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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Tá faltando um parafuso aqui...
Sou um cara bem inteligente. Não me preocupo com a modéstia, ou com a falta dela, sei que sou bem mais inteligente que a maioria ao meu redor. Mas quisera eu ser menos inteligente e mais competente. Como invejo os competentes...

"A inteligência constitui um potencial biopsicológico que no ser humano ajuda-o a resolver problemas. Dessa forma representa atributo inato à espécie e assim nascemos com nossas diferentes inteligências, cabendo ao ambiente estimulá-las.
Já a competência não é inata e, portanto, constitui atributo adquirido. Representa a capacidade de usar nossas inteligências, assim como pensamentos, memória e outros recursos mentais para realizar com eficiência uma tarefa desejada.
A competência é a operacionalização da inteligência."

Lá em casa por exemplo, sou o cara que aprende tudo mais rápido, faço contas enormes de cabeça, resolvo problemas com extrema facilidade e sempre tenho as idéias mais malucas. Já minha esposa, se quer algum resultado, pega e faz, seja qual for o caminho, ferramenta ou tempo utilizado.
Desconheço alguém mais competente que ela e por isso, o meu percentual extra de inteligência, não lhe faz falta alguma.

Já eu, mesmo tendo estas dezenas de pontos de QI acima, sinto muito a falta de competência.

É tipo isso:
- Ah! Você consegue obter o resultado desta questão matemática mentalmente? Ok! Eu uso minha HP e chego ao mesmo resultado.

Quem gastará mais energia na resolução do problema?
E no final de um dia inteiro de problemas, quem conseguirá resolver mais?

Em minha opinião, os inteligentes tendem a gastar mais energia e portanto devem ser competentes com a economia da própria inteligência!

Ainda não sou tão competente. Por isso gasto muita energia e produzo pouco perante meu potencial.

Li certa vez, que a competência possue três pilares:
1) Saber o que fazer (Conhecimento)
2) Saber como fazer (Habilidade)
3) Querer fazer (atitudes)

Onde estou errando? Creio que um pouco no item 2 e muito no item 3.

Não adianta ter uma Ferrari e não conseguir passar a segunda marcha. O Mille vai te ultrapassar!

E você, é muito inteligente? Não se vanglorie apenas por isso. Tente ser mais competente!
E você, não é tão abastado de inteligência? Não se menospreze. Tente ser mais competente!

Enfim, creio ser a competência, mais importante que a inteligência, para se chegar ao sucesso.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

No final do ano passado estive com a Sra. Dinheirologia em Curitiba para assistir à apresentação do coral das crianças do HSBC e nos hospedamos neste hotel 5 estrelas, o Crowne Plaza. Mas antes de continuar o post, devo salientar que me surpreendi com a beleza da apresentação das crianças, que superou absurdamente minhas expectativas quase nulas.

- João sai dessa piscina "pelamordeDeus"!

Como não conhecia Curitiba, quis fazer tudo ao mesmo tempo. O bairro da Santa Felicidade é um desastre para qualquer dieta! E o resto da cidade pode ser traduzido da seguinte forma: Muito bem cuidada!


Nos hospedamos no hotel Crowne Plaza, que fica bem no centro de tudo e parecia ser bem confortável. E este hotel fez questão de também superar minhas expectativas!
Me senti o presidente lá dentro! Bem luxuoso, ótimo atendimento e rico em detalhes que fazem toda a diferença nos hotéis. A Sra. Dinheirologia também adorou o garbo de nossa estadia.

Adorei a piscina, o spa, a ducha e o café da manhã, bem como a área para se toar o café da manhã. Gostei muito do atendimento formal e profissional quando necessário, assim como a conversa mais intimista e descontraída em outros momentos.
Como não falar da cama!?! Aquela cama enorme! Maior que a da minha casa que já é bem grande! Amei.
Ah! Devo agradecer também à gerente Francielly (não sei se escrevi dreito) que com simpatia e sucintez, conseguiu atender a todos os meus pedidos.

Faltou apenas uma bela TV de 42", mas se bem que não fui pra lá para assistir ao noticiário.
Tomar o café da manhã aqui, faz diferença!
Enfim, fiz questão de citar este hotel no Blog, porque nós, formandos em Dinheirologia, devemos sempre estar atentos ao melhor custoXbenefício e sinceramente, nunca havia visto hotel com um índice melhor que o Crowne Plaza de Curitiba. Valeu muito a pena! Tivemos uma ótima estadia, fomos tratados como magnatas do petróleo, comemos bem e relaxamos. Tudo isso por um preço acessível.

Se você ainda não é rico, mas é "chato", assim como eu, pode se hospedar neste hotel, pois se surpreenderá.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Vamos calcular!
Recebi uma pergunta no Formspring e decidi colocá-la aqui, para que mais pessoas saibam como procederia nessa situação. O leitor recebeu uma proposta de compra de uma pequena empresa, daí me perguntou quanto ele deveria oferecer.

Lembro a vocês que meus conselhos aqui, vão de acordo com minha experiência, conhecimento e princípios, sendo uma resposta totalmente pessoal. Se quiserem utilizar de algo, tudo bem, senão, pouco me importa.

Eis a pergunta:
Me ofereceram uma empresa com 1 ano e meio, um lucro liquido de R$ 4.000,00/mês e um estoque de 90.000. Ela pede R$ 60.000, pelas instalações (moveis, ar condicionado, tv) e mais R$ 30.000 pela formação de clientela. Qual preço ofereço?

Bem, pra começar minha resposta, vamos supor que você já tenha verificado e a empresa realmente tenha este lucro líquido e que as instalações tenham este valor de R$60.000,00.

