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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Assédio Sexual nas Empresas

Assédio sexual e moral, existem tanto nas pequenas empresas, como nas grandes corporações. Além de injusto, criminoso e covarde, é um ato no mínimo nojento. Sim, tenho nojo de quem faz algo do tipo, o mesmo nojo que teria de um estuprador, que tenta conseguir prazer a força. Essa espécie nojenta que empodrece o mundo corporativo tenta conseguir prazer com poder.

A parte bonita da história é a de que algumas pessoas têm muito mais profissionalismo, dignidade e amor próprio, do que o poder de seus superiores que se marginalizam praticando tais atos.

Já a parte prática e injusta da coisa, é que essas mesmas pessoas profissionais, dignas e com o orgulho bem balanceado, ficam às margens do sucesso, nas corporações, por terem negado o prazer a seus superiores.

Tirando minha redundância nas palavras dos dois últimos parágrafos, no restante estou sendo correto e muito, mas muito crível.

Segundo o site Jus Navegandi, podemos conceituar assédio sexual como toda tentativa, por parte do empregador ou de quem detenha poder hierárquico sobre o empregado, de obter dele favores sexuais, através de condutas reprováveis, indesejadas e rejeitadas, com o uso do poder que detém como forma de ameaça e condição de continuidade no emprego, ou quaisquer outras manifestações agressivas de índole sexual com o intuito de prejudicar a atividade laboral da vítima, por parte de qualquer pessoa que faça parte do quadro funcional, independentemente do uso do poder hierárquico.

Já o assédio moral é qualquer conduta abusiva, configurada através de gestos, palavras, comportamentos inadequados e atitudes que fogem do que é comumente é aceito pela sociedade. Essa conduta abusiva, em razão de sua repetição ou sistematização, atenta contra a personalidade, dignidade ou integridade psíquica ou física de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o ambiente de trabalho.

Entrar na Justiça? Depende. A vítima deverá estar muito bem embasada em provas, sob pena dela responder uma ação de indenização por danos morais pela falsa acusação de calúnia, já que o assédio sexual e moral é crime.

Sem analisarmos bem, vemos que assédio sexual é também um assédio moral. E a vítima destes crimes geralmente não conseguem manter a frieza necessária para colher provas que só podem ser adquiridas no exato momento em que o crime está andamento.
Podemos então concluir que a grande maioria destes crimes devem ficar impunes.

A vítima deve pensar na proxíma vítima!
Dessa forma, ela deve espalhar o acontecimento (se não quiser denunciar formalmente o acontecido) no maior estilo fofoca, pois com certeza o criminoso cometerá o mesmo crime com outra pessoa e se cada uma das vítimas fizer isso, um dia a casa cai.

Muita gente pode passar por aqui e sentar o cacete em mim por escrever isso, mas eu sei muito bem que muitas vezes as vítimas temem um "barraco", que arriscaria seus empregos e por isso precisam saber como sobreviverem na selva que é o mundo corporativo.
Apenas joguem o jogo!

O primeiro pré-requisito para sobreviverem na selva, ou no jogo, é serem frias. Seja uma verdadeira pedra de gelo. Suas emoções e sentimentos devem ser reservados para sua vida pessoal.

Depois basta esperar o momento certo e agir da forma certa. Neste crime, embora o criminoso tenha o poder hierárquico (na maior parte das vezes) na instituição, a vítima tem o poder maior. Ela tem o que o criminoso tanto quer, e deve ser fria o bastante para usar isso em seu poder.

Depois disso, basta ter um gravador de voz, que todo celular tem e adquirir sua prova. Claro que pode também contratar um detetive particular e um lutador de vale tudo, mas não é necessário.

Sei o quanto isso, que em minhas palavras parecem simples, pode ser difícil para a vítima, mas o mundo corporativo é assim, baixo e impiedoso. Resta às pessoas serem frias e calculistas o bastante para jogarem com suas regras.

Escrevo este post hoje, com uma imensa vontade de matar alguém que cometeu este crime com uma mulher muito próxima a mim. Quando digo matar, pensem no melhor estilo Jogos Mortais...
Deixa pra lá! Não posso sair do meu Direito.

O máximo que posso fazer, para também não prejudicar a vítima, é ensiná-la como jogar o jogo.





... mas se tiver a oportunidade de meter a porrada...

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Escolha bem suas próximas palavras! hehehe
Brincadeirinha!