aguardem mais notícias! Esforcem-se mais para conquistarem as vitórias pois o tempo está correndo!

segunda-feira, 23 de junho de 2008



Pessoal, como já sabem, estou um pouco sumido por causa da fusão entre a minha ex-empresa e a empresa da minha família.
Depois de duas semanas observando a empresa atentamente, já consigo visualizar várias estratégias para crescermos rápida e sustentavelmente.

Dá até um tempinho para blogar, mas um tempinho é muito pouco para o meu velho notebook. Ele foi o primeiro computador realmente meu. Depois que o comprei, minha vida mudou completamente. Tinha o mundo inteiro dentro do meu quarto.
Um amigo meu comprou esse notebook em Londres pra mim, um Acer TravelMate 2300. A configuração dele, apesar de bem básica, me atendia perfeitamente. Ele tinha e tem, até hoje, 256MB de memória RAM e HD de 40GB. Ou seja, hoje ele é uma carroça!
No início, era só pornografia e motos, mas hoje já fica complicado ter meus gerenciadores financeiros, minhas planilhas, meu Woopra (Depois falo mais dele) e ainda cuidar dos Fóruns onde sou moderador, meus sites e meu blog.

Hoje farei um upgrade nele! Transformarei minha carroça em uma estação da NASA! Daqui a pouco o técnico chega aqui e aí terei mais tempo disponível para blogar.

quarta-feira, 18 de junho de 2008




Eu sempre falo a respeito da importância de um sistema operacional eficiente na empresa e muitos me perguntam o que é isso, ou como se faz isso. Tentarei responder as duas perguntas por aqui.

Se você for um cara que, assim como eu, aprendeu a se virar no computador fuçando, pense em seu computador sem o querido Windows. Seria uma confusão total em sua cabeça! Daí um "filhadamãe" inventou o Windows, que é um sistema operacional que possibilita o manejo da minha vovozinha no PC.
O sistema operacional nas empresas tem a mesma função do PC. Serve para facilitar as operações e fazer com que qualquer um consiga executar as mais diversas funções.

Explicado o que é, vamos para como fazer.
Creio que já falei um pouco disso aqui no Blog, mas como considero esse tema de fundamental importância para o bom funcionamento da empresa e para que o empreendedor não fique preso ao seu negócio, vale a pena detalhar mais.

Os pilares do sistema:
- Observação
- Fluxograma
- Organograma
- Manual de Operações

Os passos a serem seguidos:
- Observar como funciona todo o negócio. Se ele ainda não existir, gaste tempo visualisando em sua mente, como ele deverá funcionar.
- Faça um fluxograma a respeito do que observou.
- Agora faça um fluxograma melhorado, corrigindo os defeitos apresentados no primeiro.
- Crie um organograma, dividindo o negócio em áreas hierárquicas. Mesmo que seu negócio seja você e mais um, defina quem vai cuidar do quê!
- Agora comece a elaborar seu Manual de Operações. Detalhe cada pequeno processo de cada área. Comece pelas áreas mais baixas do Organograma e vá subindo, pois dessa forma, tudo se ligará em sua mente de forma mais fácil.

Pronto! Divida o manual em áreas e entregue-os as mesmas. "Ligue" o seu sistema e comece a funcionar.

Pensaram que eu me extenderia neste assunto né!? Erraram! Ao meu ver, nas empresas, quanto mais simples forem as soluções, melhor!

terça-feira, 17 de junho de 2008


Como disse no último post, me assustei com o tamanho do desafio que tinha pela frente.
Quando apresentei minha proposta para a fusão, ela continha todos os dados e análises de minha empresa. Números, índices, projetos e etc. Apresentei tudo e esperava que me fosse apresentado o mesmo da outra parte, porém eles não tinham dado algum! Não souberam me informar sequer o faturamento ou uma listagem de clientes.

Enfim, as poucas informação que eu tinha, era de que a empresa apresentava um enorme volume de vendas, da quantidade de funcionários e do patrimônio em bens. O resto era um emaranhado de fios, tão embolados que pareciam um bloco só.
Depois dos primeiros dois dias, descobri que a parte de RH era horrível, tanto que houve uma espécie de complô de funcionários, em que a maioria deixou a empresa na mesma época. E descobri também um erro gravíssimo... a empresa devia uma grande quantia em "Cheque Especial", com taxa de 8% ao mês!!! Fiquei impressionado, com a falta de tato e feeling da administração, mas depois vi que o problema era mais intrínseco e que não bastava simplesmente culpar a administração.

De acordo com os primeiros desafios que visualizei, estabeleci ações corretivas de curto e médio prazo.
Para o curto prazo, precisava do dinheiro para cobrir o "Cheque Especial". Conversei com os maiores fornecedores e consegui um prazo maior. Como o ciclo de compras é semanal, cada semana a mais de prazo que conseguisse, seria uma boa quantia em caixa, a mais e sem juros! Para cobrir a outra parte, me reuni com o gerente da conta (Graças a Deus é do atacado e não de agência) e consegui um produto com uma ótima taxa, sem precisar colocar nenhum bem como garantia. Além disso, para ter idéia do faturamento, comprei um Livro-Caixa próprio, onde eu anoto tudo e com isso conseguirei ter uma base de tudo.

