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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Este é um livro extremamente difícil de se achar no Brasil, sendo que no exterior se chama "The `E´ Myth - Revisited". Essa raridade nas prateleiras brasileiras é simplesmente o melhor livro sobre empreendedorismo que já li!

Descobri este tesouro, quando Robert Kiyosaki fez uma referência em um de seus livros e foi uma ótima indicação. É daquele tipo de livro que quebra paradigmas e abre sua cabeça, sem ter que ficar filosofando sobre perfil, espírito e etc.

Fácil de ler e com menos de 180 páginas, Michael Gerber consegue passar toda a teoria empreendedora que uma pessoa precisa saber, de forma rápida, objetiva e inspiradora.

A parte 2, sobre o Turn-key, joga sobre terra o antigo modo de empreender da era industrial e portanto, se você tem uma empresa familiar, aconselho que indique a leitura aos mais velhos e conservadores.

O autor aborda também a necessidade de se criar um sistema de negócios, pois como cita a AT&T: "O sistema é a solução."

Enfim, encontre este livro e o compre! Se encontrá-lo apenas em inglês, aprenda inglês!

Pra finalizar, deixo aqui outra citação, desta vez de Theodore Levitt, que serve para iniciar o capítulo 14:
Todas as organizações são hierárquicas. Em cada nível, as pessoas servem àqueles acima. Uma organização é, portanto, uma instituição estruturada. Se não for estruturada, é uma multidão. As multidões não fazem as coisas, elas as destroem.


Livro: Empreender - Fazendo a Diferença
Autor: Michael E. Gerber
Nota Dinheirologia: 10


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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Aguarde a próxima volta...
Já fui soberbo nos negócios e investimentos, e foi exatamente isso que me levou ao meu maior tombo, há dois anos atrás. Não fosse este tombo, talvez estivesse bem melhor financeiramente hoje em dia, mas em compensação não teria me desenvolvido ao ponto de anular este defeito.

Hoje vejo pessoas cheias de soberba e pior ainda, "tirando onda". Pessoas que herdam um sucesso mínimo e se acham grandes. Pessoas que se julgam profundos entendedores, sem nunca terem se aprofundado em nada. Pessoas que não conseguem conter a emoção de uma vitória e zombam de pioneiros, inovadores ou simples batalhadores.

Já vi muitas pessoas assim e se tem alguma "Lei" a qual eu tenho certeza que existe, é que O MUNDO DÁ VOLTAS.

Há alguns anos atrás, lembro de estar em uma festa na casa de minha sogra, quando vi dois dos convidados falando sobre investimentos em ações. Não resisti e comecei a "tirar onda", contando minhas vitórias na Bovespa. Um destes convidados andava ´rebocando´ a família em um carro velho, com hábitos simples e eu rapidamente defini aquela pessoa como um coitado que tinha que escutar o que eu tinha pra falar.
A reação dele poderia ser de raiva e oposição, mas foi apenas sereno.

Eis que o mundo deu sua volta, como sempre dá e logo me vi na lama, enquanto o sereno chegou em seu momento de glória, onde seu intenso trabalho começou a gerar frutos. Porém mesmo em sua fase de colheita, continuou demonstrando a mesma serenidade e humildade.
Como é bom aprender com seres humanos superiores...

Agora presenciei um herdeiro soberbo e sortudo "tirar onda" com um (...) melhor não detalhar sobre a pessoa meu. Graças a Deus eu já havia aprendido minha lição e repassei a mesma ao (...)! Dessa forma, estendo a todos meu conselho:
- Seja humilde, sereno e aguarde, pois o mundo dá voltas.

Adoro quando pessoas que jogam contra mim me motivam dessa forma, façam a mesma coisa.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Olhe em meus olhos e responda!
Olhe em meus olhos! Agora me responda quantos negócios você já empreendeu! Quantas vezes você já fracassou? Quantas vezes teve que começar do zero? A propósito, quantas vezes criou ativos do zero, sem capital?
Façam estas perguntas ao próximo Guru do Empreendedorismo que vier falar com vocês, te venderem um livro ou te cobrarem uma grana por uma palestra.

