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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Emoção Versus Instinto

Lendo o livro "Blink" de Malcolm Gladwell, deparei-me com a teoria exata do que aconteceu comigo, quando fechei o acordo para abrir aquele negócio que quebrou e arruinou minha vida financeira.

Segundo Gladwell, a falta de experiência e as emoções podem se sobrepor ao nosso Inconsciente Adaptável, que é a parte do cérebro capaz de realizar raciocínios imediatos e chegar a conclusões antes que tomemos noção consciente do que está acontecendo.

Naquele caso em questão, minha soberba, meu desejo de "me dar bem", minha longa amizade com meu sócio e até mesmo meu conhecimento, deixaram meu Inconsciente Adaptável apagado em um cantinho qualquer do meu cérebro.

Porém, exatamente essa experiência ruim, me fez desenvolver mais meu Inconsciente Adaptável, mesmo antes de eu saber da existência do mesmo. Hoje sou capaz de tomar decisões que envolvem grandes somas, estando sob pressão, de forma rápida e com um grande índice de acertos.

Por quê?
Porque essa experiência, de tão ruim que foi, aparece muito mais viva, brilhante, impactante em meu cérebro do que minhas emoções disparadas por qualquer acontecimento em meus negócios.

Portanto creio que a experiência se torna primordial para que se desenvolva o Inconsciente Adaptável.
Claro que Malcolm Gladwell aborda o tema com muito mais propriedade e ensinando várias formas de desenvolvimento e aprimoramento de seu instinto, mas citei este ponto aqui exatamente por ter acontecido comigo.

Claro que não fico tomando todas as decisões sem analisar todas as variáveis antes, mas naquelas decisões rápidas, sob pressão extrema ou mesmo na decisão de seguir por um caminho que poderá te levar a grandes decisões, nestas uso muito meu instinto, ou Inconsciente Adaptável, que vem sendo bem lapidado por meus conhecimentos e minhas experiências.

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Brincadeirinha!