Para o médio prazo, elaborei um fluxograma dos processos atuais e um organograma de acordo com o que deverá ser o ideal para a empresa, isso para começar a desenvolver o sistema operacional. Distribuí fichas cadastrais para os vendedores, para saber o número de clientes, suas preferências, contatos e endereços. Com esses dados, poderei colocar meus (pobres) conhecimentos logísticos em prática e solucionar problemas nas áreas de RH, logística e marketing.

De resto, estou correndo atrás de mais dados, para poder ter a empresa nas mãos e fazê-la funcionar sistematicamente.

Em breve conto mais! Sorte pra mim e pra vocês também! Sorte = Oportunidade + Competência!

segunda-feira, 16 de junho de 2008


Pois é pessoal, já expliquei que o motivo de meu afastamento das postagens diárias no Blog, foi devido a fusão entre a minha empresa e a empresa de minha família. Agora vou detalhar o que está acontecendo, pra que fique registrado na área "História" desse Blog.

Minha empresa cumpriu seu papel nesse 1 ano de funcionamento. Desde o primeiro dia, comuniquei aos funcionários, clientes e fornecedores, que o primeiro ano seria focado na estrutura e na sistematização dos processos. Em 11 meses cumprimos nosso objetivo e agora era hora de dar o próximo passo, o de aumentar o faturamento. O problema era que essa ação me traria muitos problemas pessoais, pois esbarraria novamente com a empresa de minha família no Mercado.

Pensei bem e decidi fazer uma proposta a eles, que me livraria dessa carga pessoal. Dei-lhes duas opções: Unir as duas empresas e caminhar juntos, com algumas condições expostas da minha parte. Ou deixar do jeito que está, me livrando da culpa de possíveis encontros no Mercado. Expus claramente meu interesse na primeira opção, pois além de não ter que agir contra eles, meu faturamento aumentaria automaticamente.

Depois de algumas dúvidas, prontamente solucionadas, estava feito o negócio! Me enchi de determinação novamente, como se estivesse começando tudo de novo e comecei a botar pra quebrar.

Porém, já no primeiro dia, me assustei com o tamanho do desafio...

(Continua)

sexta-feira, 13 de junho de 2008


Vi uma resposta bem legal para essa pergunta no "Yahoo Respostas" e pensei em postar por aqui no mais alto estilo "Ctrl+c/Ctrl+v"!

Que cargo você preferiria exibir no cartão de visitas: CEO ou diretor-geral?? CMO ou vice-presidente de marketing? Por alguma razão inexplicável, a simples conjunção de três letrinhas parece fazer com que a primeira opção tenha mais importância senioridade e poder do que a segunda. Depois de Chief Executive Officer, a onda de executivos-chefe-de-não-sei-o-que vem se espalhando numa velocidade espantosa nos organogramas.
O resultado é muita gente perdida, sem entender o que esses profissionais fazem.
Para dar nome aos bois, ou melhor, aos cargos elaboramos uma relação dos principais chiefs que estão por aí e levantamos possíveis explicações para a existência deles:

estratégia – o profissional recebe o nome de principal executivo de alguma coisa – logística, por exemplo – para indicar tanto internamente quanto para o mercado que se trata de uma área absolutamente estratégica para a empresa. "Normalmente quem é chief sendo no conselho e tem peso de voto igual ao do CEO".
Globalização – ter um cargo que faz parte da terminologia corporativa mundial pode facilitar a comunicação entre empresa e profissionais.
Sim, status. Há donos de pequenas empresas se intitulando chief executive officers. Ou diretores de finanças que depois de colocar CFO no cartão, acreditam dar uma roupagem toda nova ao charmoso carde de.......diretor financeiro.

CEO – Chief Executive Officer
Facilmente identificado, é o cara que manda em todo mundo – menos no chairmam (ou presidente do conselho) a menos que ele seja poderosíssimo e acumule as duas funções.
Pode ser chamado de principal executivo, presidente, superintendente, diretor-geral... As pessoas costumam fazer confusão quando a empresa tem os dois, CEO e presidente. Nesse caso a função do segundo é mais representativa.

COO – Chief Operating Officer
Seu nome é executivo-chefe de operações, mas você pode chamá-lo de braço direito do CEO. Enquanto o chefe pensa a estratégia, o COO cuida mais de perto da rotina do negócio.

CFO – Chief Financial Officer
Principal executivo de finanças

CHRO – Chief Human Resources Officer
Principal executivo de recursos humanos

CIO – Chief Information Officer
Era mais fácil identificá-lo quando ele era o único executivo responsável pelo planejamento e pela implementação da tecnologia no pedaço. Mas aí surgiu .....