Vejo moleques sem nem pêlo no saco, falando sobre empreendedorismo baseados no que aprenderam na faculdade... VTNC!!!
Por favor, não me entendam mal! Sei que existem alguns geniozinhos da tecnologia que enriquecem antes dos 16 empreendendo na web. Mas qualquer conselho provenientes deles, servem para eles, os gênios.

Eu não sou um gênio. Tenho que empreender no peito e na raça, pois além de não ser gênio, tive a felicidade de nascer em berço de pedra. Mas tudo bem, tô aqui fazendo minha parte para ser enterrado num caixão de ouro. Só que é foda ver tanta gente falando de empreendedorismo como se fosse realmente algo que se aprende na escola.

Isso aí maluco, "estude" o empreendedorismo numa sala de aula. Melhor ainda, crie as empresas fictícias que seus professores pedem. Até aí tudo bem, eu também simulava o que faria com a moto, antes de entrar na pista. O problema seria se entrasse na pista achando que já estava pronto devido ao sucesso de minha simulação.

Quanta besteira eu já ouvi em palestras e hoje em dia leio, escuto e assisto na web às mesmas besteiras. Tenho que manter a diplomacia, não posso apontar o dedo. Mas na próxima vez que conhecerem um Guru do Empreendedorismo, façam aquelas perguntas e dependendo das respostas, procurem um dono de alguma coisa estabelecida no mercado e que tenha um bom market share em seu segmento. Ou ainda, procurem alguém que já tenha fracassado algumas vezes e que ainda persiste no mercado. Garanto que não pagarão nem um mísero centavo e terão uma put@ aula de empreendedorismo.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A Guerra Cambial está sendo amplamente noticiada. O Dólar vem se desvalorizando frente a várias moedas e o Real vem se valorizando mais a cada dia, fazendo com que o Brasil empreste demanda a outros países e desfavorecendo nossa Balança Comercial. As exportadoras têm suas margens cada vez mais reduzidas e são obrigadas a reduzirem seus custos, gerando desemprego e diminuindo sua produção. Será que o Dólar chega a R$1,30, como dizem alguns analistas?

Como já disse por aqui, os Estados Unidos sempre procuram sair de um período recessivo com guerras e enquanto estive atento para o Irã e Coréia do Norte, eis que me pegaram com a Currency War, Guerra Cambial. E aí o mundo inteiro (quase), com exceção da China que mata seus próprios soldados (moeda), empresta demanda para o Tio Sam. Mas de qualquer forma isso é bom, pois querendo ou não, o mundo depende dos caras, então nada mais justo que tentar ajudar, além de que a cada dia que passa, o jogo fica mais nivelado.

Mas enfim, vamos assistir a um sujeito Foda falando, que é melhor do que um blogueiro maluco escrevendo...

Adorei este vídeo disponibilizado pelo Estadão, com uma entrevista do professor da Brazilian Business School, Ricardo Torres.
No vídeo ele explica detalhadamente a tão falada Currency War, dá uma aula sobre como giram nossas engrenagens econômicas e ainda critica as medidas adotadas pelo ministro da fazenda, Guido Mantega, em cima do IOF.

Como a maioria afirma, bastasse que reduzissem um pouco da carga tributária sobre as empresas, para a economia bombar de verdade. Mas invés disso, o governo prefere adotar maquiagens no estilo "doação de peixes" para os eleitores. Lembre-se: Melhor que dar o peixe, é ensinar a pescar.

Embora a economia criada pelo verdadeiro Salvador do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, esteja gerando seus frutos atualmente, precisamos de alguém competente para atualizá-la. Porém todos têm medo de mexer!

A propósito, não sou filiado a partido algum e voto nulo em todas as eleições, apenas admiro muito o que Fernando Henrique Cardoso e sua equipe conseguiram criar no Brasil, que deveria constar nos livros de história como uma verdadeira revolução.
... E ainda sou obrigado a ouvir que nosso salvador é um vendedor bebum que só sabe falar merda.
Calma petistas, viram que exaltei as virtudes dele? Ele é um dos melhores vendedores que já vi!

Enfim, assistam ao vídeo, pois é muito bom!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010


Eu já afirmei por aqui que qualquer ser humano é corrompível. O que diferencia uns dos outros, são seus valores, ou seja, por quanto ele se corrompe.
Não adianta me jogarem pedras ou me amaldiçoarem por estas palavras, pois no fim, todos nós somos corrompíveis e egoístas. Porém alguns conservam valores altíssimos, já outros me assustam por aceitarem qualquer migalha em troca de seus valores.

