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sábado, 3 de julho de 2010

Poema INVICTUS

Não tive tempo de postar durante a semana, mas venho extraordinariamente hoje (sábado), postar aqui um poema que ouvi enquanto assistia a um filme de mesmo nome na noite de ontem.
O filme não é tão bom assim, já que estou mal acostumado com filmes de Clint Eastwood, pois adoro todos. Mas o poema...

O poema é uma fonte de inspiração para quem está passando pela "fase de persistência", descrita por Napoleon Hill. Aliás, não preciso gastar meus dedos escrevendo mais sobre o poema, basta dizer que este serviu de "muleta" para ninguém menos que Nelson Mandela, durante seus quase 30 anos dentro de uma prisão.

Segue o poema de William E. Henley (traduzido):

INVICTUS

Do fundo desta noite que persiste
A me envolver em breu - eterno e espesso,
A qualquer deus - se algum acaso existe,
Por mi’alma insubjugável agradeço.

Nas garras do destino e seus estragos,
Sob os golpes que o acaso atira e acerta,
Nunca me lamentei - e ainda trago
Minha cabeça - embora em sangue - ereta.

Além deste oceano de lamúria,
Somente o Horror das trevas se divisa;
Porém o tempo, a consumir-se em fúria,
Não me amedronta, nem me martiriza.

Por ser estreita a senda - eu não declino,
Nem por pesada a mão que o mundo espalma;
Eu sou dono e senhor de meu destino;
Eu sou o comandante de minha alma.

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