CTO – Chief Technology officer
.......e hoje há muita confusão. Em linhas gerais, o CIO cuida da estratégia por trás da tecnologia – como ele pode mudar a forma como a empresa faz negócios, enquanto o CTO comanda a arquitetura e a infra-estrutura dos sistemas. Há empresas com os dois profissionais.

CKO – Chief Knowledge officer
Também chamado de chief learning officer (CLO), é quem administra o capital intelectual da empresa, reúne e gerencia todo o conhecimento da organização. Entende tanto de tecnologia e processos quanto de pessoas. É um sujeito-chave, por exemplo, nas consultorias.

CRO – Chief Risk Officer
O cargo surgiu quando empresas de todas as áreas, e não somente bancos passaram a se preocupar com a administração de riscos. Além de questões financeiras, o CRO avalia itens como estratégia do negócio, concorrência, legislação e problemas ambientais.

CMO – Chief Marketing Officer
Executivo-chefe de marketing certo? Na subsidiaria brasileira do BankBoston não é tão simples assim. Lá ele cuida também de novos negócios e Intenet.

CIO – Chief Imagination Officer
A fabricante de computadores americana Gateway tem um executivo-chefe de imaginação, responsável por promover a criatividade entre o pessoal.


Essa resposta tem um autor com um "webnome" bem esquisito, mas devido a minha cópia não-autorizada, tenho que registrar aqui...
- Autor: kao kabeci ilê ex-mcinterterapia -

segunda-feira, 9 de junho de 2008


Amigos leitores, sei que estou um pouco sumido, mas é por um excelente motivo. Estou cuidando da fusão entre a minha empresa e a empresa da minha família e isso é bem difícil de se fazer. Tive que avaliar as duas empresas, cuidar dos contratos e ainda, elaborar diversos discursos para os sócios e funcionários.
Achei bem legal o que aconteceu nesse meio tempo. A Luisa, editora da conceituada revista ExamePME, escreveu no Blog da revista sobre o meu sumiço! Além disso, mostrou pra todo mundo, o quanto esse tal de "Spartan" é feio! hehehe
Quem quiser ler, clique AQUI!

Ainda estou trabalhando 24 horas por dia, pra ter o controle total da empresa e ainda, conseguir avaliar o quanto de crescimento obtive em meu patrimônio pessoal.

Em breve voltarei com notícias!

quinta-feira, 5 de junho de 2008


Olá pessoal!
Fiquei dois dias afastado do Blog, mas foram dois dias em que aconteceram muitas coisas.
Passei um dia inteiro no SEBRAE-MG, assistindo palestras e participando de oficinas sobre web em geral e e-commerce. Sempre penso em como criar uma loja virtual para minha empresa, porém sempre esbarro em algum super-custo, seja do designer, do servidor, da operadora de cartão, ou de qualquer outro componente do sistema.
Ou seja, tinha em minha cabeça que a internet é "o" presente e será mais ainda, "o" futuro, mas que por causa do alto custo inicial de implementação, me impossibilitava de iniciar por uma fase de testes. Já é fato que, em geral, o retorno com os investimentos na web, vem no longo prazo e numa empresa como a minha, temos que optar rapidamente por investimentos com retorno mais rápido e garantido.

Mas enfim...
Assisti às palestras, participei das oficinas e um leque de oportunidades se abriu diante de mim. Vi que tem como disponibilizar um negócio na internet sem um custo fixo alto, apoiando-se sobre o custo variável.
Não queria fazer propaganda, mas ferramentas e empresas como a VisaNet, Locaweb, PagSeguro, Correios e Google, estão investindo pesado para que empresas como a minha entrem nesse mercado e desfrutem dele, com um custo inicial e um custo fixo baixo.

É a hora da Mercearia do Zé arrebentar!!!

segunda-feira, 2 de junho de 2008



Sempre que corre a notícia de que a MegaSena está acumulada, as casas lotéricas têm filas enormes.
Certa vez, numa reunião de amigos, quase fui levado à forca porque disse que não desejava ganhar na loteria. Na época, acho que a MegaSena tinha acumulado em mais de trinta milhões e por isso todos falavam disso. Daí no meio da conversa eu disse que não gostaria de ganhar o prêmio, pois isso tiraria toda a glória da conquista. Pra quê fui falar isso!?! Me acusaram de tudo! hehehe Acabaram comigo e não acreditaram no que eu disse.
Mas isso é a pura verdade! Quero chegar no final dessa guerra com a merecida glória por ter conquistado o que muitos dizem ser impossível. Daí, se eu jogar na loteria e ganhar, não terá glória alguma. Terá sido apenas um golpe de sorte!

Porém devo dizer que hoje pela manhã fui à casa lotérica próxima a empresa e quando vi o prêmio acumulado em 11 milhões, fiquei tentado...
- Por quê não tentar uma única vez?!?
Daí veio minha consciência e disse:
- Ah é!?!? Não está agüentando o tranco e vai pedir arrego???

Claro que me virei e fui embora! Um espartano pedir arrego?? - NUNCA!