E prestem muita atenção no que escreverei agora:
A moeda de troca destes valores não abrange apenas dinheiro, e sim, uma gama de necessidades humanas, como poder e favores.

Como se define um acordo trabalhista informal?
Pelo menos comigo sempre foi assim:
O funcionário pede que a empresa lhe demita, sem justa causa e ele se compromete a devolver o valor da indenização para a empresa. Dessa forma, o funcionário pode receber seu benefício social, pelo qual todo cidadão ajuda a pagar, o Seguro-Desemprego. Assim o ex-funcionário pode ficar desempregado, em casa e recebendo seu "salário" do governo, sem ter que fazer nada.

Claro que não são todos que pensam em utilizar o benefício pra ficarem "de pernas pro ar", mas de qualquer forma, estão agindo errado.

Não faço acordos!
Quem já trabalhou comigo sabe disso.

Para início de conversa, devemos saber que segundo a LEI Nº 7.998, de 11 de janeiro de 1990, esse "acordo" é crime!
Portanto se a empresa quer ser correta, não pode negociar esse tipo de "acordo". E lembro ainda, que apenas o Empregador aparece destacado em meio às penalidades do Artigo 25 desta mesma Lei.

Então já sabemos que a parada é ILEGAL!
Mas mesmo assim os funcionários insistem que você é mau, ou burro, ou desalmado, ou egoísta. Dizem que não damos valor por tudo que fizeram por nós...
What the hell!?!?

Não tô afim de incriminar minha empresa pra fazer caridade!

Mas tudo bem, vejamos o lado emocional do "acordo".
Serei injusto se fizer acordo com uns e não fizer com outros e como muitos já me pediram, sem sucesso, não posso "ser legal" e fazer com outros no futuro.

Entendo que alguns funcionários tenham seus motivos pessoais e profissionais para desejarem o desligamento com a empresa, mas me respondam uma coisa:
Se eu tiver meus motivos pessoais ou profissionais para desejar que um funcionário se desligue da empresa, será que ele topa fazer um acordo?
Ah vá...

O problema é que a maioria dos funcionários, aliás, a maioria das pessoas só consegue enxergar o próprio umbigo e são incapazes de enxergar as consequências para o tomador de decisões, neste caso, o empregador.
O egoísmo cega ao ponto de chegarem em sua sala e dizerem baixinho:
- Faz isso pra mim, que ninguém ficará sabendo. Nem o fulano (colega de trabalho) que deseja a mesma coisa!

Todos querem sair ganhando "algo" da Madame Justiça...
Como jogamos baixo quando temos nossos interesses em jogo!
Se ainda fosse uma tacada de milhões...

Enfim, o objetivo da justiça é a igualdade de todos os cidadãos. Dessa forma, se eu abrir mão para uns, prejudicarei outros. Não haverá justiça!

Portanto, quem começou a ler o post indignado com meu primeiro parágrafo, sabe agora que nossos valores são testados o tempo todo, até mesmo em situações baratas como descrevi neste texto.

Por quanto consigo te corromper?

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Show me the money baby...
Faz tempo que não escrevo sobre o mercado de renda variável, pois estou fora do mesmo e daí o Blog segue por um caminho mais empreendedor, já que meu tempo e meus esforços estão sendo concentrados nisso e costumo postar mais sobre o que venho fazendo, quase que em tempo real.
Então pra voltar a falar um pouquinho sobre ações, valores mobiliários e Bolsa de Valores, tentarei explicar sobre o que é este mercado, no maior estilo ‘my way’.

Pra começar saiba que, falou em valores mobiliários ou Mercado de Capitais, a CVM, Comissão de Valores Mobiliários é quem comanda a bagaça, regula, controla e fiscaliza tudo. Lembrando que para regular o comportamento das empresas de capital aberto, é utilizada a Lei das S/A.

Mas o que é uma empresa de capital aberto?
É uma empresa que disponibiliza seus valores mobiliários, sejam ações, debêntures, bônus de subscrição ou notas promissórias, no mercado para distribuição pública, com o intuito de se capitalizar.