Você deverá avaliar o estoque, pois a parte vendedora sempre calcula o estoque com preço de venda e o correto é que você corrija o valor para o preço de custo. Exemplo: Se o preço de custo do produto é 1,00, o preço de venda 1,50 e o estoque contem 10 unidades, o valor do estoque deverá ser de R$10,00.
Ainda na hora de se calcular o valor do estoque, deverá levar em conta as prováveis perdas durante o giro do mesmo e este índice depende do tipo do produto comercializado.

Quanto aos 30k pela clientela, eu não pagaria. Digo isso porque o negócio tem apenas 1 ano e meio e dificilmente pode ter conseguido a fidelização dos clientes com sua marca. Talvez pode ter conseguido devido ao seu produto/serviço, mas isso você já está comprando, pois deve estar incluso no "pacote".
Tem que pensar da seguinte forma: Você está comprando a empresa baseada em seu lucro líquido e a mesma só apresentará este lucro, se permanecer com seus clientes.

Em minha experiência aprendi que não se deve fazer a primeira oferta neste tipo de negociação, portanto eu esperaria que a pessoa colocasse um valor na mesa primeiro. Após isso, eu apresentaria meus cálculos a ela:
- Estoque 90k - 30% de margem = 63k
- Inventário 60k
- Minha oferta = 123k

Então a pessoa vai te chamar de tudo quanto é nome e você verá quais são as opções dela. Se ela estiver com a corda no pescoço e sem opções, aguarde um tempo e ofereça 150k, com teto nos 170k devido ao lucro líquido, se você puder ficar 1 ano sem fazer retiradas.
Já se ela tiver outras opções, tem que tomar cuidado para não se transformar em um leilão.

Agora se for um negócio com uma boa vantagem competitiva, espaço no mercado para crescimento e do qual você já conheça bem, pague mais.
Porém para chegar a este próximo valor, preciso de mais dados.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Open your mind!
Estou lendo o livro "O Iconoclasta", dica do amigo Rodolfo, que é bom o bastante para exigir uma leitura mais lenta. Durante minha leitura anotei diversas passagens que dariam bons posts aqui no Blog e enfim estou conseguindo um tempo pra postar a primeira, que diz respeito ao quanto nossas experiências anteriores podem limitar nosso pensameno criativo.

O livro dá o exemplo de se imaginar um pôr do sol em uma praia e outro na superfície de Plutão. O econômico cérebro utiliza suas experiências anteriores e trava sua imaginação ao maginar a praia como a maioria das pessoas imagina, com poucos detalhes além do imenso sol, a areia, o mar e talvez alguns coqueiros.
Já ao tentar imaginar a situação em Plutão nosso pensamento criativo é muito mais exigido, pois não temos a menor idéia de como é um pôr do sol em Plutão e nosso cérebro é forçado a criar.

Talves seja por isso que exista aquela historinha do "não sabia ser impossivel, foi lá e fez".

Nas empresas sempre nos deparamos com aquele funcionário que diz ser impossível bater a meta x. Para piorar as coisas, a teoria do impossível se espalha rápido e pode contaminar todo o setor com apenas uma experiência.
A grande maioria das pessoas tem uma facilidade enorme de se contaminar, mas às vezes aparece um ou outro para jogar a teoria no lixo. Esse tipo de pessoa costuma tentar as coisas de maneira diferente de seus antecessores, pois sabe que muitas vezes não é o objetivo impossível e sim o caminho.

Algumas vezes aparece um desavisado também, que sem saber da dificuldade de sua tarefa, vai lá e faz, pois em sua cabeça só existe uma coisa definida, a meta!

Odeio ouvir que algo é impossível, mesmo quando tudo leva a crer que é. Tento passar isso para meus funcionários, colaboradores e sócios, quando alegam que a época não é propícia, ou o mercado está ruim, ou nossos preços estão altos, ou qualquer outra desculpa para disfarçar incompetência. Sempre há um jeito!

O problema é que a teoria do impossível impregna na cabeça de tal forma, que exige um choque para desinfectar. Tentei desinfectar o pessoal da Cruz Homem D.C. com choque este ano, mas mesmo com choque não vi resultados, o que implica em uma queda de 20% no faturamento de janeiro.
Eu que me vire com as contas!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

#CallCaipirao - Mas o que é esse tão falado (por mim) Call Caipirão?
Enfim explicarei tudo, pois já venho falando sobre isso no Twitter há algum tempo e várias pessoas já me perguntaram a respeito.
Resumidamente, trata-se apenas de uma brincadeira minha envolvendo um jargão do mercado financeiro e meu projeto para a empresa Cruz Homem D.C. em 2011. Mas explicarei em miúdos...

No mercado financeiro a expressão Call significa uma opção de compra, mas é muito utilizada também por analistas para recomendações de compra de algum ativo aos investidores. Por isso o Call da minha hashtag CallCaipirao.

Já o Caipirão diz respeito aos principais produtos comercializados pela minha empresa, a Cruz Homem D.C. e para não estender demais uma hashtag do tipo #CallCruzHomemDC, resolvi colocar a nossa marca invés de nosso nome.

Então a Cruz Homem D.C. vai abrir seu capital?
Sim e cada lote de ações custará mais caro que os da Berkshire Hathaway.
Poxa gente, é zoeira né!

Este call é simplesmente a manifestação escrita do meu sentimento frente as mudanças ocorridas na empresa e as que ainda ocorrerão neste ano, pois fosse uma empresa de capital aberto, com certeza seria um call poderoso para 2011/12.

Portanto podem crer que o Call Caipirão é certeiro!