Simplificando, se eu tivesse uma empresa de capital aberto e precisasse levantar uma grana pra fazer algum investimento ou pagar algumas dívidas, bastaria disponibilizar algumas notas promissórias no mercado, ou algumas debêntures, ou ainda algumas ações.

Lembro ainda que a empresa de capital aberto poderá oferecer ao mercado, instrumentos de renda variável, como as ações que não possuem uma taxa fixa de rendimento e também, instrumentos de renda fixa, como as debêntures e notas promissórias, que ao negociadas a uma taxa fixa de rendimentos.

As ações, que nada mais são que títulos representativos de “pedaços” do capital da empresa, são lançadas pela empresa no Mercado Primário, que é onde a empresa se capitaliza, ou melhor, onde ela enche o caixa de dinheiro. Daí, depois de vendidas as ações no lançamento neste Mercado Primário e a empresa já ter guardado a grana da capitalização nos cofres, as ações passam a ser negociadas no Mercado Secundário, no qual apenas se transfere a propriedade das ações de um acionista (investidor) para outro, onde a diferença entre os preços de compra e de venda entram ou saem do bolso do acionista, sem afetar aquela grana feita pela empresa no Mercado Primário.

IPO e algumas sacanagens...
IPO (Initial Public Offering) é quando uma empresa abre seu capital e passa ser listada na Bolsa de Valores. Nessa oferta inicial, a empresa busca, através de uma instituição underwriting, um preço próximo do “preço justo” por suas ações, verificando a demanda de seus papéis e seus preços, junto aos investidores no processo de bookbuilding.

Benjamin Graham, pai do Value Investment não recomenda comprar ações numa IPO, mas se analisarmos bem pode ser a chance de fazer uma grana rápida, de formas puramente especulativas.
A primeira delas é o Flip, que consiste em reservar o papel da IPO e vendê-lo na ‘estréia’, apurando a valorização que pode vir a acontecer. Essa estratégia deu muito certo durante as grandes IPO’s de 2007 e 2008, tanto que a Bovespa passou a usar mecanismos anti-flipper, que tenta evitar estes flippers nas IPO’s.
Um flip certeiro foi o da IPO da BOVH (Bovespa Holding) em 2007, onde teve gente adquirindo papéis da IPO em nome da mãe, da avó e do cachorro, pra flipar no dia da estreia. Lembro bem daquele dia em que quase não trabalhei, ficando o dia todo com o home broker aberto e comentando num Fórum de investimentos. Foi uma loucura! Deu pra fazer uma boa grana...

Mas devo lembrar e elucidar aos empolgados que o Flip é quase uma aposta. Não há garantias de que fará dinheiro ou amargará um belo prejuízo. Porém como em tudo na Era da Informação, quanto mais informações, mais grana!
O especulador deverá buscar informações sobre como andam o volume de ofertas e a demanda para as mesmas pelos investidores institucionais. Uma dica é que quanto maior o volume de ofertas, maior a demanda dos investidores institucionais (com raras exceções).

Acho que dá tempo de tirar um cochilo...

Fique de olho, ligadaço mesmo no book de compras e no book de vendas, durante a estréia. Eles mostrarão o momento em que deverá vender (flipar). Enquanto o book de compras estiver maior que o de vendas, poderá segurar mais um pouco as ações, mas se tiver uma diarreia repentina, venda antes de ir ao banheiro.

Outra forma de fazer uma grana numa IPO, mas dessa vez como investidor e não especulador, é ficando atento ao bookbuilding da IPO, pois durante o underwriting o coordenador da operação determina um piso (valor mínimo) e um teto (máximo) de valor de lançamento por ação, definindo assim o volume da oferta. Depois disso vai até os investidores institucionais saber quem quer comprar e a quanto querem comprar.
Se o coordenador não achar muitos investidores dispostos a pagarem valores por ação próximos ao teto, a demanda poderá ficar abaixo do volume de ofertas. Dessa forma, o coordenador poderá precificar a ação com um valor mais baixo durante a IPO, para atrair uma demanda maior e atingir o objetivo principal, que é o volume de ofertas necessário para a capitalização da empresa.

Neste caso o preço da ação poderá ficar bem abaixo de seu “preço justo”, significando um com ponto de entrada para o investidor que já analisou a empresa e tem o desejo de manter o papel em sua carteira por um prazo mais longo.

Era pra ser um post bem básico sobre ações, mas acabou contendo algumas coisas mais intrínsecas do mercado, mas tudo bem, escreverei mais posts sobre o Mercado de Capitais e se você tiver alguma dúvida, basta perguntar.

Ah... lembro que não quero incentivar ninguém a flipar! Apenas escrevi um pouco sobre isso, porque deu certo pra mim naqueles tempos de “oba oba” na Bolsa de Valores brasileira.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ahaaaa! Agora eu te pego!
Picuinha é também, segundo o site Dicio, uma "coisa que se faz por implicância, como provocação, para aborrecer alguém". Embora pareça ser algo digno de uma criança de 5 anos, acontece o tempo todo nos negócios, sejam pequenos ou grandes, familiares ou sociedades anônimas.

A picuinha afeta o grupo, atingindo as pessoas e as relações no ambiente de trabalho, o que prejudica a produtividade e o espírito de equipe. Mas isso é o "de menos".

Essa ação infantil, quer seja proposital ou consequência natural de mentes inaptas ao ambiente corporativo, acaba por burocratizar a organização, tomando tempo, criando obstáculos, atenuando fraquezas e adiando a tomada de decisões.

A picuinha partirá sempre da pessoa que procura perguntas em respostas bem fundamentadas em prol de soluções para a organização. Vem sempre de quem desconfia até de sua própria sombra, de quem sempre participa de uma discussão na defensiva, esperando um sinal de como o outro lado o atacará.

O responsável pela picuinha, tem semelhanças com o que pode ser definido na psicologia como o Neurótico Obsessivo. Segundo Kell (1999), “A neurose obsessiva é sempre um pouco ridícula. O obsessivo é o careta entre os neuróticos, e sempre relatamos seus sintomas com um certo sorriso de ironia. Seus sintomas são picuinhas. Seu sofrimento consiste em ter que se haver com mandatos e injunções simultâneas, contraditórias e absurdas, referentes a pequenos detalhes da ordem cotidiana. O obsessivo é o sindico, o legalista, o bedel. O que tenta barrar qualquer excesso de gozo do seu semelhante, que possa lembrar-lhe tudo quanto ele mesmo não se permite. Pobres obsessivos, que se levam a sério demais e, sobretudo, que levam o Outro a sério”.

O que dificilmente uma pessoa como essa consegue enxergar é que geralmente os envolvidos em soluções corporativas estão ali para ajudar um bem maior que a si próprios, a organização e que pessoas de valor, não perderiam tempo articulando como destruir colegas de trabalho e sim construindo as tais soluções.

A discussão é sempre saudável e os "Por Quês" são essenciais para qualquer negócio. A picuinha entra depois disso, perguntando "O quê fulano ganhará com aquele 'por quê'?". Isso trava tudo!

Portanto se você é um 'picuinhador' nato ou apenas cria as picuinhas por hobby, pare! Você certamente estará produzindo o mal para si mesmo.

Ah! Uma coisa que joga meu post pro brejo... a pessoa que cria as picuinhas não as enxerga e nem se dá conta do mal que faz à organização, portanto de certa forma ela é inocente. Tão inocente quanto um psicopata.
Ahaaaa! Agora eu te pego!(2)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Polêmico! Já assisti a muitos filmes com teorias conspirativas e a maioria me deixa um pouco intrigado, pois penso que onde há fumaça, há fogo. Porém quando assisti a Zeitgeist, fiquei muito intrigado e fiz uma breve pesquisa sobre seus fundamentos e fontes.
Isso me fez ficar mais intrigado ainda!

Dessa forma, Zeitgeist se transformou de mais um filme com teorias da conspiração, para um filme em minha estante.
Não queria divulgá-lo por aqui, pois vai de encontro às crenças de minha família. Sim, crenças religiosas.
Mas a parte do filme destinada a essas crenças é ínfima, mas os religiosos se pegam a isso para apedrejarem um ótimo filme e na defensiva, não prestam a devida atenção em informações valiosíssimas sobre o sistema financeiro mundial.

Enfim, assista ao filme, mas mantenha a cabeça aberta, mesmo quando o mesmo atingir algumas de suas crenças.
Como diria um de meus personagens favoritos, Morpheus:
- Bem vindo ao deserto do real!